terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Ano-Novo é uma convenção.

As melhores coisas do ano sempre foram aquelas que eu não previ

Ano-Novo é uma convenção. Os dias correm em sequência. De 31 de dezembro para 1º de janeiro ocorrerá apenas mais uma sucessão de 24 horas em que nada mudará, tudo seguirá do mesmo jeito. Pois é, sei disso, mas é um ponto de vista sem nenhuma alegria. Sou das que compram o pacote de Ano-Novo com tudo que ele traz em seu imaginário: balanço de vida, reafirmação de votos, desejos manifestos e esperança de uma etapa promissora pela frente.

Não faço projetos e tudo mais. Prefiro viver um dia de cada vez. Embora confesse que tenho meus sonhos secretos...E a cada ano espero as possibilidades me ajudem a torna-los realidade. Só que, quando chega o fim do ano e avalio o que consegui ver realizado, descubro que o inesperado superou de longe o esperado sonho. As melhores coisas do ano sempre foram aquelas que eu não previ. Então tomei uma decisão: nessa virada, não vou planejar coisa alguma nem aguardar as resoluções que 2012 acontecerá, à minha revelia. Mas no propósito de Deues...

Mas poderia dar algumas sugestões? 2012, anote aí: que as coisas mudem, mas não alterem meu estado de espírito. Não deixe que eu me torne uma pessoa ranzinza, mal-humorada, desconfiada, sem tolerância para as diferenças. Aconteça o que acontecer, que eu me mantenha alerta e espirituosa, leve e consciente de que tudo é provisório...Até mesmo as decepções, até porque quem está imune a elas?

Quero pensar: Não quero, mais. Quero menos. Menos preocupações, menos culpa, menos racionalismo. Menos superficialidades... Podendo cortar os extras... Mantendo apenas o estritamente necessário para me manter atenta...E principalmente grata e sabedora que tudo que tenho, vem por graça, e tudo que obtenho só tenho porque veio do alto!

Está anotando?

Quero caminhar por lugares que ainda não conheço! Sei que pessoas entrarão na minha vida, porque Deus as esta preparando, talvez até já as tenha cruzado pelas ruas ou não! Que boas notícias ouvirei das minhas filhas? Talvez que já definiram a data de seus casamentos. Prometo que estarei preparada para dar e receber o abraço afetuoso de quem antes me tripudiava pelo meu jeito de viver, para a frustração de muitos serei complacente, e não há como evitar, por tudo o que me for tirado, tentarei ver como aprendizado, para voltar atrás nas minhas teimosias, para me dedicar a algo que nunca fiz antes.

Estarei disposta a ter responsabilidade pelas asneiras que eu mesma cometer. E estarei pronta também para uma grande surpresa, ou até duas. Três, meu coração não aguentaria.

Se a dor me alcançar, que me encontre com energia, e sabedoria para enfrentá-la. Que eu não me torne dura diante das circunstâncias da vida, nem sentimentaloide diante das fortes emoções. 2012, os acontecimentos são da sua alçada. Da minha, cabe recepcioná-los vivendo-os com sabedoria.

Quais são seus planos? Os meus, afinal! Talvez nem todos sejam do meu agrado, portanto, que eu não tenha constrangimento em dizer "não, obrigada", caso seja preciso. Tão pouco perdoar o imperdoável. Mas que eu me sinta mais predisposta para o "sim".

Se estamos de acordo, pode vir...2012!
Luiza Valle FFaria

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Um dia depois

O Natal já passou, hoje é segunda-feira e uma pergunta gostaria de ver respondida, com clareza e sinceridade: quem foi o personagem principal, Cristo ou o sr Noel? Em seus corações o que de fato prevaleceu, e ainda prevalece a essência ou a tradição? Mesmo eu 'Valle', deixei-me conduzir em alguns aspectos pelo evento, mas predominou em meu lar "Aquele" que de fato merece a honra, glória, majestade, domínio e louvor...Yeshua, O Cristo. Entretanto: Não vale dizer os mais políticos que reuniu um pouco de cada um. Dizer nenhum também não vale. Não creio que exista alguém tão refratário ou insensível que seja neutro ou frio ante as comemorações de fim de ano. Não há! Aceito até que se diga não gostar dessa época, por tristeza, solidão, mas não é verdade que o Natal seja apenas mais um dia no calendário. Ou seria...(?)Pensa: O natal é a marca da esperança, a Páscoa tem o timbre da vitória sobre a morte. Isso só tem sentido para aquele que crê..."Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" - Isaías 9.6






 Porém um dia após o natal temos contato com os noticiários e a ressaca do comercio é antagônica as vésperas o mesmo vendedor prestativo passa a ignorar sua presença simplesmente porque o motivo é troca e não venda!Imperava que espirito...?O querer bem, sem olhar a quem e o bem pensar, sem maldade ou reticências...Já estão de certa forma diluídos! Assim é a realidade...As luzes quando piscavam parecia tudo muito lindo! E de fato é.

Mas há crianças,e nos cruzamentos, nas calçadas e perto de outros cantos usados como abrigo, onde as bolas multicoloridas compradas na 25 de março não deu cor as suas vidas e as bonecas para as meninas as faz pensar se fossemos assim de plastico, sentiríamos menos, frio e nenhuma fome. Não sofreríamos nenhuma violência. Há quem jure ter visto em seus rostos um sorriso...Talvez o remorso rindo da sua hipocrisia. Há quem tenha chorado ao lembrar da menina que abraçou a boneca sem expressar qualquer emoção. Apenas olhou para aquela pessoa pseudo bondosa, apertando-a junto ao peito crendo ter do céu ouvido anjos dando aleluias pelo presente e retirou-se. Pensa a respeito e me ajuda na conclusão. Não importa quem tenha sido o destaque do Natal de cada um.Há lugar para os dois em seu coração cristão? E em seu comportamento? Já disse que não vale combiná-los para uma resposta em fuga, mas é claro que Cristo e Noel coexistem, teríamos mesmo certeza de afirmar que cada um tem seu espaço e momento? O que vale é perceber quanto um gesto e um olhar representam e nos bastam. Ter a Cristo é estar no caminho que leva a Deus...E ter olhar sincero ver além das superficialidades das cores e luzes, ver a pobreza de espirito que permeia a humanidade. Então saberemos que Cristo é longânimo a ponto de permitir-nos um calendário que Ele nasce, de novo, e novamente até sua volta para que as pessoas compreendam que Ele foi o maior presente entregue a nós pecadores...E o bispo São Nicolau, que inspirou a criação da figura de Noel, foi um homem como nós. Bondoso sim, mas jamais possuidor da dimensão humana do divino, que não se equipara divindade de Deus! O que importa? Eu gostaria que pudéssemos refletir...Um dia depois é mesmo possível dizer que foi um grande Natal, de pensamento e de atitude. Que Cristo teve a primazia em seu coração e que você pode observar com mais atenção quanto a embalagem é sem conteúdo?





Luiza Valle FFaria

domingo, 18 de dezembro de 2011

OS ESCRIBAS E FARISEUS REMANESCENTES

No Capítulo 7 do Evangelho de Marcos, a palavra diz: Perguntaram a Jesus, os escribas e os fariseus dizendo: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos anciãos, mas comem com as mãos por lavar? E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito:
Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele, isso é que contamina o homem.
Antes  vamos pesquisar nos dicionários bíblicos o significado dessas palavras, citadas no NT:
ESCRIBA: Ou eruditos Homens de letra, aos quais pertenciam o estudo profissional da lei de Moisés (Esdras 7.6). O seu trabalho abrangia o desenvolvimento teórico da lei, para incluir novos casos.
Os escribas criaram um sistema complicado de ensinamentos conhecido como A TRADIÇÃO DOS ANCIÃOS (Mateus 15.2-9). Jesus os censurou (Mateus Capítulo 23). Os escribas tiveram parte na morte de Cristo (Mateus 26.57) e perseguiram a Igreja primitiva (Atos 4.5; 6.12). Eles eram chamados também de doutores da lei (Lucas 5.17).
FARISEU: Membros de um dos principais grupos religiosos dentre os judeus. Os fariseus seguiam rigorosamente a Lei de Moisés e as tradições dos anciãos e os costumes dos antepassados (Mateus 23.25-28). Acreditavam na ressurreição e na existência de seres celestiais (Atos 23.8). Os fariseus não se davam com os saduceus, mas se uniram com eles para combater Jesus e os seus seguidores (Mateus16.1).
E hoje, quem são os escribas e fariseus, senão os doutores ou eruditos que buscam nos cursos bíblicos didáticos, a sabedoria para exercerem liderança nas igrejas?
É óbvio que não podemos generalizar, porque existem muitos homens ungidos do Senhor com único objetivo de anunciar o reino de Deus, cujo interesse é a salvação de muitas almas, realizar a sua obra sem estimar lucros, sem qualquer interesse nas coisas deste mundo.
Mas podemos afirmar com toda certeza, que a grande parte desses, se encaixam no perfil dos escribas e fariseus denunciados no Evangelho do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Quem são os escribas e fariseus, senão os que procuram a cada dia deixar mais espaçosa a porta que Cristo declarou ser estreita anunciando uma doutrina fácil, um Evangelho sem compromisso com o Senhor e sem esperança para a salvação. Pregando o Evangelho da prosperidade, uma doutrina fora do propósito de Deus para o homem, distanciando-o do Reino de Deus, ocultando a finalidade principal da morte de Cristo na Cruz, a remissão dos nossos pecados, e a promessa da vida eterna.
Quem são os escribas e fariseus senão os que introduzem doutrinas de homens na igreja como as danças, teatro, cinema, acampamentos em feriados prolongados, tudo sob o pretexto de evangelização.
[...] O que precisamos é levar o Evangelho de Cristo para salvação dos que andam em caminhos distantes, e não trazer os costumes mundanos dos ímpios para dentro da igreja.
Também criaram um sistema complicado e corrompido para o homem servir a Deus, chamam a estrutura material de casa do tesouro de Deus e, [exigem] que os 10% dos rendimentos sejam entregue nesse lugar onde ninguém mais sabe o destino desse dinheiro, retrocedendo as fábulas judaicas no rudimento da lei, anulando assim o sacrifício do Cordeiro de Deus.
Usam o dízimo como vínculo entre Deus e o homem. Exercitam comércio dentro da casa de oração, mesmo sabedores que isso é abominação ao Senhor, pois Cristo expulsou a todos os que vendiam e compravam nesse lugar e disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração, mas vós a tendes transformado em covil de ladrões (Mateus 21. 12, 13).
Pela palavra do Senhor Jesus Cristo, pode se entender a razão pela qual, porque às vezes a oração não é ouvida. Certamente, porque não chegam diante do Trono de Glória do Pai. Porventura opera Deus no covil de ladrões?
Cristo está à direita de Deus Pai e o rebanho apascentado pelo fariseu está sendo conduzido para a esquerda, na contra mão da vontade de Deus, pela imposição de doutrinas e heresias que são inseridas nas igrejas ocultamente pelos condutores cegos. E, um cego guiado por outro cego, seguramente caem os dois na cova.
Hoje, os escribas e fariseus estão mais atuantes do que nunca. Abrem igrejas com estrutura e requisitos de empresa, com a única finalidade de comercializar, cujos clientes são os fieis e o produto a ser negociado é o precioso sangue do Cordeiro inocente, o sacrifício vivo de Jesus Cristo na cruz do Calvário. Na carta universal de 2 Pedro 2.3, o Senhor alerta:
Por avareza, farão comércio de vós com palavras fingidas; sobre os quais já de longo tempo a sentença não tarda, e a sua perdição não dorme.
E o mais lastimável de tudo isso, em muitos casos, é ver os fieis confiando em tudo o que lhes é atribuído pelo homem, ao invés de buscar a verdade nas escrituras, as quais dizem: Maldito é o homem que confia no homem, mas bem-aventurado é o homem que deposita a sua confiança no Senhor.
Na carta de PaCristo.ulo aos Colossenses 2.8 diz: - Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo
Quando os Apóstolos de Cristo anunciaram o Evangelho em Beréia, esses tiveram o cuidado de considerar nas escrituras a veracidade dos acontecimentos, observe:
Atos 17.11: Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.
Precisamos também ter essa postura em relação a palavra de Deus, certificar se o que nos foi apregoado tem embasamento bíblico ou se é doutrina do homem, porque a palavra do Senhor é radical e invariável e não deixa margem para dupla interpretação.
Vamos deixar aqui uma indicação aos amados irmãos para discernir quando a palavra que nos é pregada, se foi divinamente inspirada pelo Espírito Santo de Deus, ou se veio da inspiração humana.
 
Preste muita atenção para onde será conduzido o final da pregação.
Se a pregação for conduzida com o único propósito de glorificar e honrar o nome do Senhor nosso Deus e Pai; Amem. Pode absorver no seu coração que verdadeiramente veio do Trono de Glória de Deus.
Porem, se o objetivo final da pregação for direcionado para veneração e glória do homem, para tirar proveito de alguma situação ou para fins comerciais, ou ainda para realizar qualquer espécie de coletas, a palavra está materializada, sem virtude alguma e com toda certeza não veio da vontade de Deus, mas do homem e não trará proveito espiritual algum.
Gostaría de esclarecer, que não anuncio isto para atacar ou afrontar esse ou aquele ministério, o meu compromisso é com Deus, e o único objetivo é apresentar aos cristãos de bom coração a verdade legada por Cristo, para alcançarmos a liberdade plena pela aspersão do sangue de Cristo na cruz, porque Ele mesmo disse: Fostes comprado por bom preço, não vos façais servos de homens.
                  
EXTREMA CORRUPÇÃO NOS ÚLTIMOS TEMPOS
Na 2ª Carta de Paulo a Timóteo Capitulo 3.1-10, diz: Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.
Porque deste número são os que se introduzem pelas casas e levam cativas mulheres néscias carregadas de pecados, levadas de várias concupiscências, que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.
Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, no modo de viver, intenção, fé, longanimidade, caridade, paciência.
Shalom Adonai

sábado, 10 de dezembro de 2011

Jesus o verdadeiro Natal...


Quem tem olhos veja


O poema com jeito de manisfesto


Nada singelo, muitos o terão como indigesto


O que importa é a espada desembainhar na peleja


Eu pergunto, comemorar é preciso?


Quem discernimento possuir, use-o.


Medite: sobre o nascimento do Cristo.


Todos os anos, nesta data exata,


O comercio se enche de graça


E arrasta os homens em sua quase boa vontade


E nenhuma fé...Esteriótipados pelo 'espirito de natal'

Como poeta_do_Rei, não escrevo


por escrever, escrevo para abalar


as estruturas da conformidade...


e ofuscar os piscas da ribalta maniqueísta.

A poeta...Num registo civil ultra-real,
feito um mago retiro do meu arquivo de ensaios
E registro de antemão o nome que esta acima de todo o nome...
Entre meus muitos inéditos:
-Jesus… – poemo com melancolia,

sob um mundo onde as guerras dói-me as vistas,
E Deus entristecido vê, que ainda há mal
Entre os homens e nenhuma vontade

Vemos estampado nos tablóides apenas más notícias,


O correio tenta levar as boas festas.


Seladas e gráficas, repetitivas


Sem espiritualidade


Sem corpo e nem alma.

É nesta mesma lareira,
E aquecido ao mesmo lume,
Confesso toda minha insatisfação
De mortal e remida por graça


Por esse mesmo menino...


Que deveria nascer


Com gemidos inexprimíveis


Na manjedoura de nossos corações...


Em que as dores desse parto sobrenatural


Pudesse fazer sentido
num dom eventual,
Ou, divina condição,
De renascer a cada ano,
Nu, inocente e humano...


E assim, restaurados no mesmo desprendimento


Saberíamos engatinhar na direção do seu reino buscando praticar a sua justiça...


Nos tornaríamos homens e mulheres


Que se prostrariam com grande e imenso jubilo


Abrindo-lhe nossos tesouros


Lhe entregando ofertas voluntárias


e um coração contrito com tremor adora-Lo em verdade e espirito!




A_poeta_do Rei

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Por que no Domingo?

 

por O. Palmer Robertson

Essa pergunta pode ser embaraçadora. Por que adoramos a Deus no domingo? A Bíblia não diz que o sétimo dia é o tempo consagrado a Ele por seu povo? Onde as Escrituras dizem que o crente deve santificar o primeiro e não o sétimo dia da semana? Essas perguntas são legítimas, temos de admitir; também são perguntas que exigem resposta. Portanto, o que podemos dizer sobre este assunto?

Criação e Redenção
Comecemos considerando as evidências do Antigo Testamento. Neste, o sábado não era apenas um dia especial, que deveria ser reconhecido uma vez por semana. Tinha um significado mais rico. Apontava para o futuro descanso de redenção que Deus realizaria em favor de seu povo. O sábado não era apenas um lembrete do descanso que ocorreu após os seis dias de criação. Também era celebrado porque Deus libertara seu povo da escravidão no Egito.
Deus repetiu o mandamento a Moisés depois que Israel peregrinou no deserto durante quarenta anos, pouco antes de entrarem na terra da promessa. Quando Deus repetiu a lei que havia sido entregue no Sinai, os Dez Mandamentos foram os mesmos. Nenhum deles foi alterado. Mas o motivo para a lei referente ao sábado era diferente. No Sinai, o povo de Deus foi instruído a observar o sábado, por- que Deus havia descansado após os seis dias de criação (Êx 20.11; cf. Gn 2.3). Mas na Transjordânia Deus ordenhou que Israel guardasse o sábado tendo em vista a sua redenção do Egito (Dt 5.5). Não somente por causa da criação, mas também por causa da redenção, o povo de Deus deveria descansar um dia em sete.
Sabemos que a libertação de Israel da escravidão no Egito, por intermédio do cordeiro pascal, era apenas uma sombra, uma profecia de uma libertação que ocorreria através da morte sacrificial e da poderosa ressurreição de Jesus Cristo. Os santos do Antigo Testamento olhavam adiante, para a vinda do futuro descanso de seus fardos de pecados, assim como em cada semana olhavam para seu descanso do trabalho, no sábado. Portanto, quando Israel entrou na terra do seu “descanso”, sob a liderança de Josué, marcharam ao redor de Jericó por sete dias. E, no sétimo dia, marcharam sete vezes ao redor das muralhas da cidade. Após haverem completado a marcha pela sétima vez, no sétimo dia, as muralhas ruíram, e o povo de Deus começou a entrar em seu “descanso”, na terra de Canaã. A tomada de Jericó forneceu uma ilustração do povo de Deus entrando em “descanso sabático”.
De maneira semelhante, os 70 anos do cativeiro de Israel indicavam o descanso da redenção que viria à terra prometida. Durante os 70 anos do cativeiro de Israel na Babilônia, a terra estava se agradando “dos seus sábados” (2 Cr 36.21).
Essas experiências do Antigo Testamento demonstraram que o povo de Deus estava olhando para o “descanso”, a redenção que seria realizada pelo Messias, no futuro. Trabalhavam seis dias da semana aguardando o “descanso” que no futuro desfrutariam. Pensavam na terra da promessa como o lugar onde eles entrariam no “descanso” de todos os fardos de sua vida.

Uma Nova Perspectiva
Mas agora a redenção já se realizou. Jesus veio para cumprir a profecia. Por meio de sua morte e ressurreição, trouxe seu povo ao seu “descanso” da redenção. Nós olhamos para trás, para a salvação consumada por Cristo. “Está consumado” foi o clamor de Cristo na cruz, e, por isso, sabemos que tudo foi realizado para libertar-nos do pecado, da morte e de todos os males deste mundo.
Por conseguinte, o crente possui uma nova perspectiva sobre o descanso da redenção. A ressurreição de Cristo foi um acontecimento tão significativo quanto a criação do mundo. Por meio de sua ressurreição, a nova ordem de universo veio à existência. Uma nova maneira de viver passou a existir. A pedra foi rolada do sepulcro de Jesus a fim de permitir que os discípulos entrassem, não para que Jesus saísse! Por causa de sua nova forma de existência no corpo da ressurreição, Ele podia entrar e sair de cômodos fechados, sem necessidade de abrir as portas.

A Ressurreição de Cristo
Não deveria nos levar a ficar admirados o fato que os discípulos seguissem uma nova ordem em seus padrões de adoração e serviço para Deus. Eles começaram a se- mana reunindo-se com o Cristo ressurreto. Iniciavam a semana com uma celebração da redenção que fora realizada por Cristo. Considere atentamente as seguintes evidências de que a redenção realizada por Cristo determinou o dia da adoração.

1. Jesus Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Mt 28.1). Ele entrou no “descanso” das obras não em um dia de sábado (o sétimo dia), e sim no domingo (o primeiro dia da semana). Visto que Jesus entrou em seu descanso no primeiro dia da semana, Ele nos encoraja a iniciar a semana “descansando” na confiança de que Ele suprirá, com apenas seis dias de trabalho, todas as nossas necessidades para os sete dias da semana.

2. Jesus apareceu aos seus discípulos reunidos na primeiro dia da semana, bem como a Maria e aos dois discípulos na estrada de Emaús (Jo 20.10,14,19; Lc 24.13). Por meio dessas aparições, no primeiro dia da sema- na, a ressurreição do Senhor estabeleceu um padrão para as reuniões dos discípulos. Esperavam ter comunhão com Ele no dia de sua ressurreição, que é o primeiro dia da se- mana.

3. Uma semana depois, Jesus apareceu novamente aos discípulos reunidos no primeiro dia da semana, sem estar presente nessa ocasião o duvidoso Tomé (Jo 20.26). Um novo padrão de reunir-se para adorar o Senhor estava emergindo. O povo de Deus na nova aliança estava criando o hábito de reunir-se no primeiro dia da semana, o dia da ressurreição de Cristo. Jesus honrou essas reuniões, ao aparecer aos discípulos nessas ocasiões e fortalecer sua fé no Senhor ressurreto.

4. O Senhor ressuscitado derramou seu Espírito exata-mente cinqüenta dias após o sábado da páscoa dos judeus, ou seja, aparentemente, no primeiro dia da semana (At 2.1; Lv 23. 15,16). O significado da palavra “pentecostes” é “cinqüenta”, referindo-se aos cinqüentas dias após o sábado da Páscoa. Quarenta e nove dias alcançariam sete sábados ou dias de descanso, e o qüinquagésimo dia seria um domingo, o primeiro dia da semana. Desse modo, parece que o Espírito Santo foi derramado no primeiro dia da semana, quando o povo de Deus da nova aliança estava reunido para adoração. Assim esse padrão referente ao dia da adoração seria estabelecido com mais firmeza. Tanto a ressurreição de Cristo quanto o derramamento do Espírito realizaram-se no primeiro dia da semana.

5. Durante o tempo em que o apóstolo Paulo pregava o evangelho de Cristo entre judeus e gentios em todo o mundo, o primeiro dia da semana era utilizado como a ocasião em que os crentes se reuniam para adoração. Na Grécia, Paulo e Lucas reuniram-se com o povo de Deus, a fim de partirem o pão e ouvirem a pregação da Palavra de Deus, no primeiro dia da semana (At 20.7). Esse era o dia em que o povo da nova aliança se reunia para ouvir a Palavra de Deus.

6. Paulo escreveu aos crentes de Corinto para estabelecer o padrão referente às suas ofertas para o serviço do Senhor. Paulo ordenou que os crentes daquela cidade seguissem o padrão que havia sido estabelecido na Galácia (1 Co 16.1). No primeiro dia da semana, eles deveriam consagrar suas ofertas ao Senhor (1 Co 16.2). Ora, esse padrão referente ao dia de adoração se tornou comum a todos os crentes, em todas as igrejas. O primeiro dia da semana foi o tempo designado para eles apresentarem suas ofertas ao Senhor.

O Dia do Senhor
O sétimo e final assunto é este. O apóstolo João, em idade avançada e possivelmente o único sobrevivente do grupo dos primeiros apóstolos, havia sido banido para a ilha de Patmos. Nesta circunstância, ele não podia reunir-se com o povo de Deus para adoração. Mas o idoso após-tolo nos informa que achou-se, “em espírito, no dia do Senhor” (Ap 1.10). O significado desse achar-se “em espírito, no dia do Senhor” parece bastante claro. Pelo poder do Espírito Santo, ele entrara na presença do Senhor e estava oferecendo-Lhe sua adoração.
Mas o que significa a frase “dia do Senhor”? Em certo sentido, podemos dizer que cada dia da semana poderia ser chamado “dia do Senhor”. Mas o apóstolo João estava se referindo a algo mais específico. Ele não falou apenas sobre “um dia que havia sido consagrado ao Senhor”; pelo contrário, falou sobre o dia do Senhor. Por que esse dia era chamado o “dia do Senhor”? Esse é o dia que prova ao mundo que Ele é o Senhor. Nesse dia, Jesus fez o universo entender que Ele é o Senhor de tudo que existe. Foi o dia de sua ressurreição. Naquele dia, Ele venceu o último dos inimigos do pecador, a morte. No primeiro dia da semana, Ele mostrou que seu poder pode vencer todos os inimigos, até mesmo a morte. Este é “o dia do Senhor”.

Honrando a Deus
Nos dias do final da vida do apóstolo João, os crentes reconheciam que havia um dia da semana chamado “o dia do Senhor”. Naquele dia, eles celebravam a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito. Aquele dia tornou-se o dia em que eles se reuniam para regozijarem-se na ressurreição de Cristo, pelo poder do Espírito Santo.
O mesmo acontece até hoje. Ainda permanece em vigor o mandamento original de honrar a Deus por separarmos um dia entre sete para adorá-Lo, visto que essa exigência fazia parte dos dez mandamentos preceituados nos padrões da lei moral de Deus para os homens. Um dia entre sete tem de ser consagrado a adoração e culto a Ele. Tanto a criação quanto a redenção comprovam que Deus precisa ser honrado dessa maneira.
Desde a criação do mundo até a vinda de Cristo, esse dia era o último da semana. Os crentes do Antigo Testamento olhavam para frente, para o descanso que o Salvador traria.
Mas Cristo já veio. Ele ressuscitou vitoriosamente sobre to- dos os seus inimigos. Essa vitória foi conquistada no primeiro dia da semana. Nesse dia, o Senhor Jesus foi ao encontro de seus discípulos, que estavam reunidos para ter comunhão com Ele.

Portanto, temos de celebrar o descanso que Ele conquistou para nós. [...]Devemos entrar no seu descanso por oferecer-lhe nossa adoração no primeiro dia da semana. Esse é o único padrão demonstrado nas Escrituras do Novo Testamento em referência ao dia de adoração para o povo de Deus.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O NATAL VEIO DO PAGANISMO, EXISTE PROVAS!


 
Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A  festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja...  os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos  relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do  Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver  mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas  Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete  no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram  com grande regozijo o dia em que nasceram neste  mundo".
Autoridades históricas demonstram que, durante os  primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa  só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje  é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no  século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para  sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra  ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de  Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o  aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data  exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia.  Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas  somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a  MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE  e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA  gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO  para os não crentes verdadeiros.

 JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando  Ele nasceu "[...]havia naquela mesma comarca pastores  que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu  rebanho."  (Lucas 2:8). Isto  jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam  seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os  abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas  chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370).
A Bíblia mesmo prova, em  Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava  impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas  noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado  para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

  COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?


 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious  Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog)  explica claramente em seu artigo sobre o Natal:


"Não se pode determinar com precisão até  que ponto a data desta festividade teve origem na pagã 'Brumália' (25 de  dezembro), que seguia a 'Saturnália' (17 a 24 de dezembro) e comemorava o  nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs  de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes  populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam  tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar  celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. 

[...] Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a  frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os  cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de  culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos  que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos  eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo  governo e pelos pagãos.

Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século  4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de  igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este [cristianismo  popularizado] e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos  em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o  principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria  [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam  suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog  Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do  maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos  do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao  [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do  nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de  Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental!  Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto  ao sol. Apenas mudou o nome.

[...]Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto  ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica  diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos  puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era  chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... Os sírios e os armênios  idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os  romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos  discípulos de Cerinto."

 
  A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é  uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por  Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad",  que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9).  Para combater a ordem de espalhar-se:


- criou a  instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a  Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos  céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras  cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.

A  Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações  econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.
Nimrode era  tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome  era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a  perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela  declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode  desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25  de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis  se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o  "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra,  Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste  falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu  filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração.

Esta veneração  de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à  mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e  línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da  "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos  séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram"  em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes  pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a  idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de  Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
[...]A  verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia  organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos!

 No Egito  sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em  25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data  séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não  nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o  natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia  ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de  atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã  13:14-17).



 OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas  coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse  Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas  Perguntas):

 "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de  adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao  mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é  anterior à era Cristã."
Também as VELAS, símbolo tradicional  do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar  ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.
PAPAI NOEL  é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A  Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e  latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava  ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em  secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi  transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São  Nicolau..."
Os pais castigam a seus filhos por dizerem  mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a  mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"!

[...]Por isso não é de  se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero  mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a  verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus  Cristo!"-  

[...] É cristão ensinar às crianças mitos e  mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis  de falsidade cada um  com o seu próximo;"(Lev  19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:  "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu  fim são os caminhos da morte."(Prov  16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar  o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão
Ele constitui um  dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem  caído!

     O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?


As falsas  religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de  idolatria:
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os  outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua  sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras  adulteram."(Os  4:13)

"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu  Deus, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou  pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo  natalino – possui a mesma conotação.

 É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal  como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o  demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
O costume  de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem  absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de  Jesus Cristo nem O honra!

(Suponhamos que alguma pessoa que você estima está  aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios  amigo?Omitiria a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo  deste ponto de vista?!)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas  fazem em todo o mundo.
[...]Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito  dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos  ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a  Sua obra, no mês de dezembro.

Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus.  Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não  se lembram de Cristo nem de Sua obra.

Depois, durante janeiro a fevereiro,  tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se  refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até  março.
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos  presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em  Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do  oriente a Jerusalém, [...] E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe  e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros,  ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."

 POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o  dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou  meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). [...]Ao contrário do que mostram os  presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então,  os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado?  Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem  entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O  mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes").

No Oriente não se  costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias.  Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no  Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."
Aí está! Os  magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de  presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam tão somente de acordo com um  antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao  apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos judeus.  Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou ao rei  Salomão, e assim como o fazem aqueles que hoje visitam um chefe de  estado.
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o  nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume  pagão.



  [...]UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A  CRISTO?


Há  pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo,  agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão  para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não  perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: [...]'Assim como serviram estas nações os  seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu  Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a  seus deuses; ...".  (Deut  12:30-31)
"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...     Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).
Deus disse-nos  claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a  intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a  Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como  nos orienta a nossa própria consciência":
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em  espírito e em verdade". (Joã 4.24).
O que é a verdade?  Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17).  E a Bíblia  diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo,  adotem um costume pagão:
"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que  são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do  Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a  Deus
"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de  Deus" (Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque  tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus  deuses..."  (Deut  12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos  de celebrações pagãs!

 
ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem  precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo,  idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?[...] E que diz Deus? Devemos  "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação  total"?
"Sai dela, povo meu,  para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas  suas pragas." (Ap  18:4)



 AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?


Jesus  Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final  do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o  calendário deles é lunar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso  calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando  com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel  se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou  no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).
Em João  1:14 ("E o Verbo se  fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito  do Pai, cheio de graça e de verdade.")  vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no  grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo  se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos  Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14)  que  significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa  dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor  5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a  todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos  2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar  cronologicamente o nascimento de Jesus:


·Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por  1 semana, 2 vezes ao ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos  ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.


·O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10)


·O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico –  mês de Abibe Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1'
Zacarias,  pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de  Abias" (Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa  e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril,  concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho) ou início do  mês Abe (julho). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de  Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). [...]Nove meses depois, no  final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos  Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o  Emanuel ("Deus conosco").


                DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

'PERDÃO'...

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" (Mateus 6.14)

“Perdão”. Palavrinha difícil esta... É incrível como muitas pessoas, não poucas, tem uma dificuldade gigantesca em lidar com este assunto. Não raro, vejo muita gente sendo devorada e corroída por dentro através das feridas inflamadas e purulentas que estão guardadas nas lembranças. Às vezes estas memórias estão escondias atrás de grandes muralhas de rejeição, impaciência, depressão, melancolia, autocomiseração, irritabilidade e algumas vezes transmitem uma falsa sensação de força, mas sempre acabam se revelando na brutalidade com que a dor retorna de vez em quando e a gente tenta esquecê-la sem sucesso.

Cresci ouvindo a sabedoria popular e ela dizia: “quem bate esquece, mas quem apanha não.” Esta é uma verdade que acompanha invariavelmente qualquer ser que tenha consciência de si memo.

A ofensa, o tapa, a humilhação, a traição, o roubo, o abuso, o abandono, a injustiça... Seja qual for o nome que você dê à sua ferida de estimação, por mais que se coloque sobre ela o peso do tempo ou da dureza de levar a vida amargamente, dificilmente ela vai cicatrizar, no máximo vai criar uma leve casca, mas ao menor toque vem à tona a dor novamente carregando consigo todo o potencial doloroso da lembrança de quando a ferida foi aberta.

Alguns vão vivendo como podem, ou melhor, vão morrendo aos poucos como podem. São leprosos de alma, vão levando a vida tomando sobre si armaduras e carapaças como pesadas vestiduras, erguendo seus castelos e fortalezas contra o menor sinal de um novo dano ou machucado. Nem dá para saber se é autodefesa ou autopunição. Muitos vão chorando pelos cantos, sozinhos na escuridão da noite, enxugando suas lágrimas internas e externas como dá, tentando não deixar ninguém perceber a sequidão que é viver assim. É preciso manter as aparências, dizem eles. Outros provocam o mundo com as mesmas dores com que foram afligidos, é quando o traído, por exemplo, tem uma neurótica e compulsiva vontade de trair também para mostrar, inconscientemente ou não, ao mundo que isto dói e muito. Ou quando o humilhado ameniza sua dor humilhando e pisando em qualquer outra criatura que venha ao seu encontro.

A mágoa e o rancor sempre procuram um culpado, disso não se escapa. O problema é que, às vezes, na falta de se encontrar um “bode expiatório”, muitos culpam a si próprios. Com ou sem razão muitos outros, pela falta de coragem para assumir seus erros, vão espalhando suas culpas obsessivas por seus familiares, amigos e inimigos próximos. Nem o próprio Deus, o Criador, escapa do alvo daqueles que querem achar, de qualquer jeito, um culpado para sua tristeza e dor. Estes vão sorteando nomes e culpados para suas feridas como quem distribui as cartas de um baralho numa mesa de Poker.

Faz tempo que muitos desistiram de viver, alguns literalmente, carcomidos por suas dores internas. Já dizia o sábio Shakespeare: “Guardar uma mágoa é como tomar um copo de veneno e torcer para que o seu agressor morra.” Parece irracional, mas o que o famoso escritor inglês descreveu nesta frase é a lógica inversa da cura para toda essa dor que tanta gente carrega e alimenta durante anos a fio. É provado cientificamente que o rancor arquivado pode ser somatizado pelo corpo através de doenças como câncer, gastrite, enxaqueca, cólicas agudas, doenças da pele, distúrbios hormonais, depressão e outras neuropatias sérias.

Etimologicamente perdão é o ato de não imputar a um transgressor a necessidade de pagar pelo erro cometido, ou seja, perdoar é o mesmo que liberar um condenado ou um réu de cumprir uma sentença, é como dizer a um presidiário amarrado na cadeira elétrica: “amigo, levanta daí, não vamos mais ligar a corrente elétrica em você. Você será liberado agora!” Aí está o grande problema encontrado na palavrinha “perdão”: quem perdoa perde muito. O perdão fere nosso senso comum de justiça, principalmente quando os ofendidos somos nós. Quem perdoa, na verdade, assume para si próprio o valor e a dor da punição. Perdoar é como ser ofendido duas vezes, a primeira pelo desafeto recebido, a segunda por abrir mão do justo direito de revidar ou se vingar.

Mas, acredite em mim! Por experiência própria e por ver muitos outros amigos vencendo seus dramas interiores e encontrando denovo o caminho da cura integral. Posso afirmar com a autoridade de quem já experimentou e tem aprendido a experimentar a dádiva de perdoar: existe muito mais benefício em não “cobrar a ofensa” do que alimentá-la dentro de você. Tenho consciência de que não é uma atitude fácil de se tomar, é verdade. Algumas vezes a sensação de náusea, confusão mental e de dor é muito mais forte do que qualquer argumento lógico e racional a favor de liberar ou não o seu perdão.

Não digo isso porque me considero bonzinho, realmente não sou! Tenho meus defeitos como qualquer outra pessoa. O que tenho aprendido até aqui é que, na maioria das vezes, esta capacidade para tomar tal atitude simplesmente não vem de nós. A única força capaz de superar a mágoa e remover toda raiz de amargura é o amor. Ele, o amor, vence todas as coisas, vence até a morte. Não é por acaso que João, o apóstolo, escreve em sua epístola afirmando categoricamente que Deus é amor. Sim, a essência de Deus é o amor.

A única fonte verdadeiramente confiável de amor é Deus, muitos são os textos revelados por toda a Bíblia que expressam este envolvente e imensurável amor de Deus pela sua criação e de forma especial pelo ser humano. Este amor sobrenatural nos ensina a viver e caminhar em direção à cura de nossas feridas emocionais e existenciais.

De forma contundente, o apóstolo Paulo afirma em sua carta aos Romanos, capítulo cinco, verso oito, dizendo: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Não houve merecimento nosso, não foi o esforço humano que provocou uma reação de perdão de Deus para nós. Foi simplesmente por amor e espontaneamente. A teologia moderna chama isto de solidariedade de Deus em relação ao ser humano, mas a Palavra Revelada chama a isto de Graça. Sem preço, sem barganha, Ele, Deus, fez isto antes que qualquer um de nós pedíssemos ou merecêssemos.

A boa notícia é que em Jesus, Deus ofereceu perdão gratuito a toda humanidade, isto inclui a você e eu. É este mesmo amor que nos convida, igualmente, a perdoar quem nos tem ofendido. O perdão que liberamos hoje retorna como bálsamo, alívio e cura para nossas dores.

Em Jesus, o perdão não é condicional, é mandamento incondicional pois somos perdoados com a mesma medida em que perdoamos. Quando perdoamos nos enchemos mais um pouco de Deus, é como se Deus reconhecesse em nós algo em comum e viesse nos dar um “olá!”.

Então... Quer ser curado? Perdoe! Quer ser liberto? Perdoe! Quer ser realmente feliz? Perdoe!
Talvez você até encontre alguma dificuldade para dar este primeiro passo, mas tenha certeza que o Doce e Santo Espírito de Deus é quem nos auxilia em nossas fraquezas. Ninguém melhor que o Criador para sondar sua mente e espírito nesta hora e saber exatamente do que você precisa. Ele já lhe deu neste dia um coração batendo, isto já é o suficiente para você, como eu, reconhecer que sem Ele nada somos. Acredite!

Mesmo no conturbado e obscuro mundo em que vivemos, mesmo diante da morte, da dor, de poderes sobrenaturais da maldade, com a perturbação do passado, do amedrontado presente ou da incerteza do futuro, nada é capaz de nos separar deste gigantesco amor de Deus por nós. Precisamos dele, esta é a mais pura realidade. A única coisa a fazer então é dizer: Deus, me ajude! O resto já é com ele.


O Deus que ensina a perdoar te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Shalom Adonai