segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

'PERDÃO'...

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" (Mateus 6.14)

“Perdão”. Palavrinha difícil esta... É incrível como muitas pessoas, não poucas, tem uma dificuldade gigantesca em lidar com este assunto. Não raro, vejo muita gente sendo devorada e corroída por dentro através das feridas inflamadas e purulentas que estão guardadas nas lembranças. Às vezes estas memórias estão escondias atrás de grandes muralhas de rejeição, impaciência, depressão, melancolia, autocomiseração, irritabilidade e algumas vezes transmitem uma falsa sensação de força, mas sempre acabam se revelando na brutalidade com que a dor retorna de vez em quando e a gente tenta esquecê-la sem sucesso.

Cresci ouvindo a sabedoria popular e ela dizia: “quem bate esquece, mas quem apanha não.” Esta é uma verdade que acompanha invariavelmente qualquer ser que tenha consciência de si memo.

A ofensa, o tapa, a humilhação, a traição, o roubo, o abuso, o abandono, a injustiça... Seja qual for o nome que você dê à sua ferida de estimação, por mais que se coloque sobre ela o peso do tempo ou da dureza de levar a vida amargamente, dificilmente ela vai cicatrizar, no máximo vai criar uma leve casca, mas ao menor toque vem à tona a dor novamente carregando consigo todo o potencial doloroso da lembrança de quando a ferida foi aberta.

Alguns vão vivendo como podem, ou melhor, vão morrendo aos poucos como podem. São leprosos de alma, vão levando a vida tomando sobre si armaduras e carapaças como pesadas vestiduras, erguendo seus castelos e fortalezas contra o menor sinal de um novo dano ou machucado. Nem dá para saber se é autodefesa ou autopunição. Muitos vão chorando pelos cantos, sozinhos na escuridão da noite, enxugando suas lágrimas internas e externas como dá, tentando não deixar ninguém perceber a sequidão que é viver assim. É preciso manter as aparências, dizem eles. Outros provocam o mundo com as mesmas dores com que foram afligidos, é quando o traído, por exemplo, tem uma neurótica e compulsiva vontade de trair também para mostrar, inconscientemente ou não, ao mundo que isto dói e muito. Ou quando o humilhado ameniza sua dor humilhando e pisando em qualquer outra criatura que venha ao seu encontro.

A mágoa e o rancor sempre procuram um culpado, disso não se escapa. O problema é que, às vezes, na falta de se encontrar um “bode expiatório”, muitos culpam a si próprios. Com ou sem razão muitos outros, pela falta de coragem para assumir seus erros, vão espalhando suas culpas obsessivas por seus familiares, amigos e inimigos próximos. Nem o próprio Deus, o Criador, escapa do alvo daqueles que querem achar, de qualquer jeito, um culpado para sua tristeza e dor. Estes vão sorteando nomes e culpados para suas feridas como quem distribui as cartas de um baralho numa mesa de Poker.

Faz tempo que muitos desistiram de viver, alguns literalmente, carcomidos por suas dores internas. Já dizia o sábio Shakespeare: “Guardar uma mágoa é como tomar um copo de veneno e torcer para que o seu agressor morra.” Parece irracional, mas o que o famoso escritor inglês descreveu nesta frase é a lógica inversa da cura para toda essa dor que tanta gente carrega e alimenta durante anos a fio. É provado cientificamente que o rancor arquivado pode ser somatizado pelo corpo através de doenças como câncer, gastrite, enxaqueca, cólicas agudas, doenças da pele, distúrbios hormonais, depressão e outras neuropatias sérias.

Etimologicamente perdão é o ato de não imputar a um transgressor a necessidade de pagar pelo erro cometido, ou seja, perdoar é o mesmo que liberar um condenado ou um réu de cumprir uma sentença, é como dizer a um presidiário amarrado na cadeira elétrica: “amigo, levanta daí, não vamos mais ligar a corrente elétrica em você. Você será liberado agora!” Aí está o grande problema encontrado na palavrinha “perdão”: quem perdoa perde muito. O perdão fere nosso senso comum de justiça, principalmente quando os ofendidos somos nós. Quem perdoa, na verdade, assume para si próprio o valor e a dor da punição. Perdoar é como ser ofendido duas vezes, a primeira pelo desafeto recebido, a segunda por abrir mão do justo direito de revidar ou se vingar.

Mas, acredite em mim! Por experiência própria e por ver muitos outros amigos vencendo seus dramas interiores e encontrando denovo o caminho da cura integral. Posso afirmar com a autoridade de quem já experimentou e tem aprendido a experimentar a dádiva de perdoar: existe muito mais benefício em não “cobrar a ofensa” do que alimentá-la dentro de você. Tenho consciência de que não é uma atitude fácil de se tomar, é verdade. Algumas vezes a sensação de náusea, confusão mental e de dor é muito mais forte do que qualquer argumento lógico e racional a favor de liberar ou não o seu perdão.

Não digo isso porque me considero bonzinho, realmente não sou! Tenho meus defeitos como qualquer outra pessoa. O que tenho aprendido até aqui é que, na maioria das vezes, esta capacidade para tomar tal atitude simplesmente não vem de nós. A única força capaz de superar a mágoa e remover toda raiz de amargura é o amor. Ele, o amor, vence todas as coisas, vence até a morte. Não é por acaso que João, o apóstolo, escreve em sua epístola afirmando categoricamente que Deus é amor. Sim, a essência de Deus é o amor.

A única fonte verdadeiramente confiável de amor é Deus, muitos são os textos revelados por toda a Bíblia que expressam este envolvente e imensurável amor de Deus pela sua criação e de forma especial pelo ser humano. Este amor sobrenatural nos ensina a viver e caminhar em direção à cura de nossas feridas emocionais e existenciais.

De forma contundente, o apóstolo Paulo afirma em sua carta aos Romanos, capítulo cinco, verso oito, dizendo: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." Não houve merecimento nosso, não foi o esforço humano que provocou uma reação de perdão de Deus para nós. Foi simplesmente por amor e espontaneamente. A teologia moderna chama isto de solidariedade de Deus em relação ao ser humano, mas a Palavra Revelada chama a isto de Graça. Sem preço, sem barganha, Ele, Deus, fez isto antes que qualquer um de nós pedíssemos ou merecêssemos.

A boa notícia é que em Jesus, Deus ofereceu perdão gratuito a toda humanidade, isto inclui a você e eu. É este mesmo amor que nos convida, igualmente, a perdoar quem nos tem ofendido. O perdão que liberamos hoje retorna como bálsamo, alívio e cura para nossas dores.

Em Jesus, o perdão não é condicional, é mandamento incondicional pois somos perdoados com a mesma medida em que perdoamos. Quando perdoamos nos enchemos mais um pouco de Deus, é como se Deus reconhecesse em nós algo em comum e viesse nos dar um “olá!”.

Então... Quer ser curado? Perdoe! Quer ser liberto? Perdoe! Quer ser realmente feliz? Perdoe!
Talvez você até encontre alguma dificuldade para dar este primeiro passo, mas tenha certeza que o Doce e Santo Espírito de Deus é quem nos auxilia em nossas fraquezas. Ninguém melhor que o Criador para sondar sua mente e espírito nesta hora e saber exatamente do que você precisa. Ele já lhe deu neste dia um coração batendo, isto já é o suficiente para você, como eu, reconhecer que sem Ele nada somos. Acredite!

Mesmo no conturbado e obscuro mundo em que vivemos, mesmo diante da morte, da dor, de poderes sobrenaturais da maldade, com a perturbação do passado, do amedrontado presente ou da incerteza do futuro, nada é capaz de nos separar deste gigantesco amor de Deus por nós. Precisamos dele, esta é a mais pura realidade. A única coisa a fazer então é dizer: Deus, me ajude! O resto já é com ele.


O Deus que ensina a perdoar te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Shalom Adonai

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Carta sobre Mulheres no Ofício da Igreja







por Rev. Angus Stewart
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto

(...)Sacerdotes liberais que defendem ou permitem mulheres no ofício da igreja são, como Satanás no Jardim do Éden, inimigos das mulheres, tentando-as a duvidar e desobedecer à Palavra infalível de Deus.

Assim, algumas mulheres são levadas a tomar para si a pregação do evangelho, a administração dos sacramentos e o governo da igreja, contrário à
declaração de Cristo, através do Seu apóstolo Paulo:

 “Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio” (1 Timóteo 2:12)

Visto que o Senhor Jesus não contradiz a Sua Palavra, não somente ele não chama mulheres para os ofícios de pastor, presbítero e diácono, mas também não as sustenta nesses ofícios por Sua graça.

Tais pobres mulheres ficam abandonadas na difícil tarefa de liderança pública numa congregação, correndo sem serem enviadas por Deus e lutando sem serem equipadas por Cristo.


Mulheres no ofício da igreja estão numa posição nada invejável:
[...]sobre uma congregação,contrariamente às Escrituras, e sob o julgamento de Deus contra
mercenários, com uma má consciência (a menos que tenha sido “cauterizada”;(1 Timóteo 4:2) e sem a assistência do Espírito Santo (o único que pode capacitar um verdadeiro oficial a realizar a sua obra).

Sacerdotisas feministas, ao aprovar a pregação feminina, também trarão mulheres à “vergonha” que acompanha esse pecado – vergonha para a própria mulher, seu marido e família, bem como a congregação e denominação. Ouçam a Cristo, o Cabeça de Sua igreja:

“As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas;
porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei.
E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”
 (1 Coríntios 14:34-35).

Aqueles que buscam o bem-estar espiritual e eterno das mulheres cristãs, bem como o crescimento de casamentos fortes, lares piedosos e igrejas fiéis, devem encorajar as irmãs crentes a amar e se submeter a Cristo e à Sua Palavra, e a exercer
suas santas graças e ricos dons em seu chamado no ofício de crente – a verdadeira beleza e dignidade das filhas libertadas de Sara, livres do cativeiro do pecado e das glórias e filosofias vãs do mundo.


Covenant Protestant Reformed Church, Ballymena
Transcrito na integra

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Vós não me escolhestes a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos...Jo 15:16



Tente responder às seguintes perguntas:









1.         Quem ensinou a Martinho Lutero sua teologia e o inspirou a traduzir o Novo Testamento?

2.          Quem visitou Dwigth  L. Moody em uma loja de sapatos e falou-lhe sobre Cristo?

3.            Em quais livros da Bíblia não encontramos a palavra Deus?


4.      Quem ajudou Charles Wesley em sua carreira como compositor de hinos?

5.        Quem eram os pais do fiel e dedicado profeta Daniel?

Então, como foram suas respostas? Cerca de 50%? Talvez 25%? Nada? Agora pare e reflita. Senão fossem essas pessoas desconhecidas “ninguém” ou um grande pedaço da história da igreja estaria faltando. E muitas vidas não teriam sido alcançadas. Você sequer parou para pensar em como suas atitudes pode mudar a história? Consegue entender que um gesto transforma o mundo? Muitas vezes nos julgamos “sozinhos” não poderemos fazer nada, mas, um exemplo nosso, mesmo que pareça imperceptível, pode incentivas a outros que, de igual modo, motivarão a outros tantos a deixar-se usar por Deus para iluminar a terra.

E que importância eu tenho? O que realmente interessa é que Deus dirija-nos. Somos parte do plano divino para a salvação daqueles que ainda não conhecem O Caminho. E me sinto muito feliz mesmo que a grande maioria não me conheça, isso não tem a menor importância, é grande privilégio em  fazer parte da história planejada pelo Senhor.



E se você não sabe, até agora, responder as cinco perguntas desta mensagem esteja certo de que SEU NOME poderá constar da sexta pergunta, quando você aceitar a Jesus Cristo o único caminho que leva ao Pai, e  muitos não saberão responder; porque ainda nem ouviram falar do amor de de Deus que entregou seu unigenito para a remissão do meu pecado e dos teus e de toda a humanidade, mas quando O conhecerem e aceitarem como seu unico e suficiente Salvador  terão  seus nomes gravados no LIVRO DA VIDA DE DEUS, por toda a eternidade.



Shalom Adonai




Como Encontrar os Eleitos

 

por Kenneth D. Johns

[...]Com freqüência, ouvimos a acusação de que a doutrina da eleição sufoca o espírito de evangelismo. Reivindica-se (e isto sem dúvida já ocorreu) que essa doutrina paralisou algumas igrejas ou departamentos missionários em seu alcance evangelístico. Eles disseram: Não é nossa tarefa salvar os pagãos; quando Deus estiver pronto para salvar os eleitos, Ele o fará por Si mesmo.. Por isso, assentaram-se e nada fizeram. E, como resultado, a doutrina ganhou má reputação. Presume-se que a letargia de tais homens é causada por sua crença na eleição. Mas será que isso é verdade? É a doutrina ou os homens que merecem a culpa? Será que homens bons às vezes não fazem uso errôneo de uma doutrina correta? Não é possível que homens indiferentes e cabeças-duras torçam a verdade em benefício de si mesmos?
  Os eleitos estão em nossas comunidades. Podemos encontrá- los à medida que oramos e confiamos na orientação do Espírito e na capacidade da Providência. Um incrédulo haverá de se mudar, para morar ao lado de um verdadeiro cristão, e encontrará a vida. Uma mudança em nossos compromissos de trabalho, em uma loja, colocará uma alma vazia ao lado de uma alma plena... Após algum tempo, ambas estarão plenas. Uma conversa casual no cabeleireiro resultar á em uma alma sedenta encontrando água viva. Inconsciente do poder que o controla, um orientador pedagógico do 2º grau colocará uma jovem perdida em uma classe onde ela se assentará ao lado de uma cristã piedosa. Através da amiga cristã, a jovem perdida encontrará o Grande Amigo. Estas são coincidências? A fé declara: Não... O Pai está atraindo a Si mesmo aqueles a quem escolheu. Uma parcela de júbilo é prometida àqueles que oram e dependem do Espírito. Portanto, os eleitos em nossa comunidade serão encontrados.

O que Jesus disse a Paulo, em Corinto, Ele o diz a nós hoje: Tenho muito povo em sua cidade. Os eleitos estão vivendo nessas ruas corrompidas. Os apartamentos, os lares de sua cidade são habitados por aqueles que são os escolhidos de Deus. Neste exato momento, você não pode identificá-los. Não pelo endereço, estilo de vida ou moralidade deles. Tampouco por estarem buscando a verdade. Para você, eles parecem mortos. Mas incuti em seus corações que venham a Mim; e eles virão. Apenas creia e seja fiel. Reconheça a sua própria incapacidade e ore. Permita que meu Espírito o guie à rua Trôade; alguns dos eleitos moram ali. Você encontrará outro na cadeia que fica na Av. Filipos. Eles o expulsarão daquele lugar, mas, ao fazerem isso, você encontrará mais eleitos na alameda Tessalônica. Faça uma visita à casa de Jasom. Novamente você terá de fugir para não ser morto, mas será extremamente frutífero na rodovia Nobre, em Beréia; não perca essa oportunidade.  O Condomínio Cultural de apartamentos em Atenas será um teste árduo e não muito produtivo. Mas ali eu tenho uma pessoa sofisticada, Dionísio, e uma mulher, Damaris, e um casal de outros que pretendo trazer ao aprisco. Por isso, passe por lá e anuncie a minha Palavra. Não se preocupe com o que lhe chamarão; já lhe dei um novo nome. Seja forte nos condom ínios de Corinto. É um lugar maligno. Mas naquelas casas habitam muitos que viverão em minha casa eternamente. Eu lhe asseguro que o administrador, Gálio, não o perturbará. Seja forte. " Não deixe de pregar a mensagem. Estarei com você em todos esses lugares. Juntos, Eu e você, encontraremos os meus eleitos. Todos que o Pai me deu virão a Mim através de você"...
Os únicos precedentes neotestamentários para a proclamação do evangelho são: vida santa, oração e testemunho ousado.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O FILME QUE MUDOU A AUSTRÁLIA e pode MUDAR O MUNDO.


Vale a pena assistir e repassar, principalmente para os mais jovens...

 

GANHE 5 MINUTOS DE SUA VIDA, E ASSISTA A ESTE VÍDEO...

CARRO...UMA MÁQUINA QUE MATA!!!

 PROCURE MOSTRAR PARA SEUS AMIGOS E FILHOS.

[...]CHOCANTE E REAL

Uma das maiores empresas de marketing do mundo resolveu passar uma mensagem para todos através de um vídeo criado pelo TAC (Transport Accident Commission), com cenas reais, e teve um efeito fantástico na Austrália.
Depois desta mensagem, 40% da população da Austrália deixou de usar drogas e de consumir álcool nas datas comemorativas.

Espero que todos assistam, mesmo que não se alcoolizem ou usem algum tipo de drogas, entrtanto que reflitam e repasse para aos seus contatos.
Oriente os seus filhos, sobrinhos, amigos etc...
Repasse à todos que você sabe que bebe e dirige...


colaboração Francisco Sconza Netto

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

PENSA?


[...]Para se manter em pé é preciso estar de joelhos a sombra da cruz que nos faz  enormes...E a silueta que se apresenta é gigantesca simplesmente porque é Deus quem nos põe em pé!

Luiza Valle FFaria

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE O NATAL


     Existem muitas especulações acerca desse assunto e são diversos os artigos e opiniões  tornando-o mais e mais polêmico. O objetivo é apenas esclarecer as dúvidas existentes, eliminando toda atmosfera misteriosa acerca dessa temática.

O QUE É O NATAL?

      A palavra NATAL vem do latim “natale”, relativo ao nascimento. O mundo ocidental cristão define o natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorrem, todos os anos, no dia 25 de dezembro. Nessa mesma data é celebrado em vários lugares do mundo o que poderíamos chamar de a maior festa da cristandade, o nascimento de Jesus.

QUANDO JESUS NASCEU?

 

        A bíblia não relata o dia e o ano em que Cristo nasceu, também não existem fontes históricas que revelam tal data, mas sabemos que não foi em Dezembro, pois nesta época do ano, em Israel, o inverno é rigoroso e a bíblia no relato do nascimento de Cristo diz que havia pastores no campo cuidando das ovelhas na madrugada (Lc 2:8-20).
 Não foi em Dezembro, pois as ovelhas ficavam alojadas nessa época.



       





Por não saber exatamente a data do nascimento, algumas teorias foram levantadas, especulando que o nascimento de Jesus foi em Abril, Outubro ou Setembro. Uns tentam justificar tais datas por meio da astronomia, explicando a aparição da estrela que ocorreu no nascimento de Cristo, outros por sua vez, vão a história Romana em busca da data do decreto de Cezar Augusto acerca da ordem de recenseamento, motivo pelo qual Maria e José deixaram Nazaré da Galiléia para ir à Belém da Judéia onde Cristo nasceu. Mas tais teorias não passam de meras especulações.

        O que sabemos de fato é que existe uma grande falha em nosso calendário Romano, historiadores ao comparar os registros bíblicos do evangelho e os registros extra-bíblicos, descobriram que Jesus nasceu 4 a 7 anos antes do ano “zero” do calendário Romano, pois os registros bíblicos dos evangelhos menciona a morte de Herodes, o grande, depois do nascimento de Cristo (MT 2:19), mas nos registros extra-bíblico encontramos o relato da morte de Herodes antes do ano “zero” do calendário Romano, a bíblia de fato está correta acerca da morte de Herodes depois do nascimento de Cristo.

       Porém foi cometido um sério erro de cálculo na formação do calendário Romano por volta do VI século, onde começaram a contar o ano “zero”, 4 a 7 anos depois do verdadeiro ano do nascimento de Cristo. Isso nos leva a entender que Jesus realmente nasceu aproximadamente 4 a 7 anos antes do ano “zero”, ano este, que para o calendário Romano foi o ano do nascimento de Cristo, e que hoje estamos 4 a 7 anos a frente do nosso tempo, ou seja quando chegarmos em 2010 será 2014 a 2017 aproximadamente.

        Outra verdade é que também não encontramos em nenhuma fonte histórica, interesses nos cristãos primitivos de celebrar a festividade do nascimento de Cristo, tal começou a ser comemorada no século IV, mas sempre foi do conhecimento de todos que 25 de dezembro era apenas uma data simbólica.

POR QUE 25 DE DEZEMBRO?



        A comemoração do Natal “nascimento de Jesus” surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração aos deuses pagãos e suas festividades profanas realizadas nessa mesma data.

      Alguns líderes da igreja se opuseram a idéia e a data em que era celebrado o Natal. Resistiram a idéia, porque somente Faraós, Herodes e deuses pagãos comemoravam aniversário e a data, porque era uma data de muitas festividades pagãs entre os Celta, Germânicos, Romanos, Gregos e etc. Apesar de muitos misticismos pagãos relacionados a essa data, o que sabemos de fato é que Cristo nasceu. Evidentemente não sabemos o dia e o ano, mas isso realmente não importa, pois independente de data, lugar e forma, Ele nasceu para reinar e como disse o sábio Angelus Silesius: "Ainda que Cristo nascesse mil vezes em Belém, senão nascer dentro de ti, sua alma segue perdida".

        Quanto ao fato do Natal ser no dia 25 de dezembro, mesma data de festividades pagãs, qual é o problema? Poderia ser qualquer dia, pois todos os dias são do Senhor, Oxalá que o período de carnaval fosse substituído por um grande encontro de pessoas que se reunisse para comemorar seja o que for, Seu nascimento, Sua morte, Sua ressurreição ou a Sua volta, desde que Seu nome em qualquer comemoração seja exaltado, não vejo mal algum.

COMO SURGIU O PAPAI NOEL?



        Estudiosos afirmam que a figura de papai Noel, foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem caridoso que distribuiu suas riquezas aos pobres e viveu para ajudar os carentes e necessitados, usava vestes vermelhas, cores dos mantos tradicionais dos bispos naquela época e costumava jogar saquinhos com moedas nas chaminés das casas. Após sua morte se tornou um santo e em sua homenagem fundaram a associação São Nicolau, que surgiu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

COMO SURGIU A ÁRVORE DE NATAL?



        A árvore de Natal é um pinheiro, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas na noite de Natal. A tradição da árvore pinheiro tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal. Eram utilizadas em cultos pagãos, em celebrações e enfeites, vejamos:

        Os romanos enfeitavam árvores em honra a Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje se prepara a árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.
Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular do pinheiro com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular pinheiro.
Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.
Árvores de Natal como hoje se conhece


A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central. Há notícias de árvores de Natal na Lituânia em 1510.
Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes, trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento de Jesus, e a utilizou como ilustração em diversos sermões pregados em vários lugares, pois o pinheiro é a árvore símbolo da vida, pois mesmo no inverno que é Natal no hemisfério norte e apesar das densas neves, o pinheiro não perde suas folhas, portanto é uma grande representação da vida do cristão. Tal costume começou a enraizar-se na Alemanha, as famílias ricas e pobres decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam à inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.



        No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

        Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA, mas não se consolidou uniformemente dada à divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923, não somente nos EUA, mas em toda a América.



É PECADO COMEMORAR O NATAL?



        Sabemos que não existe fundamento bíblico para que seja comemorado o Natal - “nascimento de Cristo”, mas também não há nenhuma proibição de comemorá-lo, exceto a de “apartai-vos dos ídolos” (Ez 14.6; I Jo 5.21),ou seja, tal comemoração pode se tornar uma idolatria e isso é abominação ao Senhor Deus, contudo fica evidente que comemorar não é pecado mas, como se comemora pode se tornar um grande pecado. Alguns substitui Cristo por Papai Noel, outros aproveitam a situação para a glutonaria, bebedices, depravação, promiscuidade, idolatram a data, Papai Noel e os rituais natalísticos, e etc. ISSO É PECADO!
         Portanto a grande questão não é comemorar, mas como se comemora.
    Acredito que essa fase do ano é mais específica e oportuna para anunciarmos a verdade. Se o Natal é o nascimento de Cristo, isso comemoro todos os dias, e não simplesmente no dia 25 de Dezembro, mas vale salientar que, particularmente não comemoro os “rituais natalísticos”, mas comemoro o momento entre amigos e familiares, comemoro a sensibilidade humana e solidária dessa época e a oportunidade de anunciar que Cristo vive e voltará.

O CRISTÃO PODE DECORAR A CASA COM ENFEITES NATALINOS?





       




Acerca desse assunto não trago uma palavra de proibição, mas de recomendação, é preciso tomar cuidado para que em meio a tantos preparativos, decorações e enfeites natalinos, não venhamos pecar ao colocar símbolos pagãos dentro do nosso lar. A bíblia diz “não meterás coisa abominável em tua casa, para que não seja amaldiçoado...” (Dt 7.26), enfeitar a casa ou não, é uma opção de cada um, a depender de sua fé e de sua maturidade. A bíblia diz que “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas,... está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado”. (Rm 14: 22,23).

        Existem alguns argumentos que alegam que os enfeites e árvores são e possuem simbologias satânicas. Sinceramente desconheço a veracidade destas informações. Porém vale salientar que o mundo está cheio de simbologias e que os símbolos só possuem valor quando nos apegamos ao que ele representa. Portanto o pecado não está relacionado a enfeitar ou não a sua casa, mas as motivações que o leva a enfeitar.[...] Se suas intenções forem idolatrar as ornamentações, rituais e simbologias natalinas, ofuscando a presença de Cristo, evidentemente estarás pecando, tendo em vista que a bíblia recomenda “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (I Co10:14), todavia se suas motivações estiverem relacionadas ao simples fato de criar um ambiente e um cenário de confraternização familiar, louvando e agradecendo a Deus pela sua infinita bondade, sinceramente não vejo mal algum, mas para aqueles que julgam tais atitudes recomendo o conselho do Apóstolo Paulo "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," (Cl 2 :16).
PENSA:

        Celebrar o Natal é anunciar a verdade a todos e a todo tempo que Cristo vive e reina. É ensinar as nossas crianças que papai Noel não existe, mas papai do céu é vivo e real. É aceitar seu plano de salvação para nossas vidas e viver conforme a sua vontade.

        Desejo a todos, um Feliz Natal todos os dias e que ele não seja celebrado somente naqueles dias em que os enfeites natalinos dominam as ruas da cidade, em que as canções são entoadas na esperança de uma vida melhor, e os corações tornam-se mais sensíveis e solidários_emocionais, mas que o Natal seja algo presente em nossas vidas como o menino Emanuel “Deus conosco”, pois dessa forma, poderemos celebrar a cada instante, não somente o Seu nascimento mas principalmente o Seu reinado eterno em nossas vidas.

Shalom Adonai

O arcabouço teólogico dos praticante​s de Batalha Espiritual




Uma  análise acerca de alguns dos principais equívocos dos teólogos do chamado  movimento de batalha espiritual à luz do livro de Jó.

O movimento recente de 'batalha espiritual' tem  conceitos controvertidos e aqui analisaremos alguns deles a partir das  escrituras, especialmente no Livro de Jó, buscando responder, ainda que de forma  sucinta, questões inquietantes da alma humana, tais como: Por que o justo sofre?  Por que Deus permite tal sofrimento? E por que devemos crer em Deus mesmo sem  haver qualquer benefício visível?


Augustus Nicodemus Lopes define o arcabouço  teológico dos praticantes de Batalha Espiritual como ekbalístico, termo derivado  do verbo grego que significa expulsar, atacar, expelir.


Aqueles que se identificam com esse movimento,  tais como Peter Wagner, Neuza Itioka, Valnice Milhomens, dentre outros, eles não  se definem desta maneira, mas pode-se notar que partem da premissa de que o mal  e a adversidade tem origem no diabo, o qual encontra “brechas” na vida do ser  humano abertas pelo pecado.


Neste meio entende-se 'pecado' como toda ação ou  omissão contrária a Palavra de Deus, mas não é levado em consideração a  pluralidade hermenêutica dos textos bíblicos, portanto na prática, “pecado” passa ser tudo aquilo que o líder, geralmente alguém denominado ‘Apóstolo’, considera, entende e interpreta como sendo contrário a Palavra de Deus, sendo  então essa ação ou omissão a responsável pela “brecha” aberta para atuação  demoníaca e o consequente sofrimento humano.


Naturalmente, tal movimento tem aqui um sério  problema doutrinário-conceitual, pois é fácil demonstrar pelas escrituras que em  última instância Deus é o responsável pelo sofrimento humano.


Porém, antes que alguns leitores queiram me  atirar pedras por tal “blasfêmia”, quero convida-los a um breve estudo do livro  de Jó.


À primeira vista, o Livro de Jó parece apenas  relatar a história de um homem reto que suporta sofrimento intenso. Mas, na  verdade o ponto central  é a sabedoria e soberania de Deus.


Jó identificou Deus como Aquele responsável  por todo o seu sofrimento. Em momento algum Jó culpa Satanás, nem sequer tenta  expulsar, atacar ou expelir aquele que havia lhe desferido duros golpes (Jó  2:10).


O Livro de Jó responde a uma questão  inquietante quando apresenta a realidade de que os justos e íntegros também  sofrem, sendo que a Soberania de Deus contrasta com as respostas fáceis,  superficiais e nada consoladoras dos amigos de Jó (Jó 42:7-8).


A teologia do recente movimento de 'batalha  espiritual' (especialmente no Brasil) é a teologia dos amigos de Jó, posto que se  baseaiam na lógica de causa-efeito e entendem que o sofrimento humano é sempre  produto do pecado. E este ganha espaço no vida do crente pela ação de demônios,  que senão podem possuir o crente, podem demoniza-lo ou oprimi-lo para que se  mantenha em pecado; E foi partindo dessa premissa que tais ministérios de  libertação desenvolveram “técnicas de libertação” fundamentadas num legalismo  cheio de regrinhas de conduta pseudo-santificadoras do tipo “não toque”, “não  veja”, “não faça” “não coma” etc...


Sem dúvida, a santidade é um tema importante  para a fé cristã e que não deve ser negligenciado pelo Cristão, posto que sem  ela ninguém verá a Deus (Hb. 12:14). Contudo, a santidade não pode ser tratada  sob o ponto de vista utilitarista, tal como se santidade fosse um mecanismo para  evitar o sofrimento mantendo satanás afastado de nossas vidas.


[...]É claro que devemos ser santos, porque Ele é  Santo! Mas devemos ser santos tão somente em sinal de gratidão Àquele que pela  Graça, e sem nenhum motivo nos redimiu, anulando a sentença condenatória que já  estava transitada em julgado contra nós.


É por essa razão também que devemos crer nEle,  mesmo que não haja nenhum motivo visível, uma vez que de Deus somos filhos, e não  animais amestrados, os quais somente obedecem ao dono mediante paga ou promessa de  recompensa.


[...]Santidade tem que ser vivida com o propósito  de adorar a Deus, não para manter satanás afastado, evitando assim sofrimentos.


Aquele que vive a santidade com propósito de  adorar a Deus está colocando seus olhos em Deus, e sua motivação está tão somente  no Senhor, ao contrário daquele que se santifica por causa do diabo, buscando se “santificar” para ficar cada vez mais “poderoso” espiritualmente para derrotar o  diabo em batalhas e escaramuças.


Outro conceito controvertido do recente  movimento  de Batalha Espiritual é sua  cosmovisão  dualista/maniqueísta.


Segundo a "Apóstola" Neuza Itioka, e também nos livros de  Rebecca Brown e Eduardo Mastral, a presença, e força do diabo no mundo é  retratada de tal modo que os cristãos se tornam psicológicamente reféns das  forças diabólicas, vendo-se compelidos a praticarem rituais diários, tal como “se revestir da armadura de Deus”, a fim de se proteger dos “ataques  espirituais”; [...]Nota-se que tal prática não é muito diferente dos pagãos  esotéricos que penduram no pescoço pedras energizadas, tomam banho de ervas e/ou  confeccionam patuás para se protegerem do mal.




A armadura descrita por Paulo em Efésios não é  uma vestimenta-mística-espiritual, mas sim uma série de valores que o Cristão  deve internalizar moldando seu caráter. Verdade, justiça, fé, dentre outros  valores foram usados por Paulo alegóricamente a uma armadura romana, afim de  transmitir a mensagem de que o cristão deve viver por estes valores e que são  eles que preservam o cristão no dia mau.


Além disso, Deus e o diabo não estão em  guerra, posto que Jesus já despojou todos os principados e potestades e com Ele  triunfamos na cruz (Cl 2:14,15). O diabo está subordinado a Deus e sua atuação  está limitada pela vontade soberana de Deus, como em Jó cap. 1.  
Portanto, em  última instância, Deus é o responsável pelo sofrimento, sendo o diabo mero  executor da vontade de Deus. Em Isaías 45:7, Deus diz: "Eu formo a luz e crio as  trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas."


Mas antes que agora tentem colocar Deus no  banco dos réus, primeiro respondam as questões que Ele mesmo propós para Jó (Jó  38:1 - 40:2; Jó 40:6 – 41:34). Assim perceberão que a sabedoria e soberania do  Senhor, ainda que nos sobrevenham tempos difíceis e dias maus, ela silencia o  homem e faz que ele coloque a mão na boca (Jó 40:4).


Não se pode negar a atuação de satanás, mas Jó  discerniu a verdadeira causa de seu sofrimento e não perdeu tempo buscando  identificar o pecado que abriu a “brecha” em sua vida para satanás, tal como  seus amigos persistentemente propunham.

No livro de Jó há sabedoria e soberania  absolutas de Deus, inclusive diante do sofrimento humano causado por Ele, elas  desconstruiram completamente os discursos pseudo-espirituais de Elifaz, Bildade  e Zofar (Jó 42:7-8), os quais infelizmente ainda hoje são reproduzidos sob  pretexto de revelação e libertação espiritual.






por Mariel  M. Marra é teólogo, membro da Igreja Presbiteriana do Brasil

Shalom Adonai

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

35 Razões para não Pecar

1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.

6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 - Porque o meu pecado entristece os santos.

11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 - Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.




18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.


30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.


31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.














Renuncie seus direitos

Rejeite o pecado

Renove sua mente

Confie em Deus


por Pr. Jim Elliff é o fundador e presidente da organização Christian Comunicators Worldwide (CCW). Obteve seu mestrado pelo Southwestern Baptist Theological Seminary. É membro da diretoria da FIRE (Fellowship of Independent Reformed Evangelicals) e é fundador do ministério Christ Fellowship, uma igreja constituída de congregações nos lares; é autor de vários livros, alguns deles publicados em português pela Editora Fiel. Jim é casado com Pam e o casal tem três filhos.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ide e pregaí o Evangelho...

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. [I Cor. 13:1]

Creio que um pregador não é tanto um construtor de sermões quanto um construtor de vidas... Para pessoas da maneira como Deus deseja que elas sejam, ele o pregador primeiramente deve amá-las. Não é suficiente amar o ato de pregar. Nós devemos amar a vida daqueles a quem pregamos. Sem amor, pregar é um mero barulho...

O que estamos fazendo quando falamos de Cristo, a nossos amigos, parentes e conhecidos e as pessoas que se relacionam conosco no ambiente de trabalho? Estamos dizendo à eles que o amamos, e que nos precocupamos com suas vidas e com a sua felicidade. E que desejamos para eles que encontrem a Cristo o unico caminho que leva à Deus. Ou, simplesmente emitimos visões pessoais, vãs filosofias que ecoam barulhentas...

Pregar o Evangelho não consiste em decorar versículos bíblicos do quais alguns aplicam como chavões que não edifica. Está escrito: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará! Essa verdade a que ter conhecimento, discernimento para que produza efeito na vida daquele que ouve. É preciso haver  uma motivação, um desejo ardente no coração de ensinar Cristo é o nosso Salvador. Ele nos dá vida e alegria. Ele transforma a nossa mente, e nos faz novas criaturas. Com Ele estamos cheios de regozijo. Arde em nossos corações o desejo para que todos tenham a mesma bênção. Até a presença de Cristo em nossas vidas é que produz esse amor. Nada temos de bom se Cristo não estiver conosco.
O amor semeado pelo Senhor em nossos corações produz uma grande vontade de levar a palavra de salvação aos que não a têm. Por ísso pregamos! Esta escrito: Ide e pregaí o evangelho a toda a criatura! Por isso saímos a semear o amor que flui de nosso interior como rios de água viva.

Muitas vezes saímos a proclamar o evangelho apenas porque vemos outros fazê-lo ou, porque a igreja que congremos nos convocou para uma tarde de evangelização. Se é assim que acontece o que fazemos não passa de uma atividade mecânica, sem vida, sem sal, sem luz. O brilho  do Senhor não é percebido em nosso rosto, o nosso coração não palpita pelos aflitos, pelos incrédulos, pelos desesperançados.  Caminhamos completamente vazios do amor que deveria ser o combustível de nossa pregação. Não me refiro a pastores, mestres e tantos outros entitulaveis. Porque Jesus Cristo diz não nominalmente... Esta no imperativo: Ide e pregaí... Não foi especifico.

Pensa: Seu testemunho de vida é como um metal que soa, um mero barulho, ou uma sinfornia de amor à serviço do Senhor nosso Deus?  Porque atitudes impressionam os homens. Se é apenas o que desejas impressionar, então já recebeu o galardão que buscavas. No entanto se queres chamar a atenção de Deus... Faça tudo com o coração verdadeiro as mãos limpas e isso em verdade e em espirito; não para que sejas visto,  tão pouco reconhecido, apenas faça porque isso agrada a Deus que venhamos a cumprir: Ama teu próximo como a ti mesmo!

Luiza Valle FFaria