sábado, 10 de dezembro de 2011

Jesus o verdadeiro Natal...


Quem tem olhos veja


O poema com jeito de manisfesto


Nada singelo, muitos o terão como indigesto


O que importa é a espada desembainhar na peleja


Eu pergunto, comemorar é preciso?


Quem discernimento possuir, use-o.


Medite: sobre o nascimento do Cristo.


Todos os anos, nesta data exata,


O comercio se enche de graça


E arrasta os homens em sua quase boa vontade


E nenhuma fé...Esteriótipados pelo 'espirito de natal'

Como poeta_do_Rei, não escrevo


por escrever, escrevo para abalar


as estruturas da conformidade...


e ofuscar os piscas da ribalta maniqueísta.

A poeta...Num registo civil ultra-real,
feito um mago retiro do meu arquivo de ensaios
E registro de antemão o nome que esta acima de todo o nome...
Entre meus muitos inéditos:
-Jesus… – poemo com melancolia,

sob um mundo onde as guerras dói-me as vistas,
E Deus entristecido vê, que ainda há mal
Entre os homens e nenhuma vontade

Vemos estampado nos tablóides apenas más notícias,


O correio tenta levar as boas festas.


Seladas e gráficas, repetitivas


Sem espiritualidade


Sem corpo e nem alma.

É nesta mesma lareira,
E aquecido ao mesmo lume,
Confesso toda minha insatisfação
De mortal e remida por graça


Por esse mesmo menino...


Que deveria nascer


Com gemidos inexprimíveis


Na manjedoura de nossos corações...


Em que as dores desse parto sobrenatural


Pudesse fazer sentido
num dom eventual,
Ou, divina condição,
De renascer a cada ano,
Nu, inocente e humano...


E assim, restaurados no mesmo desprendimento


Saberíamos engatinhar na direção do seu reino buscando praticar a sua justiça...


Nos tornaríamos homens e mulheres


Que se prostrariam com grande e imenso jubilo


Abrindo-lhe nossos tesouros


Lhe entregando ofertas voluntárias


e um coração contrito com tremor adora-Lo em verdade e espirito!




A_poeta_do Rei

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Por que no Domingo?

 

por O. Palmer Robertson

Essa pergunta pode ser embaraçadora. Por que adoramos a Deus no domingo? A Bíblia não diz que o sétimo dia é o tempo consagrado a Ele por seu povo? Onde as Escrituras dizem que o crente deve santificar o primeiro e não o sétimo dia da semana? Essas perguntas são legítimas, temos de admitir; também são perguntas que exigem resposta. Portanto, o que podemos dizer sobre este assunto?

Criação e Redenção
Comecemos considerando as evidências do Antigo Testamento. Neste, o sábado não era apenas um dia especial, que deveria ser reconhecido uma vez por semana. Tinha um significado mais rico. Apontava para o futuro descanso de redenção que Deus realizaria em favor de seu povo. O sábado não era apenas um lembrete do descanso que ocorreu após os seis dias de criação. Também era celebrado porque Deus libertara seu povo da escravidão no Egito.
Deus repetiu o mandamento a Moisés depois que Israel peregrinou no deserto durante quarenta anos, pouco antes de entrarem na terra da promessa. Quando Deus repetiu a lei que havia sido entregue no Sinai, os Dez Mandamentos foram os mesmos. Nenhum deles foi alterado. Mas o motivo para a lei referente ao sábado era diferente. No Sinai, o povo de Deus foi instruído a observar o sábado, por- que Deus havia descansado após os seis dias de criação (Êx 20.11; cf. Gn 2.3). Mas na Transjordânia Deus ordenhou que Israel guardasse o sábado tendo em vista a sua redenção do Egito (Dt 5.5). Não somente por causa da criação, mas também por causa da redenção, o povo de Deus deveria descansar um dia em sete.
Sabemos que a libertação de Israel da escravidão no Egito, por intermédio do cordeiro pascal, era apenas uma sombra, uma profecia de uma libertação que ocorreria através da morte sacrificial e da poderosa ressurreição de Jesus Cristo. Os santos do Antigo Testamento olhavam adiante, para a vinda do futuro descanso de seus fardos de pecados, assim como em cada semana olhavam para seu descanso do trabalho, no sábado. Portanto, quando Israel entrou na terra do seu “descanso”, sob a liderança de Josué, marcharam ao redor de Jericó por sete dias. E, no sétimo dia, marcharam sete vezes ao redor das muralhas da cidade. Após haverem completado a marcha pela sétima vez, no sétimo dia, as muralhas ruíram, e o povo de Deus começou a entrar em seu “descanso”, na terra de Canaã. A tomada de Jericó forneceu uma ilustração do povo de Deus entrando em “descanso sabático”.
De maneira semelhante, os 70 anos do cativeiro de Israel indicavam o descanso da redenção que viria à terra prometida. Durante os 70 anos do cativeiro de Israel na Babilônia, a terra estava se agradando “dos seus sábados” (2 Cr 36.21).
Essas experiências do Antigo Testamento demonstraram que o povo de Deus estava olhando para o “descanso”, a redenção que seria realizada pelo Messias, no futuro. Trabalhavam seis dias da semana aguardando o “descanso” que no futuro desfrutariam. Pensavam na terra da promessa como o lugar onde eles entrariam no “descanso” de todos os fardos de sua vida.

Uma Nova Perspectiva
Mas agora a redenção já se realizou. Jesus veio para cumprir a profecia. Por meio de sua morte e ressurreição, trouxe seu povo ao seu “descanso” da redenção. Nós olhamos para trás, para a salvação consumada por Cristo. “Está consumado” foi o clamor de Cristo na cruz, e, por isso, sabemos que tudo foi realizado para libertar-nos do pecado, da morte e de todos os males deste mundo.
Por conseguinte, o crente possui uma nova perspectiva sobre o descanso da redenção. A ressurreição de Cristo foi um acontecimento tão significativo quanto a criação do mundo. Por meio de sua ressurreição, a nova ordem de universo veio à existência. Uma nova maneira de viver passou a existir. A pedra foi rolada do sepulcro de Jesus a fim de permitir que os discípulos entrassem, não para que Jesus saísse! Por causa de sua nova forma de existência no corpo da ressurreição, Ele podia entrar e sair de cômodos fechados, sem necessidade de abrir as portas.

A Ressurreição de Cristo
Não deveria nos levar a ficar admirados o fato que os discípulos seguissem uma nova ordem em seus padrões de adoração e serviço para Deus. Eles começaram a se- mana reunindo-se com o Cristo ressurreto. Iniciavam a semana com uma celebração da redenção que fora realizada por Cristo. Considere atentamente as seguintes evidências de que a redenção realizada por Cristo determinou o dia da adoração.

1. Jesus Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Mt 28.1). Ele entrou no “descanso” das obras não em um dia de sábado (o sétimo dia), e sim no domingo (o primeiro dia da semana). Visto que Jesus entrou em seu descanso no primeiro dia da semana, Ele nos encoraja a iniciar a semana “descansando” na confiança de que Ele suprirá, com apenas seis dias de trabalho, todas as nossas necessidades para os sete dias da semana.

2. Jesus apareceu aos seus discípulos reunidos na primeiro dia da semana, bem como a Maria e aos dois discípulos na estrada de Emaús (Jo 20.10,14,19; Lc 24.13). Por meio dessas aparições, no primeiro dia da sema- na, a ressurreição do Senhor estabeleceu um padrão para as reuniões dos discípulos. Esperavam ter comunhão com Ele no dia de sua ressurreição, que é o primeiro dia da se- mana.

3. Uma semana depois, Jesus apareceu novamente aos discípulos reunidos no primeiro dia da semana, sem estar presente nessa ocasião o duvidoso Tomé (Jo 20.26). Um novo padrão de reunir-se para adorar o Senhor estava emergindo. O povo de Deus na nova aliança estava criando o hábito de reunir-se no primeiro dia da semana, o dia da ressurreição de Cristo. Jesus honrou essas reuniões, ao aparecer aos discípulos nessas ocasiões e fortalecer sua fé no Senhor ressurreto.

4. O Senhor ressuscitado derramou seu Espírito exata-mente cinqüenta dias após o sábado da páscoa dos judeus, ou seja, aparentemente, no primeiro dia da semana (At 2.1; Lv 23. 15,16). O significado da palavra “pentecostes” é “cinqüenta”, referindo-se aos cinqüentas dias após o sábado da Páscoa. Quarenta e nove dias alcançariam sete sábados ou dias de descanso, e o qüinquagésimo dia seria um domingo, o primeiro dia da semana. Desse modo, parece que o Espírito Santo foi derramado no primeiro dia da semana, quando o povo de Deus da nova aliança estava reunido para adoração. Assim esse padrão referente ao dia da adoração seria estabelecido com mais firmeza. Tanto a ressurreição de Cristo quanto o derramamento do Espírito realizaram-se no primeiro dia da semana.

5. Durante o tempo em que o apóstolo Paulo pregava o evangelho de Cristo entre judeus e gentios em todo o mundo, o primeiro dia da semana era utilizado como a ocasião em que os crentes se reuniam para adoração. Na Grécia, Paulo e Lucas reuniram-se com o povo de Deus, a fim de partirem o pão e ouvirem a pregação da Palavra de Deus, no primeiro dia da semana (At 20.7). Esse era o dia em que o povo da nova aliança se reunia para ouvir a Palavra de Deus.

6. Paulo escreveu aos crentes de Corinto para estabelecer o padrão referente às suas ofertas para o serviço do Senhor. Paulo ordenou que os crentes daquela cidade seguissem o padrão que havia sido estabelecido na Galácia (1 Co 16.1). No primeiro dia da semana, eles deveriam consagrar suas ofertas ao Senhor (1 Co 16.2). Ora, esse padrão referente ao dia de adoração se tornou comum a todos os crentes, em todas as igrejas. O primeiro dia da semana foi o tempo designado para eles apresentarem suas ofertas ao Senhor.

O Dia do Senhor
O sétimo e final assunto é este. O apóstolo João, em idade avançada e possivelmente o único sobrevivente do grupo dos primeiros apóstolos, havia sido banido para a ilha de Patmos. Nesta circunstância, ele não podia reunir-se com o povo de Deus para adoração. Mas o idoso após-tolo nos informa que achou-se, “em espírito, no dia do Senhor” (Ap 1.10). O significado desse achar-se “em espírito, no dia do Senhor” parece bastante claro. Pelo poder do Espírito Santo, ele entrara na presença do Senhor e estava oferecendo-Lhe sua adoração.
Mas o que significa a frase “dia do Senhor”? Em certo sentido, podemos dizer que cada dia da semana poderia ser chamado “dia do Senhor”. Mas o apóstolo João estava se referindo a algo mais específico. Ele não falou apenas sobre “um dia que havia sido consagrado ao Senhor”; pelo contrário, falou sobre o dia do Senhor. Por que esse dia era chamado o “dia do Senhor”? Esse é o dia que prova ao mundo que Ele é o Senhor. Nesse dia, Jesus fez o universo entender que Ele é o Senhor de tudo que existe. Foi o dia de sua ressurreição. Naquele dia, Ele venceu o último dos inimigos do pecador, a morte. No primeiro dia da semana, Ele mostrou que seu poder pode vencer todos os inimigos, até mesmo a morte. Este é “o dia do Senhor”.

Honrando a Deus
Nos dias do final da vida do apóstolo João, os crentes reconheciam que havia um dia da semana chamado “o dia do Senhor”. Naquele dia, eles celebravam a ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito. Aquele dia tornou-se o dia em que eles se reuniam para regozijarem-se na ressurreição de Cristo, pelo poder do Espírito Santo.
O mesmo acontece até hoje. Ainda permanece em vigor o mandamento original de honrar a Deus por separarmos um dia entre sete para adorá-Lo, visto que essa exigência fazia parte dos dez mandamentos preceituados nos padrões da lei moral de Deus para os homens. Um dia entre sete tem de ser consagrado a adoração e culto a Ele. Tanto a criação quanto a redenção comprovam que Deus precisa ser honrado dessa maneira.
Desde a criação do mundo até a vinda de Cristo, esse dia era o último da semana. Os crentes do Antigo Testamento olhavam para frente, para o descanso que o Salvador traria.
Mas Cristo já veio. Ele ressuscitou vitoriosamente sobre to- dos os seus inimigos. Essa vitória foi conquistada no primeiro dia da semana. Nesse dia, o Senhor Jesus foi ao encontro de seus discípulos, que estavam reunidos para ter comunhão com Ele.

Portanto, temos de celebrar o descanso que Ele conquistou para nós. [...]Devemos entrar no seu descanso por oferecer-lhe nossa adoração no primeiro dia da semana. Esse é o único padrão demonstrado nas Escrituras do Novo Testamento em referência ao dia de adoração para o povo de Deus.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O NATAL VEIO DO PAGANISMO, EXISTE PROVAS!


 
Enciclopédia Católica (edição de 1911): "A  festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja...  os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos  relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do  Natal".

Orígenes, um dos chamados pais da Igreja (ver  mesma enciclopédia acima): "... não vemos nas  Escrituras ninguém que haja celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete  no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram  com grande regozijo o dia em que nasceram neste  mundo".
Autoridades históricas demonstram que, durante os  primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa  só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje  é conhecido como Igreja Romana (isto é, no século 4o). Somente no  século 5o foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para  sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra  ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de  Cristo.
Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o  aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data  exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia.  Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas  somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a  MORTE do nosso Salvador, e a biblicamente pregar esta MORTE  e seu significado, a vitoriosa RESSURREIÇÃO do nosso Salvador, Sua próxima VINDA  gloriosa, sua mensagem de SALVAÇÃO para os que crêem verdadeiramente e PERDIÇÃO  para os não crentes verdadeiros.

 JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO

Quando  Ele nasceu "[...]havia naquela mesma comarca pastores  que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu  rebanho."  (Lucas 2:8). Isto  jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam  seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os  abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas  chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370).
A Bíblia mesmo prova, em  Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava  impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas  noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado  para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

  COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS?


 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious  Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog)  explica claramente em seu artigo sobre o Natal:


"Não se pode determinar com precisão até  que ponto a data desta festividade teve origem na pagã 'Brumália' (25 de  dezembro), que seguia a 'Saturnália' (17 a 24 de dezembro) e comemorava o  nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs  de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes  populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam  tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar  celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. 

[...] Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a  frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os  cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de  culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Recordemos  que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos  eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo  governo e pelos pagãos.

Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século  4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de  igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este [cristianismo  popularizado] e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos  em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o  principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria  [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam  suprimi-la."
O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog  Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do  maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos  do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao  [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do  nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de  Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental!  Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto  ao sol. Apenas mudou o nome.

[...]Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto  ela não deixará de ser lebre.
A Enciclopédia Britânica  diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos  puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era  chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... Os sírios e os armênios  idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os  romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos  discípulos de Cerinto."

 
  A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL

O Natal é  uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia, fundado por  Nimrode, neto de Cam, filho de Noé. O nome Nimrode se deriva da palavra "marad",  que significa "rebelar". Nimrode foi poderoso caçador CONTRA Deus (Gn 10:9).  Para combater a ordem de espalhar-se:


- criou a  instituição de ajuntamentos (cidades);
- construiu a torre de Babel (a  Babilônia original) como um quádruplo desafio a Deus (ajuntamento, tocar aos  céus, fama eterna, adoração aos astros);
- fundou Nínive e muitas outras  cidades;
- organizou o primeiro reino deste mundo.

A  Babilônia é um sistema organizado de impérios e governos humanos, de explorações  econômicas, e de todos os matizes de idolatria e ocultismo.
Nimrode era  tão pervertido que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome  era Semiramis. Depois de prematuramente morto, sua mãe-esposa propagou a  perversa doutrina da reencarnação de Nimrode em seu filho Tamuz. Ela  declarou que, em cada aniversário de seu natal (nascimento), Nimrode  desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25  de dezembro. Aqui está a verdadeira origem da árvore de Natal.
Semiramis  se converteu na "rainha do céu" e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o  "divino filho do céu". Depois de várias gerações desta adoração idólatra,  Nimrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o deus-sol. Neste  falso sistema babilônico, a mãe e o filho (Semiramis e Nimrode encarnado em seu  filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração.

Esta veneração  de "a Madona e Seu Filho" (o par "mãe influente + filho poderoso e obediente à  mãe") se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e  línguas. Por surpreendentemente que pareça, encontramos o equivalente da  "Madona", da Mariolatria, muito antes do nascimento de Jesus Cristo!
Nos  séculos 4o e 5o os pagãos do mundo romano se "converteram"  em massa ao "cristianismo", levando consigo suas antigas crenças e costumes  pagãos, dissimulando-os sob nome cristãos. Foi quando se popularizou também a  idéia de "a Madona e Seu Filho", especialmente na época do Natal. Os cartões de  Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
[...]A  verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia  organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos!

 No Egito  sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da "rainha do céu") nasceu em  25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido já celebravam esta data  séculos antes do nascimento de Cristo.
Jesus, o verdadeiro Messias, não  nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o  natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia  ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de  atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE (1Co 11:24-26; Joã  13:14-17).



 OUTROS COSTUMES PAGÃOS, NO NATAL: GUIRLANDA, VELAS, PAPAI NOEL

 A GUIRLANDA (coroa verde adornada com fitas e bolas  coloridas) que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse  Frederick J. Haskins em seu livro "Answer to Questions" (Respostas a Algumas  Perguntas):

 "[A guirlanda] remonta aos costumes pagãos de  adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao  mesmo tempo do [atual] Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é  anterior à era Cristã."
Também as VELAS, símbolo tradicional  do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar  ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à  noite.
PAPAI NOEL  é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5o. A  Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz: "São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e  latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava  ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em  secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi  transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São  Nicolau..."
Os pais castigam a seus filhos por dizerem  mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a  mentira de "Papai-Noel", dos "Reis Magos" e do "Menino Deus"!

[...]Por isso não é de  se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero  mito.      -      Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a  verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: "Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus  Cristo!"-  

[...] É cristão ensinar às crianças mitos e  mentiras? Deus disse: "... nem mentireis, nem usareis  de falsidade cada um  com o seu próximo;"(Lev  19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:  "Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu  fim são os caminhos da morte."(Prov  16:25).
Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar  o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão
Ele constitui um  dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem  caído!

     O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?


As falsas  religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de  idolatria:
"Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os  outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua  sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras  adulteram."(Os  4:13)

"Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do SENHOR teu  Deus, que fizeres para ti."  (Deut 16:21)

Essas árvores ou  pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo  natalino – possui a mesma conotação.

 É BÍBLICA A TROCA DE PRESENTES?

Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: "A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal  como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o  demonstra com clareza o conselho de Tertuliano".
O costume  de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem  absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de  Jesus Cristo nem O honra!

(Suponhamos que alguma pessoa que você estima está  aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios  amigo?Omitiria a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo  deste ponto de vista?!)
Contudo, isto é precisamente o que as pessoas  fazem em todo o mundo.
[...]Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito  dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos  ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a  Sua obra, no mês de dezembro.

Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus.  Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não  se lembram de Cristo nem de Sua obra.

Depois, durante janeiro a fevereiro,  tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se  refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até  março.
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos  presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
"E, tendo nascido Jesus em  Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do  oriente a Jerusalém, [...] E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe  e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros,  ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra."

 POR QUE OS MAGOS LEVARAM PRESENTES A CRISTO?

Por ser o  dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram muitas semanas ou  meses depois do seu nascimento (Mt 2:16). [...]Ao contrário do que mostram os  presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.

Então,  os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado?  Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem  entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO.
Por que? O  mencionado comentário bíblico de Adan Clarke, vol. 5, pg.46, diz: "Versículo 11 ("ofereceram-lhe presentes").

No Oriente não se  costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias.  Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no  Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul."
Aí está! Os  magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de  presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam tão somente de acordo com um  antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao  apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos judeus.  Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou ao rei  Salomão, e assim como o fazem aqueles que hoje visitam um chefe de  estado.
O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o  nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume  pagão.



  [...]UM "NATAL CORRIGIDAMENTE CRISTÃO"  PODERIA REALMENTE HONRAR A  CRISTO?


Há  pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo,  agora elas não observam o Natal para honrarem um falso deus, o deus sol, senão  para honrarem a Jesus Cristo. Mas diz Deus:
"Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não  perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: [...]'Assim como serviram estas nações os  seus deuses, do mesmo modo também farei eu.'    Assim não farás ao SENHOR teu  Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele odeia, fizeram eles a  seus deuses; ...".  (Deut  12:30-31)
"Assim diz o SENHOR: 'Não aprendais o caminho dos gentios, ...     Porque os costumes dos povos são vaidade; ...'" (Jr 10:2-3).
Deus disse-nos  claramente que não aceitará este tipo de adoração: ainda que tenha hoje a  intenção de honrá-Lo, teve origem pagã e, como tal, é abominável e honra não a  Ele mas sim aos falsos deuses pagãos.
Deus não quer que O honremos "como  nos orienta a nossa própria consciência":
"Deus é Espírito; e importa que os que O adoram O adorem em  espírito e em verdade". (Joã 4.24).
O que é a verdade?  Jesus disse que a Sua palavra, a Bíblia, é a verdade (Joã 17:17).  E a Bíblia  diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar a Cristo,  adotem um costume pagão:
"Mas em vão me adoram, ensinando doutrina que  são preceitos dos homens." (Mt 15:9).

A comemoração do  Natal é um mandamento (uma tradição) de homens e isto não agrada a  Deus
"E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de  Deus" (Mat 15:6).
"Assim não farás ao SENHOR teu Deus; porque  tudo o que é abominável ao SENHOR, e que ele odeia, fizeram eles a seus  deuses..."  (Deut  12:31)

Não podemos honrar e agradar a Deus com elementos  de celebrações pagãs!

 
ESTAMOS NA BABILÔNIA, SEM O SABERMOS

Nem  precisamos elaborar: quem pode deixar de ver nauseabundos comercialismo,  idolatria, e contemporização, por trás do "Natal"?[...] E que diz Deus? Devemos  "adaptar e corrigir o erro"? Ou devemos praticar "tolerância zero, separação  total"?
"Sai dela, povo meu,  para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas  suas pragas." (Ap  18:4)



 AFINAL, A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU JESUS?


Jesus  Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, a qual acontecia a cada ano, no final  do 7º mês (Iterem) do calendário judaico, que corresponde [mais ou menos, pois o  calendário deles é lunar, o nosso é solar] ao mês de setembro do nosso  calendário. A festa dos Tabernáculos (ou das Cabanas) significava Deus habitando  com o Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel  se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto, dias em que o Senhor habitou  no Tabernáculo no meio de Seu povo (Lev 23:39-44; Nee 8:13-18 ).
Em João  1:14 ("E o Verbo se  fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito  do Pai, cheio de graça e de verdade.")  vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no  grego é skenoo = tabernáculo. Devemos ler "E o Verbo  se fez carne, e TABERNACULOU entre nós, e...". A festa dos  Tabernáculos cumpriu-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Isa 7:14)  que  significa "Deus conosco". Em Cristo se cumpriu não apenas a festa  dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte  (Mat. 26:2; 1Cor  5:7), e a festa do Pentecostes, quando Cristo imergiu dentro do Espírito Santo a  todos os que haveriam de ser salvos na dispensação da igreja (Atos  2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar  cronologicamente o nascimento de Jesus:


·Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por  1 semana, 2 vezes ao ano. Durante os sábados especiais, todos os turnos  ministravam juntamente; 1Cr 24:1-19.


·O oitavo turno pertencia a Abias (1Cr 24:10)


·O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico –  mês de Abibe Êxo 12:1-2; 13:4; Deut 16:1'
Zacarias,  pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o "turno de  Abias" (Tamuz, i.é, junho) (Luc 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa  e (conforme a promessa que Deus lhe fez) sua esposa Isabel, que era estéril,  concebeu João Batista (Luc 1:23-24) no final do mês Tamus (junho) ou início do  mês Abe (julho). Jesus foi concebido 6 meses depois (Luc 1:24-38), no fim de  Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro). [...]Nove meses depois, no  final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos  Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o  Emanuel ("Deus conosco").


                DEUS ABENÇOE A TODOS EM NOME DE JESUS!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

'PERDÃO'...

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" (Mateus 6.14)

“Perdão”. Palavrinha difícil esta... É incrível como muitas pessoas, não poucas, tem uma dificuldade gigantesca em lidar com este assunto. Não raro, vejo muita gente sendo devorada e corroída por dentro através das feridas inflamadas e purulentas que estão guardadas nas lembranças. Às vezes estas memórias estão escondias atrás de grandes muralhas de rejeição, impaciência, depressão, melancolia, autocomiseração, irritabilidade e algumas vezes transmitem uma falsa sensação de força, mas sempre acabam se revelando na brutalidade com que a dor retorna de vez em quando e a gente tenta esquecê-la sem sucesso.

Cresci ouvindo a sabedoria popular e ela dizia: “quem bate esquece, mas quem apanha não.” Esta é uma verdade que acompanha invariavelmente qualquer ser que tenha consciência de si memo.

A ofensa, o tapa, a humilhação, a traição, o roubo, o abuso, o abandono, a injustiça... Seja qual for o nome que você dê à sua ferida de estimação, por mais que se coloque sobre ela o peso do tempo ou da dureza de levar a vida amargamente, dificilmente ela vai cicatrizar, no máximo vai criar uma leve casca, mas ao menor toque vem à tona a dor novamente carregando consigo todo o potencial doloroso da lembrança de quando a ferida foi aberta.

Alguns vão vivendo como podem, ou melhor, vão morrendo aos poucos como podem. São leprosos de alma, vão levando a vida tomando sobre si armaduras e carapaças como pesadas vestiduras, erguendo seus castelos e fortalezas contra o menor sinal de um novo dano ou machucado. Nem dá para saber se é autodefesa ou autopunição. Muitos vão chorando pelos cantos, sozinhos na escuridão da noite, enxugando suas lágrimas internas e externas como dá, tentando não deixar ninguém perceber a sequidão que é viver assim. É preciso manter as aparências, dizem eles. Outros provocam o mundo com as mesmas dores com que foram afligidos, é quando o traído, por exemplo, tem uma neurótica e compulsiva vontade de trair também para mostrar, inconscientemente ou não, ao mundo que isto dói e muito. Ou quando o humilhado ameniza sua dor humilhando e pisando em qualquer outra criatura que venha ao seu encontro.

A mágoa e o rancor sempre procuram um culpado, disso não se escapa. O problema é que, às vezes, na falta de se encontrar um “bode expiatório”, muitos culpam a si próprios. Com ou sem razão muitos outros, pela falta de coragem para assumir seus erros, vão espalhando suas culpas obsessivas por seus familiares, amigos e inimigos próximos. Nem o próprio Deus, o Criador, escapa do alvo daqueles que querem achar, de qualquer jeito, um culpado para sua tristeza e dor. Estes vão sorteando nomes e culpados para suas feridas como quem distribui as cartas de um baralho numa mesa de Poker.

Faz tempo que muitos desistiram de viver, alguns literalmente, carcomidos por suas dores internas. Já dizia o sábio Shakespeare: “Guardar uma mágoa é como tomar um copo de veneno e torcer para que o seu agressor morra.” Parece irracional, mas o que o famoso escritor inglês descreveu nesta frase é a lógica inversa da cura para toda essa dor que tanta gente carrega e alimenta durante anos a fio. É provado cientificamente que o rancor arquivado pode ser somatizado pelo corpo através de doenças como câncer, gastrite, enxaqueca, cólicas agudas, doenças da pele, distúrbios hormonais, depressão e outras neuropatias sérias.

Etimologicamente perdão é o ato de não imputar a um transgressor a necessidade de pagar pelo erro cometido, ou seja, perdoar é o mesmo que liberar um condenado ou um réu de cumprir uma sentença, é como dizer a um presidiário amarrado na cadeira elétrica: “amigo, levanta daí, não vamos mais ligar a corrente elétrica em você. Você será liberado agora!” Aí está o grande problema encontrado na palavrinha “perdão”: quem perdoa perde muito. O perdão fere nosso senso comum de justiça, principalmente quando os ofendidos somos nós. Quem perdoa, na verdade, assume para si próprio o valor e a dor da punição. Perdoar é como ser ofendido duas vezes, a primeira pelo desafeto recebido, a segunda por abrir mão do justo direito de revidar ou se vingar.

Mas, acredite em mim! Por experiência própria e por ver muitos outros amigos vencendo seus dramas interiores e encontrando denovo o caminho da cura integral. Posso afirmar com a autoridade de quem já experimentou e tem aprendido a experimentar a dádiva de perdoar: existe muito mais benefício em não “cobrar a ofensa” do que alimentá-la dentro de você. Tenho consciência de que não é uma atitude fácil de se tomar, é verdade. Algumas vezes a sensação de náusea, confusão mental e de dor é muito mais forte do que qualquer argumento lógico e racional a favor de liberar ou não o seu perdão.

Não digo isso porque me considero bonzinho, realmente não sou! Tenho meus defeitos como qualquer outra pessoa. O que tenho aprendido até aqui é que, na maioria das vezes, esta capacidade para tomar tal atitude simplesmente não vem de nós. A única força capaz de superar a mágoa e remover toda raiz de amargura é o amor. Ele, o amor, vence todas as coisas, vence até a morte. Não é por acaso que João, o apóstolo, escreve em sua epístola afirmando categoricamente que Deus é amor. Sim, a essência de Deus é o amor.

A única fonte verdadeiramente confiável de amor é Deus, muitos são os textos revelados por toda a Bíblia que expressam este envolvente e imensurável amor de Deus pela sua criação e de forma especial pelo ser humano. Este amor sobrenatural nos ensina a viver e caminhar em direção à cura de nossas feridas emocionais e existenciais.

De forma contundente, o apóstolo Paulo afirma em sua carta aos Romanos, capítulo cinco, verso oito, dizendo: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Não houve merecimento nosso, não foi o esforço humano que provocou uma reação de perdão de Deus para nós. Foi simplesmente por amor e espontaneamente. A teologia moderna chama isto de solidariedade de Deus em relação ao ser humano, mas a Palavra Revelada chama a isto de Graça. Sem preço, sem barganha, Ele, Deus, fez isto antes que qualquer um de nós pedíssemos ou merecêssemos.

A boa notícia é que em Jesus, Deus ofereceu perdão gratuito a toda humanidade, isto inclui a você e eu. É este mesmo amor que nos convida, igualmente, a perdoar quem nos tem ofendido. O perdão que liberamos hoje retorna como bálsamo, alívio e cura para nossas dores.

Em Jesus, o perdão não é condicional, é mandamento incondicional pois somos perdoados com a mesma medida em que perdoamos. Quando perdoamos nos enchemos mais um pouco de Deus, é como se Deus reconhecesse em nós algo em comum e viesse nos dar um “olá!”.

Então... Quer ser curado? Perdoe! Quer ser liberto? Perdoe! Quer ser realmente feliz? Perdoe!
Talvez você até encontre alguma dificuldade para dar este primeiro passo, mas tenha certeza que o Doce e Santo Espírito de Deus é quem nos auxilia em nossas fraquezas. Ninguém melhor que o Criador para sondar sua mente e espírito nesta hora e saber exatamente do que você precisa. Ele já lhe deu neste dia um coração batendo, isto já é o suficiente para você, como eu, reconhecer que sem Ele nada somos. Acredite!

Mesmo no conturbado e obscuro mundo em que vivemos, mesmo diante da morte, da dor, de poderes sobrenaturais da maldade, com a perturbação do passado, do amedrontado presente ou da incerteza do futuro, nada é capaz de nos separar deste gigantesco amor de Deus por nós. Precisamos dele, esta é a mais pura realidade. A única coisa a fazer então é dizer: Deus, me ajude! O resto já é com ele.


O Deus que ensina a perdoar te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Shalom Adonai

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Carta sobre Mulheres no Ofício da Igreja







por Rev. Angus Stewart
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto

(...)Sacerdotes liberais que defendem ou permitem mulheres no ofício da igreja são, como Satanás no Jardim do Éden, inimigos das mulheres, tentando-as a duvidar e desobedecer à Palavra infalível de Deus.

Assim, algumas mulheres são levadas a tomar para si a pregação do evangelho, a administração dos sacramentos e o governo da igreja, contrário à
declaração de Cristo, através do Seu apóstolo Paulo:

 “Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio” (1 Timóteo 2:12)

Visto que o Senhor Jesus não contradiz a Sua Palavra, não somente ele não chama mulheres para os ofícios de pastor, presbítero e diácono, mas também não as sustenta nesses ofícios por Sua graça.

Tais pobres mulheres ficam abandonadas na difícil tarefa de liderança pública numa congregação, correndo sem serem enviadas por Deus e lutando sem serem equipadas por Cristo.


Mulheres no ofício da igreja estão numa posição nada invejável:
[...]sobre uma congregação,contrariamente às Escrituras, e sob o julgamento de Deus contra
mercenários, com uma má consciência (a menos que tenha sido “cauterizada”;(1 Timóteo 4:2) e sem a assistência do Espírito Santo (o único que pode capacitar um verdadeiro oficial a realizar a sua obra).

Sacerdotisas feministas, ao aprovar a pregação feminina, também trarão mulheres à “vergonha” que acompanha esse pecado – vergonha para a própria mulher, seu marido e família, bem como a congregação e denominação. Ouçam a Cristo, o Cabeça de Sua igreja:

“As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas;
porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei.
E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”
 (1 Coríntios 14:34-35).

Aqueles que buscam o bem-estar espiritual e eterno das mulheres cristãs, bem como o crescimento de casamentos fortes, lares piedosos e igrejas fiéis, devem encorajar as irmãs crentes a amar e se submeter a Cristo e à Sua Palavra, e a exercer
suas santas graças e ricos dons em seu chamado no ofício de crente – a verdadeira beleza e dignidade das filhas libertadas de Sara, livres do cativeiro do pecado e das glórias e filosofias vãs do mundo.


Covenant Protestant Reformed Church, Ballymena
Transcrito na integra

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos...Jo 15:16



Tente responder às seguintes perguntas:









1.         Quem ensinou a Martinho Lutero sua teologia e o inspirou a traduzir o Novo Testamento?

2.          Quem visitou Dwigth  L. Moody em uma loja de sapatos e falou-lhe sobre Cristo?

3.            Em quais livros da Bíblia não encontramos a palavra Deus?


4.      Quem ajudou Charles Wesley em sua carreira como compositor de hinos?

5.        Quem eram os pais do fiel e dedicado profeta Daniel?

Então, como foram suas respostas? Cerca de 50%? Talvez 25%? Nada? Agora pare e reflita. Senão fossem essas pessoas desconhecidas “ninguém” ou um grande pedaço da história da igreja estaria faltando. E muitas vidas não teriam sido alcançadas. Você sequer parou para pensar em como suas atitudes pode mudar a história? Consegue entender que um gesto transforma o mundo? Muitas vezes nos julgamos “sozinhos” não poderemos fazer nada, mas, um exemplo nosso, mesmo que pareça imperceptível, pode incentivas a outros que, de igual modo, motivarão a outros tantos a deixar-se usar por Deus para iluminar a terra.

E que importância eu tenho? O que realmente interessa é que Deus dirija-nos. Somos parte do plano divino para a salvação daqueles que ainda não conhecem O Caminho. E me sinto muito feliz mesmo que a grande maioria não me conheça, isso não tem a menor importância, é grande privilégio em  fazer parte da história planejada pelo Senhor.



E se você não sabe, até agora, responder as cinco perguntas desta mensagem esteja certo de que SEU NOME poderá constar da sexta pergunta, quando você aceitar a Jesus Cristo o único caminho que leva ao Pai, e  muitos não saberão responder; porque ainda nem ouviram falar do amor de de Deus que entregou seu unigenito para a remissão do meu pecado e dos teus e de toda a humanidade, mas quando O conhecerem e aceitarem como seu unico e suficiente Salvador  terão  seus nomes gravados no LIVRO DA VIDA DE DEUS, por toda a eternidade.



Shalom Adonai




Como Encontrar os Eleitos

 

por Kenneth D. Johns

[...]Com freqüência, ouvimos a acusação de que a doutrina da eleição sufoca o espírito de evangelismo. Reivindica-se (e isto sem dúvida já ocorreu) que essa doutrina paralisou algumas igrejas ou departamentos missionários em seu alcance evangelístico. Eles disseram: Não é nossa tarefa salvar os pagãos; quando Deus estiver pronto para salvar os eleitos, Ele o fará por Si mesmo.. Por isso, assentaram-se e nada fizeram. E, como resultado, a doutrina ganhou má reputação. Presume-se que a letargia de tais homens é causada por sua crença na eleição. Mas será que isso é verdade? É a doutrina ou os homens que merecem a culpa? Será que homens bons às vezes não fazem uso errôneo de uma doutrina correta? Não é possível que homens indiferentes e cabeças-duras torçam a verdade em benefício de si mesmos?
  Os eleitos estão em nossas comunidades. Podemos encontrá- los à medida que oramos e confiamos na orientação do Espírito e na capacidade da Providência. Um incrédulo haverá de se mudar, para morar ao lado de um verdadeiro cristão, e encontrará a vida. Uma mudança em nossos compromissos de trabalho, em uma loja, colocará uma alma vazia ao lado de uma alma plena... Após algum tempo, ambas estarão plenas. Uma conversa casual no cabeleireiro resultar á em uma alma sedenta encontrando água viva. Inconsciente do poder que o controla, um orientador pedagógico do 2º grau colocará uma jovem perdida em uma classe onde ela se assentará ao lado de uma cristã piedosa. Através da amiga cristã, a jovem perdida encontrará o Grande Amigo. Estas são coincidências? A fé declara: Não... O Pai está atraindo a Si mesmo aqueles a quem escolheu. Uma parcela de júbilo é prometida àqueles que oram e dependem do Espírito. Portanto, os eleitos em nossa comunidade serão encontrados.

O que Jesus disse a Paulo, em Corinto, Ele o diz a nós hoje: Tenho muito povo em sua cidade. Os eleitos estão vivendo nessas ruas corrompidas. Os apartamentos, os lares de sua cidade são habitados por aqueles que são os escolhidos de Deus. Neste exato momento, você não pode identificá-los. Não pelo endereço, estilo de vida ou moralidade deles. Tampouco por estarem buscando a verdade. Para você, eles parecem mortos. Mas incuti em seus corações que venham a Mim; e eles virão. Apenas creia e seja fiel. Reconheça a sua própria incapacidade e ore. Permita que meu Espírito o guie à rua Trôade; alguns dos eleitos moram ali. Você encontrará outro na cadeia que fica na Av. Filipos. Eles o expulsarão daquele lugar, mas, ao fazerem isso, você encontrará mais eleitos na alameda Tessalônica. Faça uma visita à casa de Jasom. Novamente você terá de fugir para não ser morto, mas será extremamente frutífero na rodovia Nobre, em Beréia; não perca essa oportunidade.  O Condomínio Cultural de apartamentos em Atenas será um teste árduo e não muito produtivo. Mas ali eu tenho uma pessoa sofisticada, Dionísio, e uma mulher, Damaris, e um casal de outros que pretendo trazer ao aprisco. Por isso, passe por lá e anuncie a minha Palavra. Não se preocupe com o que lhe chamarão; já lhe dei um novo nome. Seja forte nos condom ínios de Corinto. É um lugar maligno. Mas naquelas casas habitam muitos que viverão em minha casa eternamente. Eu lhe asseguro que o administrador, Gálio, não o perturbará. Seja forte. " Não deixe de pregar a mensagem. Estarei com você em todos esses lugares. Juntos, Eu e você, encontraremos os meus eleitos. Todos que o Pai me deu virão a Mim através de você"...
Os únicos precedentes neotestamentários para a proclamação do evangelho são: vida santa, oração e testemunho ousado.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O FILME QUE MUDOU A AUSTRÁLIA e pode MUDAR O MUNDO.


Vale a pena assistir e repassar, principalmente para os mais jovens...

 

GANHE 5 MINUTOS DE SUA VIDA, E ASSISTA A ESTE VÍDEO...

CARRO...UMA MÁQUINA QUE MATA!!!

 PROCURE MOSTRAR PARA SEUS AMIGOS E FILHOS.

[...]CHOCANTE E REAL

Uma das maiores empresas de marketing do mundo resolveu passar uma mensagem para todos através de um vídeo criado pelo TAC (Transport Accident Commission), com cenas reais, e teve um efeito fantástico na Austrália.
Depois desta mensagem, 40% da população da Austrália deixou de usar drogas e de consumir álcool nas datas comemorativas.

Espero que todos assistam, mesmo que não se alcoolizem ou usem algum tipo de drogas, entrtanto que reflitam e repasse para aos seus contatos.
Oriente os seus filhos, sobrinhos, amigos etc...
Repasse à todos que você sabe que bebe e dirige...


colaboração Francisco Sconza Netto

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PENSA?


[...]Para se manter em pé é preciso estar de joelhos a sombra da cruz que nos faz  enormes...E a silueta que se apresenta é gigantesca simplesmente porque é Deus quem nos põe em pé!

Luiza Valle FFaria

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE O NATAL


     Existem muitas especulações acerca desse assunto e são diversos os artigos e opiniões  tornando-o mais e mais polêmico. O objetivo é apenas esclarecer as dúvidas existentes, eliminando toda atmosfera misteriosa acerca dessa temática.

O QUE É O NATAL?

      A palavra NATAL vem do latim “natale”, relativo ao nascimento. O mundo ocidental cristão define o natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorrem, todos os anos, no dia 25 de dezembro. Nessa mesma data é celebrado em vários lugares do mundo o que poderíamos chamar de a maior festa da cristandade, o nascimento de Jesus.

QUANDO JESUS NASCEU?

 

        A bíblia não relata o dia e o ano em que Cristo nasceu, também não existem fontes históricas que revelam tal data, mas sabemos que não foi em Dezembro, pois nesta época do ano, em Israel, o inverno é rigoroso e a bíblia no relato do nascimento de Cristo diz que havia pastores no campo cuidando das ovelhas na madrugada (Lc 2:8-20).
 Não foi em Dezembro, pois as ovelhas ficavam alojadas nessa época.



       





Por não saber exatamente a data do nascimento, algumas teorias foram levantadas, especulando que o nascimento de Jesus foi em Abril, Outubro ou Setembro. Uns tentam justificar tais datas por meio da astronomia, explicando a aparição da estrela que ocorreu no nascimento de Cristo, outros por sua vez, vão a história Romana em busca da data do decreto de Cezar Augusto acerca da ordem de recenseamento, motivo pelo qual Maria e José deixaram Nazaré da Galiléia para ir à Belém da Judéia onde Cristo nasceu. Mas tais teorias não passam de meras especulações.

        O que sabemos de fato é que existe uma grande falha em nosso calendário Romano, historiadores ao comparar os registros bíblicos do evangelho e os registros extra-bíblicos, descobriram que Jesus nasceu 4 a 7 anos antes do ano “zero” do calendário Romano, pois os registros bíblicos dos evangelhos menciona a morte de Herodes, o grande, depois do nascimento de Cristo (MT 2:19), mas nos registros extra-bíblico encontramos o relato da morte de Herodes antes do ano “zero” do calendário Romano, a bíblia de fato está correta acerca da morte de Herodes depois do nascimento de Cristo.

       Porém foi cometido um sério erro de cálculo na formação do calendário Romano por volta do VI século, onde começaram a contar o ano “zero”, 4 a 7 anos depois do verdadeiro ano do nascimento de Cristo. Isso nos leva a entender que Jesus realmente nasceu aproximadamente 4 a 7 anos antes do ano “zero”, ano este, que para o calendário Romano foi o ano do nascimento de Cristo, e que hoje estamos 4 a 7 anos a frente do nosso tempo, ou seja quando chegarmos em 2010 será 2014 a 2017 aproximadamente.

        Outra verdade é que também não encontramos em nenhuma fonte histórica, interesses nos cristãos primitivos de celebrar a festividade do nascimento de Cristo, tal começou a ser comemorada no século IV, mas sempre foi do conhecimento de todos que 25 de dezembro era apenas uma data simbólica.

POR QUE 25 DE DEZEMBRO?



        A comemoração do Natal “nascimento de Jesus” surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração aos deuses pagãos e suas festividades profanas realizadas nessa mesma data.

      Alguns líderes da igreja se opuseram a idéia e a data em que era celebrado o Natal. Resistiram a idéia, porque somente Faraós, Herodes e deuses pagãos comemoravam aniversário e a data, porque era uma data de muitas festividades pagãs entre os Celta, Germânicos, Romanos, Gregos e etc. Apesar de muitos misticismos pagãos relacionados a essa data, o que sabemos de fato é que Cristo nasceu. Evidentemente não sabemos o dia e o ano, mas isso realmente não importa, pois independente de data, lugar e forma, Ele nasceu para reinar e como disse o sábio Angelus Silesius: "Ainda que Cristo nascesse mil vezes em Belém, senão nascer dentro de ti, sua alma segue perdida".

        Quanto ao fato do Natal ser no dia 25 de dezembro, mesma data de festividades pagãs, qual é o problema? Poderia ser qualquer dia, pois todos os dias são do Senhor, Oxalá que o período de carnaval fosse substituído por um grande encontro de pessoas que se reunisse para comemorar seja o que for, Seu nascimento, Sua morte, Sua ressurreição ou a Sua volta, desde que Seu nome em qualquer comemoração seja exaltado, não vejo mal algum.

COMO SURGIU O PAPAI NOEL?



        Estudiosos afirmam que a figura de papai Noel, foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem caridoso que distribuiu suas riquezas aos pobres e viveu para ajudar os carentes e necessitados, usava vestes vermelhas, cores dos mantos tradicionais dos bispos naquela época e costumava jogar saquinhos com moedas nas chaminés das casas. Após sua morte se tornou um santo e em sua homenagem fundaram a associação São Nicolau, que surgiu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

COMO SURGIU A ÁRVORE DE NATAL?



        A árvore de Natal é um pinheiro, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas na noite de Natal. A tradição da árvore pinheiro tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal. Eram utilizadas em cultos pagãos, em celebrações e enfeites, vejamos:

        Os romanos enfeitavam árvores em honra a Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje se prepara a árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.
Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular do pinheiro com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular pinheiro.
Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.
Árvores de Natal como hoje se conhece


A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central. Há notícias de árvores de Natal na Lituânia em 1510.
Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes, trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento de Jesus, e a utilizou como ilustração em diversos sermões pregados em vários lugares, pois o pinheiro é a árvore símbolo da vida, pois mesmo no inverno que é Natal no hemisfério norte e apesar das densas neves, o pinheiro não perde suas folhas, portanto é uma grande representação da vida do cristão. Tal costume começou a enraizar-se na Alemanha, as famílias ricas e pobres decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam à inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.



        No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

        Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA, mas não se consolidou uniformemente dada à divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923, não somente nos EUA, mas em toda a América.



É PECADO COMEMORAR O NATAL?



        Sabemos que não existe fundamento bíblico para que seja comemorado o Natal - “nascimento de Cristo”, mas também não há nenhuma proibição de comemorá-lo, exceto a de “apartai-vos dos ídolos” (Ez 14.6; I Jo 5.21),ou seja, tal comemoração pode se tornar uma idolatria e isso é abominação ao Senhor Deus, contudo fica evidente que comemorar não é pecado mas, como se comemora pode se tornar um grande pecado. Alguns substitui Cristo por Papai Noel, outros aproveitam a situação para a glutonaria, bebedices, depravação, promiscuidade, idolatram a data, Papai Noel e os rituais natalísticos, e etc. ISSO É PECADO!
         Portanto a grande questão não é comemorar, mas como se comemora.
    Acredito que essa fase do ano é mais específica e oportuna para anunciarmos a verdade. Se o Natal é o nascimento de Cristo, isso comemoro todos os dias, e não simplesmente no dia 25 de Dezembro, mas vale salientar que, particularmente não comemoro os “rituais natalísticos”, mas comemoro o momento entre amigos e familiares, comemoro a sensibilidade humana e solidária dessa época e a oportunidade de anunciar que Cristo vive e voltará.

O CRISTÃO PODE DECORAR A CASA COM ENFEITES NATALINOS?





       




Acerca desse assunto não trago uma palavra de proibição, mas de recomendação, é preciso tomar cuidado para que em meio a tantos preparativos, decorações e enfeites natalinos, não venhamos pecar ao colocar símbolos pagãos dentro do nosso lar. A bíblia diz “não meterás coisa abominável em tua casa, para que não seja amaldiçoado...” (Dt 7.26), enfeitar a casa ou não, é uma opção de cada um, a depender de sua fé e de sua maturidade. A bíblia diz que “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas,... está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado”. (Rm 14: 22,23).

        Existem alguns argumentos que alegam que os enfeites e árvores são e possuem simbologias satânicas. Sinceramente desconheço a veracidade destas informações. Porém vale salientar que o mundo está cheio de simbologias e que os símbolos só possuem valor quando nos apegamos ao que ele representa. Portanto o pecado não está relacionado a enfeitar ou não a sua casa, mas as motivações que o leva a enfeitar.[...] Se suas intenções forem idolatrar as ornamentações, rituais e simbologias natalinas, ofuscando a presença de Cristo, evidentemente estarás pecando, tendo em vista que a bíblia recomenda “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (I Co10:14), todavia se suas motivações estiverem relacionadas ao simples fato de criar um ambiente e um cenário de confraternização familiar, louvando e agradecendo a Deus pela sua infinita bondade, sinceramente não vejo mal algum, mas para aqueles que julgam tais atitudes recomendo o conselho do Apóstolo Paulo "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," (Cl 2 :16).
PENSA:

        Celebrar o Natal é anunciar a verdade a todos e a todo tempo que Cristo vive e reina. É ensinar as nossas crianças que papai Noel não existe, mas papai do céu é vivo e real. É aceitar seu plano de salvação para nossas vidas e viver conforme a sua vontade.

        Desejo a todos, um Feliz Natal todos os dias e que ele não seja celebrado somente naqueles dias em que os enfeites natalinos dominam as ruas da cidade, em que as canções são entoadas na esperança de uma vida melhor, e os corações tornam-se mais sensíveis e solidários_emocionais, mas que o Natal seja algo presente em nossas vidas como o menino Emanuel “Deus conosco”, pois dessa forma, poderemos celebrar a cada instante, não somente o Seu nascimento mas principalmente o Seu reinado eterno em nossas vidas.

Shalom Adonai