quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Vale meditar? Medite...


[...]Em matéria de HERMENÊUTICA [1. Interpretação do sentido das palavras. 2. Arte de interpretar leis, códices, textos sagrados], bíblica, eu sempre busquei encontrar qual o real sentido e compreensão que se deve atribuir a um dos assuntos certamente infinitamente complexo, o qual, ao meu ver e é tratado de uma forma taxativa em numerosos círculos religiosos cristãos, a saber, a questão do divórcio.

Eu particularmente, me apoio a idéia de que casamento não se resume somente ao sexo, sempre enxerguei com uma "certa reserva" o rigor e o extremismo em se conceber a ruptura conjugal (além do falecimento), unicamente na hipótese da relação extra-conjugal, visto que, segundo creio, o casamento consiste numa aliança sagrada (pacto, compromisso) alicerçado em valores INFINITAMENTE MAIS IMPORTANTES QUE O SEXO.

Seria realmente estranho, concluir-se precipitadamente em apego ultra-restrito a "algumas" das palavras vertidas pelo Cristo, e ainda destoando da sua devida conotação histórica, criar-se uma corrente e um cadeado chamado ‘sexo’ a nos prender em escravidão ao cônjuge enquanto outros valores de maior sublimidade seriam desconsiderados? Ou, ainda que postos em segundo plano, nessa equação chamada fidelidade, justamente contrariando aquilo que a Bíblia, de maneira cristalina e global considera de mais precioso, o Amor, o respeito, o companheirismo e assistência recíprocas, etc.

Pois bem Temos informações através dos notciarios de TV de situações em que o marido espanca a sua mulher, outros que NÃO zelam pelo sustento da família, outros que são indiferentes ao bem estar emocional, psicológico da consorte. Enfim, abusos de toda sorte, indiferença, constrangimento, coação e injustiças sob os mais variados ângulos.

Poderia estes maridos (ou melhor, opressores) serem considerados como infratores aos votos conjugais? Decerto que sim, conquanto não tivessem necessariamente incorrido na não menos inditosa infidelidade sexual? Assim, incorreram estes no adultério "Espiritual", que certamente, detém enorme seriedade de impacto numa união.

O que é inegável e se deve nutrir e exaltar no matrimônio é o princípio denominado DIGNIDADE... O casamento existe para ser honrado na plenitude da sua dignidade, pois ele tem as marcas e fundação divinas. É instituto edênico, ladeando o santificado sábado...


Ademais, considerando a realidade, desde quando ingressei na igreja, SEMPRE me chamou a atenção, e me deixou inquieta o texto de Mateus 19:9, quando o nosso Jesus Cristo se refere a uma tradicional PRÁTICA SOCIAL ENTRE OS JUDEUS chamada de "REPÚDIO", in verbis: "Mt. 19.9 “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério."

Neste diapasão, foi que busquei pesquisar sobre o assunto, mas a severidade da religiosidade a cada informação confesso não ficava a vontade. Até que fui agraciada pelo texto que recebi de meu esposo pr. Eliel. E o qual considero muitíssimo esclarecedor e seguramente afinado à minha posição, longe de representar suposta presunção a preponderar sobre a verdade e graça de Cristo, pelo contrário, apresentando-se, segundo creio, em inerrante harmonia com a verdade.


Aos que puderem, recomendo a leitura Jesus x Lei: Repúdio, Divórcio postagem anterior, e, se quiserem estejam livres aos comentários.

Shalom Adonai

O DIVÓRCIO, A LEI E JESUS




[...]O divórcio e um novo casamento são tópicos de muita discussão. O propósito deste artigo é inspirar o leitor a considerar a atitude da igreja frente a um novo casamento em vista do real sentido de termos originais hebraicos e gregos que definem corretamente a diferença entre “repúdio” e “divórcio”. “A lei veio por meio de Moisés, mas a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (João 1:17). Receberão graça os que estão sofrendo a tragédia matrimonial, como descreve a lei no Novo Testamento? Afirmamos que a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo! Então, como superabundará a graça àqueles que têm sofrido a tragédia de um fracasso matrimonial e um subseqüente divórcio?

Cristo não só ensinou com palavras, mas também com Sua vida. Ele deu novas idéias a Seus seguidores, rejeitou o antigo ditado popular de “olho por olho” realçando o amor, não a si mesmo, mas ao semelhante, tirando a mulher da condição de “objeto” para ser reconhecida como pessoa. Ele também ensinou a respeito da velha lei judaica.

Quando estudamos o que Jesus disse a respeito do divórcio, devemos também estudar a vida que Ele viveu junto com os que tinham matrimônios desfeitos, bem como o que ensinou sobre a lei judaica, especialmente no que se refere à lei do divórcio. Mas, o que há acerca de Suas palavras? Se uma pessoa divorciada se casa novamente, o que dizem suas palavras? “Todo aquele que repudiar sua mulher e se casar com outra, adultera; e aquele que se casar com a repudiada pelo marido, também adultera”. Podemos imitar a natureza compassiva e misericordiosa de Cristo, que enviou a mulher do poço de Jacó para Samaria a fim de que Dele testemunhasse. Mas Suas palavras acaso negam suas ações? Acaso as pessoas divorciadas que voltam a desposar alguém viverão por isso em adultério? Estarão proibidas, desse modo, de servir a Cristo?

Também precisamos dar ouvidos às palavras do apóstolo Paulo em I Timóteo 3:2 (“Mas é necessário que o ministro seja irrepreensível, marido de uma só mulher. . .”). O texto fala de uma pessoa que se divorciou e se casou novamente? Neste aspecto, Lucas faz somente um comentário muito conciso: “Porém, mais fácil é passar céus e terra, que se mude ou tire um só til da lei. Todo aquele que repudiar a sua mulher e se casar com outra, adultera; e aquele que se casar com a mulher repudiada, também adultera” (Lucas 16:17, 18).

Ele é conciso. Mas Jesus deixou claro que o Velho Testamento tinha algo significativo a dizer. Quando questionado pelos fariseus no evangelho de Marcos “se era lícito um marido repudiar a sua mulher” (Mar. 10:2) Jesus respondeu: “O que ordenou Moisés?” (Mar. 10:3). Eles responderam: “Moisés permite dar carta de divórcio e repudiá-la” (Mar. 10:4). Existia uma lei.

A lei se encontra em Deuteronômio 24:1-4 e era nesse contexto que Jesus vivia. Flávio Josefo, que também viveu nessa ocasião, referiu-se a ela como a “lei dos judeus”: “Aquele que deseja divorciar-se de sua esposa por qualquer razão (e em muitos casos isso ocorre com o homem) é permitido dar testemunho por escrito que não voltará a casar-se com aquela mulher. Portanto, ela estará em liberdade de se casar com outro homem. Contudo, antes dessa carta de divórcio ser-lhe dada, a ela não se permitirá casar novamente. . .” (Antigüidades dos Judeus, “The Life and Work of Flavius Josephus”, Livro IV, Cap. VIII, Sec. 23, pág. 134; trad. The Woman. Whiston; Holt, Rinehart e Wiston, N.Y.).
Eis a lei de que trata Deuteronômio: “Quando algum homem tomar uma mulher e se casar com ela e não se agradar por haver achado nela algo indecente, lhe escreverá uma carta de divórcio e entregará em suas mãos, e a mandará embora de casa. E saindo de sua casa, poderá casar-se com outro homem” (Deut. 24: 1 e 2).

A lei ainda vigorava ao tempo de Cristo. Portanto, devemos tratar com os “códigos da lei”. A Bíblia fala unicamente de um divórcio. Deus disse e o fez. Em Jeremias 2, Deus lembra a Judá que estava procurando problemas. Israel havia sido levado cativo. Deus disse a Jeremias que prevenisse Judá de que havia testemunhado a infidelidade de sua irmã Israel, e que Deus havia despedido e dado carta de divórcio a ela, e nem assim se arrependera (Jer. 3:6-8). Houve outras coisas que os homens fizeram com suas esposas. Muitos homens se casavam com mais de uma mulher e não se incomodavam em pensar em divórcio. Alguns foram servos de Deus: Salomão, Davi, Abraão e Esaú, por exemplo. Heróis das revoluções de Deus, mas também produto de suas culturas.

Se eles não se divorciavam, que faria um homem de sua época com sua esposa, quando resolvia casar com outra? Deixava-a de lado? Há uma palavra para isso no Velho Testamento, o termo hebraico shalach. É diferente da palavra hebraica para divórcio, que é keriythuwth, e que significa literalmente “incisão”, “corte do vínculo matrimonial”. O divórcio legal foi escrito como se pede em Deuteronômio 24, e o novo matrimônio permitido, shalach, é normalmente traduzido como “repudiada”. As mulheres eram “repudiadas” quando seus maridos se casavam com outras mulheres, repudiadas para estarem disponíveis se alguém delas necessitassem ou as quisessem. Repudiadas para serem daí simples propriedades, como escravas, ou repudiadas em total isolamento. Aquele foi um tempo cruel para a mulher. Elas eram repudiadas para favorecimento a outra mulher, mas não lhes era dada carta de divórcio e, conseqüentemente, tampouco tinham o direito de se casar novamente. Esta palavra descreve uma tradição cruel e comum, mas contrária à lei judaica. Algumas das injustiças e do terror experimentado por mulheres que foram “repudiadas” podem ser vistas nesta palavra hebraica shalach, descrita no Langenscheid Pocket Hebrew Dictionary (McGraw-Hill, 1969), que assim expõe:



A fé cristã tomou raízes e floresceu numa atmosfera quase totalmente pagã, onde a crueldade e a imoralidade sexual eram tomadas como presentes e direitos e onde a escravidão e a inferioridade da mulher eram quase universais, enquanto que a superstição e as religiões rivais com toda classe de falsas reivindicações existiam em todo o mundo.


Deus não gostava que “fossem repudiadas”. O profeta Malaquias com seu coração quebrantado instou com o povo de Deus para deixar essa prática. Ouçam Malaquias a implorar com eles. A palavra traduzida por “repudiando” em Mal. 2:16 não é a palavra hebraica para “divórcio”, que é shalach (repudiar): “E direis: Por que? Porque Jeová tem testificado entre ti e a mulher da tua juventude, contra a qual tens sido desleal, sendo ela tua companheira e a mulher do teu pacto. Não os fez um, havendo abundância de espírito? E por que um? Porque buscava uma descendência para Deus. Guardai, pois, em vossos espíritos e não sejais desleais”.
Mas Jesus veio, e Suas palavras não negaram Suas ações. Ele falou disso quando declarou: “Todo o que repudiar sua mulher, e se casar com outra, adultera; e o que se casa com a repudiada, adultera” (Luc. 16:18). Todo o que assim fizer, comete adultério! Esta prática era cruel e adúltera, mas não era o divórcio.
O termo do Novo Testamento traduzido na versão King James como “repudiar” é uma forma da palavra grega apoluo. Este é o termo em grego, língua do Novo Testamento, semelhante ao hebraico shalach (deixar, ou repudiar). Existe uma palavra hebraica no Velho Testamento para divórcio, keriythuwth, e uma palavra grega do Novo Testamento, apostasion. O Arnd’t Gingrich Lexicon, do Novo Testamento, cita o uso da palavra apostasion como termo técnico de uma carta ou escritura de divórcio que remonta a 258 AC. Apoluo, termo grego com o sentido de “deixar de lado” ou “repudiar”, não significa tecnicamente divórcio, apesar de amiúde ser usada sinonimamente. Naquela era de total domínio masculino, os homens geralmente tomavam outras esposas e não davam carta de divórcio quando as abandonavam, e casavam-se com outras. A lei judaica que requeria carta de divórcio (Deut. 24:1, 2) era por demais ignorada. Se um homem se casasse com outra mulher, o que importava? Se um homem “repudiava” (apoluo) sua esposa e não se incomodava em dar-lhe carta de divórcio, quem iria se opor? A mulher?

Jesus tinha algumas objeções a isso. Ele disse: “É mais fácil que passem os céus e a Terra do que não cumprir-se um til da lei” (Luc. 16:17). E disse mais: “Todo aquele que repudia a sua mulher e se casa com outra, adultera; e aquele que se casa com a mulher repudiada, adultera” (Luc. 16:18).

A diferença entre “repudiar” e “divorciar”, entre o grego apoluo e apostasion, é séria. Apoluo indicava que a mulher era escrava, repudiada, sem direitos, sem recursos, desprovida do direito básico do matrimônio monogâmico. Apostasion significava que o casamento havia terminado, o que permitia um matrimônio legal subseqüente. No papel existe a diferença. E a mulher que havia saído de casa, podia ir-se e casar com outro homem (Deut. 24:2). Essa era a lei. Como começamos a ler “todo aquele que se divorcia de sua mulher” nos lugares onde Jesus literalmente disse: “todo aquele que repudia ou abandona a sua mulher?" Existem outras passagens, além de Lucas 16: 17, 18, em que Jesus tratou deste assunto. Tais passagens incluem Mateus 19:9, Marcos 10:10-12 (onde é dito que Jesus deixou firmada a mesma lei para homens e mulheres), e em Mateus 5:32. Jesus empregou uma forma da palavra apoluo 11 vezes e em todas elas proibiu o apoluo--repúdio. Ele nunca proibiu o apostasion, carta de divórcio, requerida pela lei judaica.
Deveria a palavra grega apoluo traduzir-se como divórcio? Kenneth S. Wuest, na sua tradução ampliada do Novo Testamento, sempre traduziu “repudiada” ou “deixada”, mas nunca “divorciada”. A versão antiga e literal da American Standard Version (em inglês) sempre traduziu como “deixar”. A versão King James traduz “deixar”, e Jesus a emprega umas onze vezes. O número onze parece ser a fonte do problema. Em 1611, os tradutores da King James num trecho grafaram “divorciada” em lugar de “repudiada”, ou “posta de lado”, ou “deixada”. Em Mateus 5:32 escreveram “e todo aquele que se casar com uma mulher divorciada comete adultério”. A palavra não é o termo grego apostasion (divórcio), mas uma forma da mesma palavra grega apoluo a qual não inclui a carta de divórcio para a mulher. Ela, tecnicamente, ainda estaria casada.

Mateus 19:3-10 fala que os fariseus perguntaram a Jesus sobre este assunto, dizendo: “Assim, que não sendo dois, mas uma só carne; portanto, o que Deus uniu, não o separe o homem” (vs. 6).

Eles então perguntaram: “Por que Moisés ordenou que se desse uma carta de divórcio (apostasion) ao repudiar a mulher?” (vs. 7). Jesus replicou: “Por causa da dureza dos vossos corações” (vs. 8). O primeiro direito humano básico que Deus nos concedeu foi o de nos casarmos. Nenhuma outra companhia era adequada. Os direitos humanos estavam dirigidos só para os homens nesses dias. Jesus mudou isso. Ele requereu obediência à lei e direitos iguais no matrimônio para a mulher. A graça superabunda em Cristo.

Jesus disse àqueles homens que, quem repudiasse a sua esposa e se casasse com outra, cometia adultério! ADULTÉRIO!!! A lei (Deut. 22:22) se refere à pena de morte como castigo para o adultério, tanto para o homem quanto para a mulher. Esse era um fato amargo para os homens que faziam com suas mulheres o que bem queriam. Mat. 19:10 nos dá a saber o seguinte: Se é essa a condição do homem com sua mulher, não convém casar-se”. Eles não viviam numa cultura em que se esperava que o homem vivesse com uma só mulher pela vida toda, que direitos iguais fossem dados caso o casamento não perdurasse.
Como começamos a ler “a todo aquele que se divorcie de sua mulher” naquelas citações em que Jesus diz literalmente: “a todo aquele que abandone ou repudie a sua mulher?”

Parece que o lugar onde constava apoluo foi traduzido erroneamente por “divórcio” e em 1611 começou todo o processo. A Versão Americana Stardard corrigiu o erro em 1901. Não chegou a ser suficientemente popular para fazer muita diferença. Wuest foi cuidadoso em evitar citações erradas como temos notado acima. Mas quase tudo o que tem saído do prelo tem sido influenciado pela Versão Bíblica King James, e ainda os léxicos gregos e tradutores mais modernos parecem ter-se deixado influenciar pela ocorrência da tradução de apoluo como “divórcio, ainda quando o significado da palavra não inclui um divórcio escrito (apostasion). Isso, por tradição, nos é ensinado a ter em mente, ainda que nossos olhos leiam “repudiar” na Versão King James. Seria o divórcio escrito a solução para a prática cruel de “repudiar’, como indica Deuteronômio? O Capítulo 24 de Deuteronômio é uma evidência de que tal como Deus atentou às queixas do povo no Egito e propiciou liberdade de sua escravidão, Ele também considerou as súplicas das mulheres que eram como escravas dando-lhes liberdade do abuso por meio da trágica necessidade do divórcio; trágica porque termina com algo que nunca deve terminar-o matrimônio; necessário para proteger as vítimas daqueles que não obedecem às regras do nosso Criador, o Todo-Poderoso. Necessária originalmente porque o homem “repudiou” a mulher, colocando-a entre matrimônios ilegais, múltiplos e adúlteros.


O Divórcio é uma Tragédia!


O divórcio é um privilégio concedido como um corretivo para situações intoleráveis. É um privilégio que, contudo, pode ser abusado. Divórcio não é um quadro bonito na maioria dos casos. Solidão, rejeição, um sentimento profundo de haver falhado, perda da auto-estima, crítica de familiares, dificuldades para cuidar dos filhos e muitos outros problemas que defrontam os divorciados.
O divórcio poder ser mais traumático do que a morte de um cônjuge. A morte de um esposo(a) é dura de suportar, mas um cônjuge morto não volta novamente. Como via de regra, o divorciado volta, e assim se prolonga a situação. O divórcio é, porém, ainda como ao tempo de Jesus, uma solução parcial para uma situação séria e cruel, e pode ser a única solução razoável. Pode ser necessária, mas sempre é uma tragédia! É fácil pregar contra o divórcio, mas é difícil para a igreja ser construtiva em propiciar preparo para o matrimônio. Devemos estar prontos para prevenir alguns divórcios, ajustando nossas leis de divórcio ou proibições religiosas contra o divórcio, pois tais ações não impedem o rompimento dos casamentos. Quando os pares permanecem juntos só pela preocupação com a notoriedade atraída pelas leis do divórcio, e pela “segurança dos filhos”, isto pode resultar em tragédia. Desastrosos triângulos matrimoniais, crueldade doméstica, abuso de crianças, homicídio e suicídio são algumas das conseqüências comprovadas de matrimônios falidos, mas não terminados.

Que opção mais tenebrosa! Um lar destruído é uma tragédia, mas nunca duvide de um homem jovem que ponha uma pistola na boca e termine seu matrimônio, a alternativa que encontrou para o divórcio. Sua igreja havia proibido o divórcio.
Nosso alto índice de divórcios não é o problema real. O fracasso nos matrimônios vem primeiro, e logo depois o divórcio. O índice de divórcios é somente um indício de nosso elevado índice de maus matrimônios. Para corrigir isso, devemos fazer mais do que falar contra o divórcio. Parece difícil para a igreja ser construtiva em prover preparação para o matrimônio e reforçá-lo. Nisto é que se acha nosso desafio! Pode uma pessoa divorciada ser ordenada como diácono ou pastor?
O apóstolo Paulo, um homem culto, conhecia a palavra grega para o divórcio (apostasion) e conhecia sua cultura. Ele também sabia que Cristo aceitaria qualquer um, mesmo ele, o “maior pecador” (I Tim. 1:15). É inadmissível que pastores e diáconos tenham muitas esposas, esposas escravas e concubinas. Cada uma dessas relações, que tinham o bonito título de poligamia, era adultério. Paulo rejeitava tais pessoas como líderes na igreja. O pedido da carta de divórcio em Deuteronômio 24 limitou o homem a uma só mulher e, além disso, é necessário que o ministro seja “irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, honrado, hospedeiro, apto para ensinar”. Ele rejeita a poligamia, não o divórcio.
Apesar do sério abuso, a lei do divórcio (Deut. 24) ainda tem validade. O divórcio é uma solução radical a problemas matrimoniais insuperáveis. Isto acaba com todas as esperanças de que o matrimônio deva ser conservado, e declara publicamente que está falido. O pecado relativo a essa falência deve ser confessado. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar e purificar-nos de toda maldade” (I João 1:9). Isto também inclui o perdão para a falência do matrimônio.

Ao contrário do repúdio, a carta de divórcio, que provém da lei, provê um benefício de dignidade humana para mulheres sujeitas ao abuso cruel, poligamia adúltera, e os caprichos dos homens de coração duro. Não existe algo de tão grande impacto como “desejo divorciar-me de você”, não é verdade? O divórcio declara o término legal do casamento, e havendo qualquer situação de adultério ou bigamia, qualquer das partes pode voltar a se casar. O divórcio rompeu a aliança matrimonial e todo o controle sobre a esposa anterior. O divórcio requeria estrita monogamia e prevenia contra o término unilateral, preservando o direito fundamental de casar-se. O divórcio faz o mesmo hoje em dia. Abandono, negligência, deserção, ou como se queira chamar ao coração duro que deixa sua mulher por outra mulher, sem divorciar-se, foram estão probidos pelo Senhor Jesus Cristo (Mat. 19:9; Mat. 5:32; Mar. 10:11,12; Luc. 16:18). Por séculos, muitas das comunidades cristãs têm interpretado estes ensinamentos de Jesus como:

1. O divórcio está absolutamente proibido, ou melhor, está permitido somente no caso em que se admita ou comprove adultério.

2. À pessoa divorciada, não se permite casar novamente.
3. Uma pessoa divorciada que se case novamente, vive em adultério.
4. Uma pessoa que se divorcia não pode ser ordenada como diácono ou pastor.

Todas as pessoas que possuem estas crenças estão erradas. As três primeiras são contrárias à lei de Moisés e baseiam-se na passagem em que Jesus nem sequer usou a palavra grega apostasion, a quarta baseia-se numa passagem em que Paulo também não empregou tal palavra. A palavra que Jesus empregou foi apoluo, para “repudiar”. Este era o problema do qual tratava, não o divórcio.
Uma pessoa divorciada deve ter muita graça e determinação para servir numa igreja que adota as quatro posições acima mencionadas. Como pode ser possível isto, quando a igreja é o Corpo de Cristo na Terra, para ser e servir como a pessoa de Cristo? Cristo, que uma vez levantou a voz por Jerusalém, deve olhar para baixo e levantar a voz por nós. Ele veio e chamou a Simão, o zelote, um radical anti-romano, e Mateus, um servo rejeitado em Roma, um par de incompatibilidades tais como se pode encontrar hoje, mas os pôs para trabalharem juntos na construção de Seu Reino. Logo, eles foram para Samaria, e Jesus mostrou-Se diante de uma mulher de antecedentes de fracassos matrimoniais, e a enviou para compartilhar da revelação de Deus em Cristo, como se ela fosse como qualquer outra pessoa. Ele deve levantar a voz quando nos vê desperdiçar tempo tratando de calcular quem podemos proibir de servir em Sua igreja.

Jesus abertamente ministrava a todos que a Ele iam. Ainda muitos de nossos amigos divorciados têm medo de nossas igrejas. Entendem que o que ensinamos acerca do divórcio é o que a Bíblia indica. Podemos estar corretos em relação a nós mesmos e tão opostos a Cristo? Se assim for, estamos equivocados. Ele veio para salvar os pecadores.

As únicas pessoas que Jesus sempre rejeitou foram os que queriam justificar-se a si mesmas, os religiosos “justos”. Está correta nossa compreensão de suas palavras simplesmente porque não se harmoniza com a sua vida? As pessoas divorciadas são merecedoras de verdadeiro respeito! Por séculos têm-se excluído essa gente das congregações e do serviço, do gozo e da igualdade, até mesmo da salvação, seres humanos pelos quais Cristo morreu. Se é ou não o divórcio um pecado, esta atitude preconceituosa sem dúvida o será! Conceda-nos o Senhor Sua graça para mediar a misericórdia de Cristo para os divorciados.

por Walter L. Callison

terça-feira, 4 de outubro de 2011

FOFOCA [Levítico 19:16-19]









[...]Penso que o motivo real pelo qual Deus nos deixa transmitir algo sobre a "fofoca", é que esse problema de maneira nenhuma nos é estranha. Observe:Nós não somente ouvimos fofocas, também as espalhamos. E nós mesmos muitas vezes fomos vítimas delas.
E creia: Todas as três coisas doem ao Senhor da mesma maneira!

Quando conto adiante algo que eu deveria ter guardado para mim, normalmente o justifico com as palavras: "Precisamos de qualquer maneira orar por fulano ou sicrano, ele tem o seguinte problema..."[Isso é fofoca]Porque, normalmente não oramos, mas falamos muito sobre o problema e a pessoa. Naturalmente sempre é altamente interessante ficar sabendo das últimas histórias sobre uma pessoa ou uma obra? Cuidado é fofoca!

O que é fofoca?
Por ocasião da nossa conversão a Cristo, deixamos os "Grandes Pecados" como por exemplo, mentir, roubar, beber, enganar, vícios, elencar aqui nome dos pecados não ameniza não a escla de pecado. Pecado é Pecado. Começamos a passar nosso tempo com 'novos amigos', falando a respeito de nosso Senhor, sobre nossa vida, e sobre o que acontece à nossa volta. Complemente inofensivo(?)É o que pensamos. Mas, observe por outra óptica! Quantas vezes essas conversas estão cheias de julgamentos, de boatos, de "ouvi dizer"[...] escondidos cuidadosamente atrás de um sorriso cristão!

A bíblia fala muito sobre fofoca? E não se trata de um "pequeno pecado", como muitos pensam. Na bíblia está escrito: "[...]a boca perversa, aborreço" (Prov. 8:13). Deus nos ordena: "Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo." (Lev. 19:16). Ele também diz: "[...]aprendam também a viver ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que não devem." (I Tim. 5:13).
E no Salmo 101:5, Deus diz: "Ao que as ocultas calunias o próximo, a esse destruirei." Deus é de opinião que pessoas tagarelas não o reconhecem, estando entregues aos seus pensamentos corrompidos. Ele equipara pessoas difamadoras com aqueles que não merecem confiança, como assassinos e aborrecedores de Deus. Ele continua, dizendo que aqueles que fazem tais coisas, sabem que merecem a morte. Mas isso não os impede de continuar a fazê-las e até a animar outras a pratica-las (Rom. 1:28-32).

Além disso a fofoca não precisa ser obrigatoriamente mentirosa. Muitos pensam: "O assunto é verdade, por isso posso contá-lo a todos."
Mas isso não está certo! Dizer a verdade com falsos motivos pode Ter efeito ainda mais funestos do que falar in_verdade.
A seguinte definição de "fofoca" deixa isso claro: Falar algo de alguém em sua ausência é fofoca, e quando o que é dito não contribui para a solução do problema da pessoa em questão.

Orientação na Bíblia
Quando somos ofendidos por alguém ou vemos que alguém vive em pecado, temos que ir a essa pessoa e a nenhuma outra! (Mat. 18:15e16). Se alguém vive em pecado, que valor teria, falar a respeito a outros? O que os outros irão fazer a respeito? Ao invés disso, é nossa tarefa reconduzir o irmão ou a irmã à comunhão com Deus. Poderíamos mostrar o ponto escuro em sua vida, e que o Senhor gostaria tanto purificar. Se a pessoa não der ouvidos, deve-se dar outro passo. "Irmãos, se alguém for surpreendido em alguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o, com espírito de mansidão; e guarda-te para que não sejais também tentado." (Gal. 6.:1)





Envolver outros
Transmitir a outros nossas mágoas e amarguras e ouvir quando eles falam das suas, é outra [...]área em que devemos ser bem cuidadosos. Se alguém feriu teu amigo, e este te falar da sua dor, provavelmente ficarás ofendido por simpatia por ele. Então também te sentes ofendido e talvez venhas a ficar bravo com a pessoa que fez tal coisa ao teu amigo. Mais tarde é possível que os dois se reconciliem, e tudo estará perdoado e esquecido. Mas um problema permanece: Tu continuas amargurado! Pensa: Quem semeou a magoa é igual ao que a produziu!
Uma briga causada por um pequeno incidente, pode ter conseqüências muito amplas e estender-se por muito tempo, dependendo de quantas pessoas tomam conhecimento dela. [...]CUIDADO!Vês, é complemente injustificável envolver outros em tuas mágoas. Não temos o direito de ir a outro, exceto a Deus e aquele que nos ofendeu.

A diferença entre Aconselhamento e Fofoca
Muitas vezes, fofoca e difamação são camufladas como "aconselhamento espiritual". Nada existe de condenável no aconselhamento espiritual. Veja bem se realmente O conselheiro espiritual, tiver discernimento e temor, um conselheiro espiritual deve um cristão maduro, que te exorta numa vida espiritual e fale sobre reconciliação, que aponta seu pecado na situação que está sendo analisada! Ele não exagera a importância da questão, e não fica logo amaciando a sua ofensa. A ele interessa principalmente a vontade de Deus, não a tua.



Na grande maioria, nem procuramos seriamente uma solução, quando falamos com alguém sobre um problema, buscamos somente um ouvinte compassivo, que também por ventura possa defender nosso ponto de vista. Isso não trata a alma. Principalmente não agrada a Deus!





Parece-nos indiferente, quantas divisões provocamos, se assim pudermos atrair pessoas para o "nosso lado". Isso através de uma visão distorcida de nós e do outro."Seis coisas o Senhor aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projeto iníquo, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contenda entre os irmãos." (Prov. 6:16-19)




"Mas estou somente ouvindo!" [CUIDADO, ouvir não edifica aquele que ouve. Torna-o, cúmplice!]
Muitos de nós pensamos que somente ouvir não é grave quanto a espalhar. Mas isso não é verdade! Deus diz: "O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna." (Prov. 17:4).



Em I Samuel 24:9, Davi exorta a Saul: "Porque dás tu ouvidos às palavras dos homens que dizem: Davi procura fazer-te mal?" Sim, porque lhes damos ouvidos?! Porque estamos tão rapidamente dispostos a acreditar o pior?





Na bíblia está escrito: "(o amor) tudo espera" (I Cor. 13:7). Porque não respondemos educada mas decididamente: "Desculpe, tenho a impressão que você está contando algo, que eu nem deveria ouvir. Você deveria conta-lo ao Senhor e aquele quem se refere, mas a mim não."



Algums exortações desse tipo,mataria o germe do mexerico e isso impediria das pessoas vir a ti com sua conversa tendenciosa. Talvez, assim também as estimule uma vez a pensar sobre coisas mais importantes que os assuntos de outras pessoas. A bíblia nos adverte claramente sobre o envolvimento com fofocas: "O mexeriqueiro revela o segredo, portanto não te metas com quem muito abre seus lábios." (Prov. 20:19)

Um sinal de maturidade
"Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo." (Mat. 12:36).
Em cada palavra que dizemos, tomamos uma decisão. Ou nos decidimos glorificar a Deus, ou a entristecê-lo, rebelando-nos contra sua palavra; "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim, unicamente a que for boa para edificação." (Ef. 4:29).



Freqüentemente não levamos a sério a ordem de Deus para controlar nossa língua. Trata-se, entretanto, de uma das características de um cristão maduro. Tiago diz: "Se alguém supõe ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã." ( Tiago 1:26). Sabemos que o coração é enganoso mais do que todas as coisas (Jer. 17:9), e assim seria fácil justificar desse modo nosso comportamento errado.







MEDITE: Fofoca e difamação, são instrumentos de Satanás. Ele sabe: se conseguir nos dividir , estaremos muito ocupados para lutar entra ele. Temos que parar e pensar, antes de falar! Deveríamos decidir em nosso coração, nunca mais dar ouvidos a fofoca ou espalha-la! Isso é possível pela graça de Deus, e através da nossa decisão de fazer a escolha certa! Talvez tenhamos que pedir desculpas a algumas pessoas. Faça! Talvez será preciso revelar amarguras para poder vir a ser curadas. Vá primeiro a Deus e deixa Ele ordenar/dirigir/imprimir AMOR & PERDÃO em teu coração! Ele também te dará forças para fazer o restante: (Apoc. 19:7)





A_poeta_do_Rei

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

OS DEZ MANDAMENTOS PARA A ESPOSA





I. Amarás o senhor teu Deus de todo o teu coração, e a teu marido somente um pouquinho a menos do que amas a Deus (Dt 6.5);





II. Alegremente te submeterás a teu marido, tua cabeça, como ao Senhor (Ef 5.22);





III. Guardarás tua língua com toda diligência, tendo o cuidado de abençoar teu marido e nunca discutir abertamente detalhes íntimos do relacionamento amoroso (Pv 31.26, 11.16);





IV. Conservarás um coração alegre em tudo que tiveres de fazer durante o dia (Pv 17.22);





V. Afastarás de ti uma natureza ciumenta ou egoísta (Pv 6.34);





VI. Preferirás teu marido a qualquer outro (nunca comparando diminutivamente a outros homens) e sinceramente o admirarás e reverenciarás (Ef 5.33);





VII. Diligentemente manterás o teu lar e a ti mesma atraentes, lembrando que não deves somente ganhar o amor do teu marido, mas também conservá-lo (Pv 31.27);





VIII. Darás valor às tuas virtudes femininas mais do que a própria vida (Pv 12.4);




IX. Inspirarás a teus filhos um amor, respeito e reverência a seu pai (Pv 22.6);





X. Não serás ranzinza (Pv 25.24).


Os Deveres da Esposa Cristã





“O fato de ser mulher não faz de você um tipo de cristão diferente, mas o fato de ser cristã faz de você uma mulher diferente”.

1. Ser submissa ao seu marido em tudo, assim como a igreja é submissa a Cristo (Ef 5.22-24; Cl 3.18; 1 Pe 3.1-6; Tt 2.5)

Os princípios da Palavra de Deus são eternos. A esposa deve se sujeitar espontaneamente à liderança do marido. Todo cristão tem a responsabilidade de “sujeitar-se” (hypotasso) a alguém, independentemente de sua posição na vida: Os cidadãos devem se submeter ao governo (Rm 13.1,5; 1 Pe 2.13; Tt 3.1); A igreja está sujeita a Jesus (Ef 5.24); Os servos devem se sujeitar aos seus senhores (Tt 2.9; 1 Pe 2.18); Os cristãos jovens devem ser submissos aos mais velhos (1 Pe 5.5) e “do mesmo modo” a esposa deve submeter-se ao seu marido.


Deus estabeleceu o marido como o cabeça da família (1 Co 11.3; Ef 5.23); aquele que tem a responsabilidade de liderar e exercer a autoridade. A resposta correta a essa autoridade é submissão voluntária. A esposa não se rebaixa sendo submissa ao marido, mas demonstra a nobreza do seu caráter, assim como fizeram Sara e outras mulheres piedosas dos tempos bíblicos (1 Pe 3.5). Esta submissão é devida ao marido, sendo ele cristão ou não (1 Pe 3.1,2). É Deus quem ordena isto (1 Pe 3.5,6).

Esposo e esposa são iguais em Cristo (Gl 3.28; 1 Pe 3.7), porém há diferença de papéis no lar. A submissão não significa ser inferior ao homem, ou que a mulher tem menos valor dentro da família, mas sim que, dentro do lar, o marido foi colocado por Deus como sendo a autoridade final.


A mulher foi colocada na família como auxiliadora (Gn 2.18) e quem ajuda não é o chefe, mas sim, o auxiliar. Neste sentido temos que dizer que a mulher não foi chamada para exercer a liderança (1 Co 11.8-10; 1 Tm 2.11-14).


A mulher que ocupa um cargo de liderança em seu trabalho não pode simplesmente achar que em sua casa poderá liderar da mesma forma. Uma senhora crente foi entrevistada na televisão, a entrevistadora perguntou: Quem é que manda em sua casa? Ela respondeu: Meu marido. A comentarista continuou, e quem decidiu? Ela respondeu: Eu. Fui eu quem decidiu quem seria o chefe lá em casa. Ele é “o cabeça” da nossa família.

Submeter-se nas decisões. As decisões na família devem ser conjuntas, mas em caso de divergência a decisão final é do marido; as esposas devem consultar seus maridos antes de tomar uma decisão, evitar criticar as decisões do marido e não se rebelar diante delas. Como você tenta convencer seu marido de alguma coisa? Você insiste no seu ponto de vista até ele se cansar e fazer o que você quer? Você age de forma independente, sem consultar o seu marido? A mulher não pode mudar o marido! A única coisa que pode fazer é mudar ela mesma e a forma como reage a seu marido. Mudar os outros é algo que depende deles e de Deus.
Submeter-se não é ser escrava, nem perder sua opinião nem sentir-se inferior, mas aceitar o papel que Deus lhe deu, agindo com prudência, humildade e inteligência.

Razões para submeter-se:
• Por amor e reverência ao Senhor, a esposa deve acatar seus mandamentos. Somente sendo uma crente fiel e cultivando uma vida cheia do Espírito ela poderá submeter-se ao marido.


• Para dar bom Testemunho. A esposa crente que se submete ao marido é diferente das esposas que não temem nem amam ao Senhor. Essa diferença poderá ser a porta para um testemunho evangelístico.

Como todo mandamento de Deus a submissão nos traz também a Sua benção pela obediência:
• Uma mulher submissa tem de seu esposo a PROTEÇÃO E SEGURANÇA;
• Através da submissão a mulher alcança realização pessoal, pois este é seu papel;
• A submissão leva a uma deliciosa HARMONIA NO LAR.
• Quando a mulher é submissa, se torna exemplo para as mais novas e para o mundo.
• A mulher se transforma em verdadeiro exemplo como mãe e esposa aos filhos, lembrando que eles reproduzirão seu comportamento.

2. Respeitar o marido (Ef 5.33b).

A palavra traduzida por “respeitar” neste texto é também traduzida por “temer” (At 10.2,35; 13.16,26; 1 Pe 2.17). A esposa deve mostrar respeito pelo marido como líder na relação, assim como a igreja respeita Jesus como seu líder (Ef 5.24).


Sara é um exemplo citado do tipo de respeito que a esposa deve ter pelo marido. Ela não só obedeceu a Abraão, mas também o chamava de “senhor” (1 Pe 3.6; Gn 18.12). “Senhor” indica um coração pronto para responder em obediência e respeito. A implicação deve ser que ela obedecia a Abraão porque o honrava como “senhor”, não no sentido divino, mas no sentido humano daquele que tem a autoridade.


A esposa deve falar do marido de forma respeitosa, principalmente diante dos filhos e de outras pessoas. Não como Abigail, que apesar de livrar a pele de seu esposo Nabal, falou de maneira desrespeitosa acerca dele (1 Sm 25.25).

3. Ser uma auxiliadora para seu marido (Gn 2.18).

Esta é a finalidade pela qual a mulher foi criada (1 Co 11.8-9). Nenhum cônjuge deve servir a si mesmo de maneira egoísta, mas deve servir ao outro. Isto é principalmente verdadeiro para a esposa. Ela deve estar ao lado (não é abaixo nem acima) do marido. Para que isso se torne uma realidade em nossa vida, é necessário que haja uma dose de desprendimento, carinho, renúncia e acima de tudo MUITO AMOR.

A mulher é uma auxiliadora do marido:
a) No sentido afetivo: é a mulher de um só homem, o seu marido e se entrega a ele com amor e inteireza de coração.
b) No sentido social: contribui no sentido de conservar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade.
c) No sentido profissional: dá ao marido o apoio que lhe falta por parte dos amigos, levando-o a superar as crises de maneira positiva.
d) No sentido espiritual: ora por ele e estimula a sua fé. O auxilio espiritual da mulher cristã pode e deve oferecer ao seu marido, é tal qual um investimento cujo retorno se dará sem demora.

3. Tomar conta da sua casa (Tt 2.4-5; 1 Tm 5.14; Pv 14.1).

Não é uma proibição ao trabalho feminino, mas uma indicação da sua responsabilidade quanto à boa ordem da casa. Se ela trabalha, tem empregada, contrata diarista, mas a responsabilidade de gerenciar sua casa é dela (1 Tm 5.14,15).



As esposas devem ser prudentes, sensatas, tendo como prioridade satisfazer as necessidades de sua família (Tt 2.5). A prioridade de uma esposa, portanto, é cuidar do seu lar. Ela mostra seu amor por seu esposo e filhos fazendo do lar um refúgio de paz e descanso para a família, amigos e hóspedes (1 Tm 5.14).


A esposa também tem grande responsabilidade na educação dos filhos (1 Tm 2.15). A palavra grega utilizada (teknogonia) significa não somente gerar filhos, mas também abrange a idéia de educá-los.

5. Conceder ao seu marido o afeto que lhe é devido (1 Co 7.3).

Ambos os cônjuges são obrigados, entre outras coisas, a satisfazer os desejos sexuais do outro. A mulher não deve privar seu marido de seu corpo, porque pertence a ele (1 Co 7.4-5), mas deve agradá-lo (v34). Não cumprir suas obrigações conjugais com seu marido é roubar o que lhe é devido.

6. Ser pura, casta, buscando a beleza interior mais do que a exterior (Tt 2.3-5; 1 Tm 2.9,10; 1 Pe 3.1-6)

O que a Bíblia quer ressaltar é a modéstia e a preocupação maior de ser virtuosa e não a proibição de adornos. Pedro não estava escrevendo que as mulheres não podem se enfeitar, mas que o enfoque da [...]mulher cristã deve estar mais na exaltação do ser interior do que na do exterior. Paulo também manda que a mulher se vista com modéstia e bom senso. A mulher não deve estar tão preocupada com sua aparência externa quanto com suas qualidades interiores.
A mulher cristã deve observar a razão que a leva a vestir-se, enfeitar-se: para se exibir ou atrair a atenção de outras pessoas, ou para agradar ao Senhor e a seu marido. As jóias que ela deve usar sempre: o espírito manso e tranqüilo (1 Pe 3.4); ter um espírito pacífico, que busca a conciliação e a harmonia na família.



Algumas esposas são barulhentas, gostam de tumultos, porém, não há adorno mais bonito do que a discrição (Pv 11.22) e a mulher que age assim, honra seu marido (Pv 12.4).


A_poeta_do_Rei

O que é ser cristão?




Busquei num dicionário o seguinte significado para o termo cristão, encontrei: “o que recebeu o batismo e professa a religião cristã”. A partir desse significado, podemos perceber que não significa grande coisa se dizer 'cristão'. Diante dessa perspectiva, é apenas um termo religioso, se trata de atitudes práticas. Eu pude identificar alguns tipos de cristãos, em qual desses perfis podemos nos identificar:

- Alguém que nasceu em uma família de tradição cristã (católica ou protestante) e que, por isso, se considera cristão. Porém não freqüenta nenhuma igreja, nem tampouco lêem a Bíblia, ou ora com freqüência.




- Alguém que nasceu em uma família de tradição cristã (católica ou protestante) e que, por isso, se considera cristão, por freqüentar uma igreja religiosamente, sem no entanto ter um encontro real com Cristo, acreditando que ir a igreja aos domingos lhe garante salvação.




- Alguém que acredita em Jesus Cristo como Filho de Deus e Salvador da humanidade, e que participa ativamente de uma igreja, mas não deixa a mensagem da graça de Cristo modificar a sua vida, tendo, por isso, uma vida cristã estagnada, sem evolução, sem transformação, seria o morno na fé.




- Finalmente, alguém que recebeu Cristo como Senhor e Salvador da sua vida de fato. Não apenas fazendo um gesto, levantando a mão após um emotivo apelo do pastor. Mas aquele que recebeu de verdade no coração, busca ao Senhor, e tem uma experiência com Ele e O deixa transformar a sua vida diariamente.


O que eu consigo identificar no texto de Gálatas como necessário para fazermos diferença é ser crucificado com Cristo. Precisamos morrer para nossa própria 'vontade' e nossos planos puramente humanos e egocêntricos, e vivermos para Deus, conforme a vontade dEle! Paulo escreveu: “não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus...” Ou seja, nossa velha natureza, a partir do momento em que nos entregamos de fato à Cristo, deve ser crucificada, deve morrer, e a nossa nova vida em Cristo deve estar baseada na fé em Jesus Cristo nosso unico Senhor e Salvador.


Além disso, Deus requer de nós dedicação, exclusividade, tempo integral! Não dá para ser cristão em uma parte do dia, ou da semana, e na outra ser incrédulo! Um cristão verdadeiro é cristão a todo momento. Isso não significa trabalhar muito na igreja, ou ter muitos compromissos “sociais_cristãos”. Significa que aonde eu for, estarei levando Cristo, pois Ele vive em mim! Não importa aonde estou na igreja, ou no trabalho, meu comportamento deverá ser o mesmo. Idôneo e Integro. Então, é preciso que Cristo cresça de tal forma por dentro, que tudo que eu falar, pensar ou fizer seja conforme a Sua vontade. É preciso de fato iluminar e salgar todos os lugares em que colocarmos a planta dos nossos pés, a começar na nossa casa.


(Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:13 a 16)


O desejo de Cristo é esse, que a nossa luz resplandeça e que todos vejam as nossas boas obras e glorifiquem a Deus. Jesus disse que ninguém acende uma luz e a esconde. Então, não podemos esconder a luz de Deus que há em nós. É preciso resplandecer. Eu pude identificar também no texto de Gálatas três desses itens fundamentais para que a nossa luz resplandeça: fé, abdicação e amor.


“Pois eu pela lei morri para a lei, a fim de viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:19 e 20


- Fé
Sem fé é impossível agradar a Deus. É pela fé que recebemos Cristo como nosso unico Salvador. É pela fé que morremos para o mundo, a fim de vivermos para Deus. Pois a fé em Cristo nos dá certeza da vida eterna, nos dá esperança. É preciso crer!



- Abdicação

Sem desistirmos de viver por nós mesmos jamais seremos de Cristo. Jamais faremos diferença. É preciso entregar completamente o nosso caminho ao Senhor. É preciso negar a nós mesmos, carregar a nossa cruz e seguir a Cristo. “Em seguida dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, esse a salvará..” (Lucas 9:23 e 24) É preciso dizer de todo coração: “Senhor, não quero viver por mim mesmo, não quero fazer nada por mim mesmo, toma-me em Tuas mãos, me guia pelo Teu caminho, venha viver em mim”!

- Amor
O amor por Cristo é fundamental, sem amor nada que fizermos em nome dEle se aproveitará, e até a nossa vida será vazia de sentido. Esse é o maior mandamento: "amar a Deus sobre todas as coisas". Quando realmente amamos a Deus. Desejamos ardentemente estar com Ele orando ou lendo a Palavra. O amor é o combustível que nos conduz a Deus. O amor ao próximo é também fundamental na vida de um verdadeiro cristão. Já que tudo que Cristo fez nessa terra foi por amor, nós que dizemos ser seus discípulos temos obrigatoriamente que imitá-lo amando a todos como Ele amou.

Esses são somente alguns dos ingredientes que precisamos ter para fazer diferença como cristãos verdadeiros onde estivermos.

[...] ser luz e sal da terra, sermos crucificados com Cristo, ter fé, amor e abdicação... há quem possa pensar: “é muito difícil fazer diferença. Quantas características é preciso ter? Conseguirei ser assim?” Mas a parte boa noticias é que nós não precisamos fazer um esforço gigantesco para conseguirmos ser assim, essa obra não é 'nossa', não é pelas nossas próprias forças. A diferença quem faz é o Espírito Santo. É a Sua presença em nossas vidas que produz em nós mudança, que nos faz ser sal e luz. O Espírito é quem nos diferencia.

Existem “cristãos” que são uma bênção na igreja, mas em casa tratam mal a família. Não demonstram amor, ou no trabalho, não dão um bom testemunho. Infelizmente são muitos os casos de cristãos desse tipo. Isso acontece porque eles ainda não se deixaram ser transformados pelo Espírito Santo. Provavelmente não buscam a Deus como deveriam. Pois o Espírito só age em nós quando O buscamos. Ele é muito educado e não faz algo em nossas vidas senão O convidarmos.

Mas ainda bem que existem também cristãos comprometidos com a verdade, são pessoas que onde chegam, seja no trabalho, ou na igreja, em casa, são as mesmas pessoas. Pessoas essas que exalam o bom perfume de Cristo e demonstram amor. São testemunhos vivos de Cristo. Esses cristãos são exemplares porque dão lugar para o Espírito Santo agir em suas vidas.

Então, podemos observar que fazer a diferença não é algo difícil, é um processo natural a partir do momento que se decide buscar a Deus, meditando na Palavra, se atendo a cada um dos ensinamentos de Cristo, dando lugar ao Espírito Santo. É preciso ter a mente repleta da Palavra de Deus, pois como vamos imitá-lo se não O conhecermos?


Se quisermos mesmo fazer diferença, precisamos ler a Bíblia com dedicação e procurar dia a dia aplicar o que temos aprendido nela. Fazer dela Rhema em nossas vidas. É fundamental orar sem cessar, estar em todo tempo com a mente conectada em Deus. Se fizermos isso naturalmente vamos estar dando lugar para o Espírito Santo agir em nós produzindo o fruto do Espirito: “...o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito.” (Gálatas 5:22 a 25)




A_poeta_do_Rei

domingo, 2 de outubro de 2011







[...]Defende o teu direito de pensar, porque mesmo pensar de modo erróneo é melhor do que não pensar. . .

Hypatia de Alexandria 370/415 D.C.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

QUALIDADES DO MARIDO CARINHOSO - I PEDRO 3:7




[...]Os maridos precisam saber entender as necessidades da esposa. É inspiradora a lista de qualidades do marido cristão apresentada por Pedro, um homem de caráter impulsivo:

1. Ser Compreensivo
, Ajudando-a
O marido tem que se mostrar sensível aos sentimentos da esposa. Para o marido que passou o dia fora do lar, o regresso a casa pode revestir-se de expectativas pouco realistas. Ele vai encontrar uma esposa fatigada cuidando das crianças traquinas, ou poderá não compreender a esposa, que também trabalha fora do lar, e regressa para ainda ser esposa, mãe e dona de casa. Toda a esposa precisa do espírito compreensivo dum marido atencioso e ponderado.

Ajudar as esposas no seu trabalho é um modo seguro para aumentar a vossa apreciação. Não é exagero dizer o quanto benéfico é para ela a vossa ajuda, conforme a oportunidade permite. Até mesmo as coisas mais rotineiras que as esposas fazem não são só exigentes fisicamente, mas exigem uma variedade de habilidades que um marido pode bem subestimar até que ele tome parte nelas.

São muitas as esposas que muito fazem, mas o fazem sob pressão. Elas sentem necessidade que lhes falem da importância do que estão fazendo. Assim, sentir-se-ão mais motivadas a cumprir o seu dever porque os seus maridos a animam.

2. Ter Apreço e Consideração
O marido deve achar maneira de mostrar apreço e consideração à esposa pelo que ela é, e faz por ele, e pela família. Por natureza, a mulher é mais sensível e emocional que o homem. Sua necessidade da aprovação e do reconhecimento por parte do marido constitui uma grande preocupação para ela. No amor entre o marido e a esposa, expressões que expressem apreço devem ser prioritárias. Que 'deselegante' quando o marido começa a brincar com alguns defeitos da esposa, como por exemplo: Vem cá meu palitinho... deixar eu pegar nos seus pneuzinhos... etc..

3. Ser Cavalheiro, Elogiando-a

As esposas precisam ser apreciadas .São muitas as vezes que elas se sentem injustiçadas por falta de elogios. Elas precisam de gratidão sincera, não de representação... O dar doces no Dia dos Namorados é bonito! Mas nada terá valor senão for dado com genuíno amor. Se vossas esposas não ouvem bastante sobre o quanto significam para seus maridos; maridos, pode ser porque vos esqueceram o quanto elas realmente significam em vossas vidas. Podem remediar o mal redescobrindo como vossas esposas são especiais.

O marido têm que ser um cavalheiro. Devendo tratar a esposa com respeito, com honra e dignidade. Deve recordar que a sua esposa é um sexo frágil e que têm de ser tratada com a maior cortesia. Há maridos que tratam suas esposas como criadas, governantas, simples objetos para sua satisfação. Cuidado!

Pensa: no trabalho intenso a que ela está sujeita, como esposa, mãe, dona de casa? Já alguma vez tem sido elogiada? Há reconhecimento pelo tanto que ela faz?

Quantas vezes, depois de tanto trabalho durante todo o dia, em vez de ser elogiada recebe um homem carrancudo, mal-humorado, exigente, autoritário. A exortação bíblica é que cada marido tenha consideração pela esposa que Deus lhe deu, tendo-a por preciosa.

4. Dando-lhe Honra
O marido deve especial atenção à esposa por esta ser o “vaso mais frágil”, não moral ou intelectualmente mas fisicamente. Este pensamento lembra I Coríntios 12:22-27, que refere que, os membros mais fracos do corpo devem ser revestidos de honra e consideração especiais. Pedro, ao escrever “como vaso mais fraco”, referindo-se à mulher, quer dizer: “manusear com cuidado...”, pois a esposa sendo por natureza mais delicada (no trato e no aspecto sentimental), é um vaso frágil, mas importante, cheio de conteúdo maravilhoso.

A mulher suporta melhor a dor física que o homem. Seu organismo é mais complexo, mais sujeito a problemas, mais frágil emocionalmente. Por isso, depende muito do amor, do apoio e do carinho do seu marido. Paulo diz: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não as trateis asperamente” (Colossenses 3:19).

5. Almoçar Juntos
Os maridos fariam bem em passar algum tempo, com frequência, relembrando os atributos que suas esposas possuem. Muitas qualidades que originaram o pedido de casamento ainda lá estão. Elas, certamente com o passar do tempo, foram enriquecidas com outros atributos mais admiráveis. [...]O marido que medita sobre sua esposa, que ora por ela, e enumera as suas virtudes diante de Deus, em suas orações, mostrando sua gratidão, está no bom caminho para mostrar sua apreciação abertamente.

É bom que os maridos se lembrem que as esposas precisam, de vez em quando, mudar de rotina, mudar de ambiente, esquecer-se do fogão e da louça e da rotina do dia. O almoçarem fora, juntos, será motivo para se aproximarem mais um do outro, de se conhecerem melhor através do diálogo, que, em muitos casos, já não existe depois do namoro.

6. Lembrar-se do Dia do Aniversário e outras datas também é muito importante !
A mulher, ao contrário dos homem, é mais sensível às datas de aniversário. Gosta de ser lembrada no seu aniversário, no aniversário de casamento, e datas que pontuam e pontuaram sua história etc.. Para o homem pode ter pouca importância esta lembrança, atenção e ternura, mas para a mulher é sempre muito importante.

7. Viver Momentos de Ternura
Disse alguém que o homem deve ser de aço coberto com veludo. Alguns são veludo por fora e veludo por dentro. Alguns, são puro aço. São secos. Não são afetivos. As vezes são mas não sabem demonstrar.

Quantos maridos passam uma vida inteira sem dizer a suas esposas: “Querida, eu te amo!”. Alguns já se esqueceram dos seus tempos de ternura, e outros pensam que a idade faz passar o romance. Há maridos que são capazes de chegar em casa sem beijarem suas esposas. Outros há, passam dias e anos sem lhes dar um beijo, sem dar um único carinho. Alguns maridos há que só sabem dizer “eu te amo” na hora de ter relações sexuais.

O que necessita uma esposa? Ternura, carinho, romance. O namoro deve continuar na vida de casados, agora mais forte, porque vai sendo consolidado pelo amor acumulado ao longo do tempo.

O marido precisa aprender a abraçar sua esposa quando ela está com as mãos cheias de sabão. Aquele que não pode abraçar sua esposa suada, cansada, está precisando aprender a amar sua esposa. As esposas sentem a falta destes momentos, que lhes trazem gratas recordações.

Não há tristeza que parta mais o coração do que a do marido que amava e apreciava ternamente sua esposa, mas deixou que ela fosse para a sepultura sem saber o que seu marido realmente sentia. Não é no velório, ou no cemitério, através de algumas lágrimas, que ela sentirá a afeição e a gratidão que poderiam ter abrilhantado toda a sua vida. Recordemos as palavras de Salomão, em Provérbios 31:10, 28-29!

8. Ser o Responsável espiritual
Os cônjuges devem compartilhar a responsabilidade espiritual do lar: “Sois herdeiros juntamente da mesma graça”. Alguns maridos limitam-se, apenas, a providenciar as necessidades físicas e materiais do lar, deixando a responsabilidade administrativa à esposa. Outros tomam uma atitude passiva e deixam que seja a esposa a tomar a liderança espiritual da família, mesmo em assuntos relacionados com a Igreja. Mas quão belo é ver os cônjuges “juntamente” compartilhando o que Pedro chama a “graça da vida”.


O marido cristão tem de se lembrar que a alma de sua esposa é tão preciosa aos olhos de Deus como a sua própria. Ambos são “juntamente herdeiros da graça divina”, ou seja, devem andar juntos, em perfeita harmonia, com o desejo de ajuda mútua, para glória do Senhor. A única diferença é funcional.

9. Ter Uma Vida de Oração
Outra razão para os maridos tratarem bem as esposas é para que as suas orações não sejam interrompidas (I Pedro 3:7b). Quando não há dignidade, não podem orar juntos. O relacionamento fica bloqueado. A comunhão com Deus é interrompida.

Caso não seja observada esta verdade, o marido correrá o perigo de que as suas orações “não sejam ouvidas”, pois diante de Deus o homem não pode apelar para a sua posição privilegiada, pois diante de Deus os privilégios são iguais, tanto para o homem como para a mulher.

Se o marido e a esposa não estiverem em perfeita comunhão (o que será impossível se estiverem zangados!), não conseguirão orar juntos. Recordemos Mateus 18:19-20: “Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”
e Efésios 4:26-27: “Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo”, pois, às vezes, surgem mal entendidos entre marido e esposa que devem ser ajustados, para que a harmonia seja restaurada, antes da oração da noite. Caso contrário, os suspiros da esposa maltratada se interpõem entre as orações do marido e o ouvido de Deus.



A_poeta_do_Rei




























































Tipos de Marido

1. Ditador. Ele usa a sua posição para liderar a sua família. Manda sozinho sem ouvir a opinião da esposa. Não dá satisfação dos seus atos. É na grande maioria das vezes tirano, e chega a ser cruel.

2. Teimoso. Ele nunca admite que pode estar errado. Julga-se infalível.

3. Democrático. As suas decisões são baseadas em votações, baseando sua decisão na maioria.

4. Insensível. Ele é frio, mau, ingrato, despreza os outros. É normalmente infiel.

5. Silencioso. Ele governa o seu lar sem qualquer comunicação verbal. Massacra com o seu silêncio mina sua esposa emocionalmente.

6. Explosivo. A família nunca sabe quando ele vai explodir. É “curto-circuito” num momento mas com tudo cria tempestade. Está sempre zangado. Governa pela força e ameaça, perdendo todo o respeito dos seus.

7. Brincalhão. Ele não leva nada a sério. Tudo é brincadeira, as necessidades da esposa, seus sentimentos.

8. Crítico. Em tudo ele vê algo errado. Acha que ninguém faz nada direito. Só ele é o perfeito.

9. Hóspede. Ele só vai a casa para dormir, tomar banho e mudar de roupa. Entra mudo e sai calado.

10. Negligente. Não tem dominio sobre as finanças. Administra mal. Não se preocupa com o seu futuro nem o da sua família.

11. Indeciso. Ele nunca é capaz de tomar decisões. É dirigido pela esposa. Ela sempre tem a palavra.

12. Hipócrita. Ele fala bem da esposa e dos filhos na sua ausência, mas é hostil e conflituoso na sua presença.

13. Ciumento. (sem causa). É imaturo, desconfiado, inseguro.

14. Ocupado. Ele nunca tem tempo para escutar a esposa. Todas as conversas ficam para depois. Seus eventos profissionais e pessoais sempre estão com agenda lotada...

15. Militarzão. Todos tremem diante de suas ordens e caso não realizem sem perdão pagam por isso de forma autoritaria.

16. Ideal. Ele é amoroso, protetor, piedoso, prudente, fiel, democrático (ouve e pondera opiniões antes de agir). É firme nas suas atitudes.

Tome como bom exemplo, o único modelo perfeito, Cristo






“A palavra de Deus diz: maridos, 'AMAI'. A palavra usada no original grego Ágape, significa [...]Amar sem interesses! Marido...Amai vossa esposa, como Cristo o amou. Tome como bom exemplo, o único modelo perfeito, Cristo.”




(...)Se eu perguntar, a cada marido: se ama sua esposa, estou certa de que a maioria responderá que sim! Mas a pergunta que eu desejo fazer ao 'marido cristão' é: será que sua esposa percebe o seu amor por ela? A pergunta não é se você ama sua esposa.Creio que deva ser assim: Apesar de sua afirmativa será que sua esposa capta o seu amor por ela? Seus gestos falam por si...Você sujeita-se a vontade plena e perfeita de Deus? Tem suprido as necessidades espirituais, emocionais e sentimentais a que foi chamado. Casamento é um ministério de amor altruísta. Muito mais que amar...É um constante semear. É amando que se é amado.”







A_poeta_do_Rei























[...]Nossa guerra não é contra carne e nem sangue...mas contra principados e potestades? E aonde residem esses principados? Dentro de nós...o antídoto contra eles é a 'palavra', não saia para a batalha sem sua maior arma...a espada de dois gumes...o gráfico ao lado ilustra bem sua vulnerabilidade. O mundo espiritual é muito mais real do que se possa supor.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Quando um marido ora...

[...]Orar pode mudar tudo. Há muitas coisas que uma mulher deseja ouvir de seu marido. Três das quatro mais importantes provavelmente são: "Eu te amo", "Você está linda" e " Descanse não se preocupe com nada, porque eu estou aqui". Porém, aquilo que vai fazê-la sentir-se mais ´amada´ do que qualquer outra coisa é (...)"Estou orando por você hoje". Se a falta de tempo, o excesso de trabalho, a falta de perdão, as lutas, a criação dos filhos, a diferença de interesses, o tédio ou má comunicação infiltraram-se entre Marido e Esposa,só Deus pode agir e o fará por intermédio de sua oração a fim de derrubar o muro que os separa, a oração derrete a frieza circunstancial, e revestidos da armadura de Deus será a proteção e os moldará em união. A oração dá ao Marido uma visão de esperança quanto à maneira como Deus pode redimir, restaurar e endireitar todas as coisas. Orar pela esposa não vai apenas transformar o coração dela, mas o seu, de [Marido] também.

"Homens, encarem os fatos: quando finalmente vocês se casam, trazem consigo para dentro deste casamento anos de experiências, hábitos, características de personalidade, memórias, idéias preconcebidas e ambições pessoais.

De repente, se unem por toda a vida a uma companheira que também trás consigo para dentro deste casamento as mesmas bagagens emocionais.

Deparam-se com a necessidade de se comunicar e ajustar-se, comprometem-se, sujeitarem-se um ao outro, e serem altruístas. Certamente não é pouca coisa! Ou, Deus tem um tremendo senso de humor, ou então deseja mante-los sempre crescendo. Provavelmente as duas coisas são verdadeiras.

[...]Há algo em sua esposa que gostaria que fosse mudado? Ore por essas mudanças convide Deus a fazer grandes coisas em vossas vidas. Sem a oração, o sucesso de um casamento depende de sua própria sabedoria e esforços. Garanto, sem essa estrategia espiritual, Marido seu desgaste é arduo e em vão.

Mas os recursos para o sucesso que estão reservados para nós enquanto casal [Marido & Esposa] quando oram são incríveis! Não só se vem respostas as orações por nossos cônjuges; coisas maravilhosas acontecem dentro de nós. É com essa certeza de que Deus responde às orações de um Marido pela esposa que recomendo a você esse devocional de amor, ou essa declaração diária da manifestação do seu zelo, respeito e amor por essa pessoa que o Senhor apontou como a ajudadora ".

A_poeta_do_Rei

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Devocional da Mulher Cristã " 7 dias da semana"


SEGUNDA:
[...] Senhor ajuda-me a lavar minhas vestes até que saia dela todo egoísmo e vaidade para poder servir com humildade.


TERÇA:
[...] Senhor, ajuda-me a passar todas as rugas das minhas deformações, apagando os vincos a tempos tenho acumulado para que possa ver a beleza dos demais


QUARTA:
[...] Senhor, ajuda-me a marcar meu caminho com pedras de sabedoria para ser exemplo para os que caminham atrás.


QUINTA:
[...] Senhor, ajuda-me a sacudir as faltas, e as tristezas que a tempos tenho escondido nas esquinas da minh'alma .


SEXTA:
[...] Senhor me dá a graça de ser sabia, e prudente quando eu faça as minhas compras, para que eu possa escolher sempre o pão que abastece nossas almas com paz e trazer água da fonte da vida para os meus e os que necessitam.


SÁBADO:
[...] Senhor, ajuda-me a cozinhar em quantidade suficientemente grande abastecendo de amor fraternal e serviço.






DOMINGO:
[...] DIA DO SENHOR! Oh, Senhor como já preparei a casa para ti, por favor vem ao meu coração como hóspede de honra, dando-me o privilegio de estar em tua doce e santa presença. Renovando as minhas forças. enchendo-me de graça, acrescentando mais fé aquela que já tenho!






Shalom Adonai

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Escrevo a Mulher cristã e com coração ensinável!

[...]Como é instruído na Bíblia, o papel da mulher virtuosa é ser uma ajudadora idônea do seu marido. E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele; (Gn 2.18).

O papel da mulher virtuosa como uma ajudadora idônea[apta, capaz, adequada] é pela sua submissão[obediência voluntária/ estar sob a mesma missão]. Depois da queda no pecado, Deus deu essa responsabilidade à mulher. E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará? (Gn 3.16).

Esta é a exortação predominante das Escrituras para as esposas. Na analogia de Paulo sobre o teor do relacionamento Cristo-igreja e o relacionamento marido-esposa em Efésios 5, as exortações finais são: E a mulher reverencie o marido; (v. 33). O objetivo da esposa é sempre agradar o seu marido e isso em primeiro lugar. O que ele deseja deve ser o desejo dela; o que ele manda deve ser o dever dela.

Pedro, na sua epístola, vai ainda mais longe ao dizer que mesmo se um marido não está tratando a sua esposa como deve; a sua esposa ainda deve submissão[passividade e subserviência] a ele. Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra; (I Pd 3.1). Quando uma esposa aprende a honrar o seu marido como deve, não só vai ser recompensada com as bênçãos de Cristo, mas ela também terá o amor e o cuidado do seu marido.
Provérbios capítulo 31 nos dá uma da a mais bela lista que uma mulher virtuosa tem no seu papel para com o seu marido, ela é:




  • fidedigna (11),


  • diligente (27),


  • culinária sábia (14),


  • gentil nas suas palavras (26),


  • humilde (30),


  • espiritualmente forte (25),


  • exalta o seu marido (23),


  • provê as necessidades da sua família (21);


  • disciplina os seus filhos (28).


Realmente, a sua tarefa é grande e variada! A mulher virtuosa tem muitas responsabilidades: é de sua responsabilidade verificar se há uma refeição boa na mesa a confirmar se as roupas estão limpas, o treinamento de seus filhos à responsabilidade de manter o lar funcionando suavemente, e se esforçando para satisfazer o seu marido e, ainda, reforçar a si mesmo a permanecer humilde.


" Ao agir desta maneira ela mostra o seu amor pelo seu marido" , e ela pode ser assegurada de que: O coração do seu marido está nela confiado, (Pv. 31.11).


O seu amor não só se manifesta com um sussurrado: EU TE AMO, mas, como exemplificado em Provérbios 31, se declara pela sua obediência a ele, e nas suas ações para agradá-lo. Ela está disposta a sacrificar a si mesmo para trazer felicidade a ele.


Ela não é irritante (Pv 19.13b; 21.19) ou contenciosa (Pv 27.15); ao invés, ela reconhece os desejos do seu marido e busca agradá-lo nestas áreas. Por ela desejar honrá-lo através da sua virtuosidade, seu marido, a louva! (Pv 31.28).

[Que benção maior pode uma esposa desejar de ter um marido feliz que a ama e deseja o melhor para ela!]


Com tais realizações e virtudes, quais outras qualificações se deve ter para se tornar uma esposa? Para se conseguir uma das melhores carreiras, é exigido diploma universitário. Para se conseguir tal diploma é esperado: estudar livros didáticos, assistir a horas de aulas e fazer provas. Entretanto, para ser uma esposa, são necessárias horas de aprendizagem na casa dos pais. Ela tem que aperfeiçoar as habilidades de cozinhar, de lavar e de passar roupa, de fazer faxina, de efetuar as compras semanais, e de orçar/administrar finanças. Ela não só precisa dessas capacidades domésticas como também ela tem que cuidar das suas virtudes. A diligência, a paciência, a humildade, a generosidade, a sabedoria, e a submissão é o que se espera de uma esposa exemplar. Essas tarefas e qualidades podem ser aprendidas da mãe e das amigas amorosas e maduras mulheres virtuosas e sábias que demonstram não com palavras, mas com seu exemplo de vida como é gratificante ter a honra de ter um lar e ser honrada como esposa .


Andando junto a Cristo e se disciplinando a aprender enquanto está em casa, é o modo mais vantajoso para se preparar para o futuro como uma esposa. A perfeição não será conseguida nem será esperada, mas uma mulher que busca ser uma coroa para seu marido, se esforçará para provar que seus talentos e as suas virtudes serão aptos para enfrentar os rigores para ser uma boa esposa.

Matrimônio é uma das mais preciosas instituições de relacionamento que Deus consagrou. O desejo de ser uma esposa não é o de almejar uma profissão servil.

Eu, não sou uma dona de casa porque eu tive muito pouca ambição. Não muito pelo contrario. Essa creio ser a minha unica! Ser dona de casa! Ser esposa! Eu sou uma dona de casa porque Deus me deu a honra infinita de ser esposa, e eu me alegro em usar todas as minhas habilidades e capacidade que Ele me deu no desempenhar dessa bela carreira.


Sendo esposa, e mesmo assim, sendo o vaso mais fraco! Me privilegiou em ser a coluna. A mulher tem a responsabilidade de transformar o seu lar num lugar de paz, alegria e descanso para seu marido. E o trabalho particular de agradar e se submeter ao homem que o Senhor preparou para caminhar ao lado. É privilégio! O trabalho de esposa é árduo, sim! Muitas vezes solitário eu diria! Mas o guia é a Bíblia e o seu valor é inestimável. Há jubilo no céu quando marido e esposa são uma unidade maravilhosa tão forte, e santificada quanto daquela de Cristo e a Sua igreja. Neste caso especifico o cordão de 3 dobras não se parte...Esposas, casa unida é a que prospera!


Shalom Adonai

"Far-lhe-ei uma auxiliadora"












"Um homem que procurou sua esposa em Deus. E casou-se com ela, pelo seu caráter, e não apenas por sua aparência, fez uma escolha que será abençoada."



(C.H. Spurgeon)

MISSÃO DIVINA

"Então poderão ensinar as mulheres novas a amarem seus maridos e filhos,

a serem sensatas, honestas, boas donas de casa, bondosas, submissas a seus maridos,

para que a Palavra não seja blasfemada"

(Tito 2:4-5)

SOFISMA...


[O ERRO DO FEMINISMO]

"É crer no valor do trabalho como maior que o valor do lar."


por (Dinesh D'Souza)

As Mulheres (Anônimas) da História da Igreja


[...]Incrível como várias circunstâncias, durante essa semana, acabaram me direcionando e ministrando a minha vida a respeito desse assunto.


Nesses últimos dias, voltei a ler um livro que trata da história da Igreja e da Reforma Protestante. Na verdade, já há algum tempo venho lendo, ouvindo mensagens e buscando aprender sobre as coisas que Deus tem feito no decorrer da história da igreja Cristã, através da Reforma, dos Avivamentos, e através de grandes homens de Deus e pregadores defensores da fé. Tem sido algo maravilhoso. Viver uma fé sobre a qual conhecemos a história, as lutas em sua defesa, os preços que foram e têm sido pagos, os altos padrões de vida cristã é algo essencial, uma fonte enorme de crescimento quando direcionada pelo Espírito Santo.


E, nesses dias, voltei a ler sobre os reformadores. Estive lendo sobre a vida de Lutero, Zuínglio Ulrich (ou Huldreich) Zuínglio foi um dos principais reformadores protestantes, sendo líder da reforma na Suíça. Nasceu em 1484 na vila de Toggenburg, em Wildhaus, São Gal, na Suíça. Foi o terceiro de oito filhos de um rico meirinho. Foi educado em Viena e Basiléia, onde também ensinou. Conhecia os clássicos e chegou a ser mestre em Artes. Aprendeu música e a tocar alguns instrumentos musicais. Escreveu várias obras, em latim e alemão. Heinrich Bullinger (discípulo de Zuínglio) relatou que Zuínglio tinha memorizado em grego todas as epístolas paulinas, ou seja, ele conhecia bem o grego. Diferente de Lutero, não obteve doutorado em Teologia. Calvino, aproximadamente em 1533 se declarou protestante. Em 1534, deixou a França e estabeleceu-se em Basiléia, na Suíça. Nessa cidade publicou a primeira edição de seu livro Instituição da religião cristã (1536). Este livro provocou imediata admiração por Calvino. Durante sua vida ele alterou a obra, aumentando-a. O livro apresenta as idéias básicas de Calvino sobre religião. Calvino foi convencido a liderar o primeiro grupo de pastores protestantes de Genebra. Em 1538 os líderes de Genebra reagiram contra as rígidas doutrinas dos pastores protestantes em especial, e o preço que esses homens pagaram para que vivêssemos, hoje, a fé cristã como vivemos. E, entre muitas e muitas coisas, fiquei pensando como é possível que uma pessoa se disponha a fazer o que eles fizeram. Eles eram homens que viviam em épocas totalmente fechadas as críticas, onde a igreja católica romana e o poder papal controlavam tudo, não apenas a vida religiosa, mas também estavam intimamente relacionadas aos poderes políticos, imperiais, sociais. Mas, mesmo assim, estes homens se levantaram contra o maior poder de sua época e o combateram. Lutaram pela Verdade da Palavra em detrimento de suas próprias vidas. Deram tudo que tinham. E eu fiquei pensando de onde vinha toda essa coragem.


E, então, me lembrei de cada pessoa usada por Deus para escrever a história da Sua Igreja no mundo. Os Profetas, Jesus, os Discípulos e Apóstolos, os Mártires, os primeiros Missionários e Evangelistas, os Avivalistas... Tudo o que vivemos hoje em nossas igrejas cristãs, devemos a eles (em Deus) e seus sacrifícios.


No entanto, vocês já pararam para observar e pensar como que essas pessoas que têm escrito a história da Igreja, desde o princípio, foram HOMENS? Noé, Abraão, Moisés, Davi, Isaias, Jeremias, Daniel, Jesus, Paulo, Pedro, João, Lutero, Zuinglio, Agostinho, Jonathan Edwards, John Wesley, e lá vamos nós...


E, de repente, durante minhas meditações sobre as vidas destes homens tão poderosamente usados por Deus para MUDAR A HISTÓRIA DO MUNDO, eu parei. Parei mesmo, e uma única questão explodiu no meu coração: “Onde estavam as mulheres de Deus durante todo esse tempo?”


E comecei a pensar sobre isso. Pensei na Bíblia. Quão pouco se fala sobre as mulheres piedosas e cristãs da igreja primitiva na Bíblia, especialmente após a morte e ressurreição de Jesus. Onde estava Maria, a mãe de Jesus, onde estava Maria Madalena, Marta e sua irmã Maria, a mulher Samaritana e todas as mulheres que seguiam Jesus? O que houve com elas? O que elas estavam fazendo? Havia tanta coisa acontecendo naquele momento da história da Igreja e nós, simplesmente, não mais ouvimos falar sobre estas, sem dúvida, tão grandes mulheres...


Depois parei e pensei num fato alarmante (para mim, para essa reflexão): grande parte, para não dizer a maioria, destes homens que construíram a história de Deus no mundo eram CASADOS! Eles eram homens CASADOS! Noé foi casado, Moisés foi casado, Davi foi casado, Pedro foi casado, João foi casado, Lutero, Zuinglio, Calvino, J. Edwards foram casados! E, então, mais uma vez, e de forma ainda mais intensa, meu coração gritou perguntando: “Onde estavam essas mulheres, Senhor?!”


Pensem: nós sequer sabemos o NOME da esposa de Noé, de Pedro, de João ou dos demais Apóstolos! Não sabemos quem foram suas MÃES. Dentre todas as mulheres de Deus que houve na história, de quantas nós sabemos os nomes? E, dentre essas cujos nomes são citados, de quantas nós conhecemos as histórias? Se a Bíblia nos fala de um ou outro acontecimento de suas vidas, com algumas poucas exceções, é muito. Até mesmo Maria, a mulher escolhida por Deus para ser a MÃE DO SALVADOR, quão poucas vezes ela é mencionada, ou sua vida cotidiana, ou sua colaboração para a difusão do Evangelho, após, e mesmo durante, a vida ministerial de seu Filho! Nós nem sabemos o que houve com ela depois que Jesus morreu, com raríssimas informações...E quantas outras mães, esposas, auxiliadoras que nunca chegaremos a conhecer? Quantas outras mulheres virtuosas, piedosas e verdadeiramente cristãs...


Eu olhei, e olho, para a vidas destes homens que ficaram tão conhecidos por participarem da Reforma, de novos conceitos e entendimentos para a Fé Cristã, de grandes Avivamentos mundiais, e fico pensando em como esses homens podem ter casado! Que mulheres eram essas?! Eu nem consigo imaginar a grandeza destas mulheres, e quanto suas vidas deveriam ser devotadas a Deus! Mas ninguém sabe seus nomes. A maioria de nós nem sabemos que elas existiram nas vidas desses homens. Enquanto seus maridos estavam lá fora revolucionando o mundo... Onde estavam essas mulheres?


E eu simplesmente penso. Porque eu sabia onde elas estavam. Meu coração sabia disso. Elas estavam no ANONIMATO, nos “bastidores”, “por trás das cortinas”, lá onde ninguém as podia ver... E era lá que elas estavam lutando pelo Reino! Talvez elas soubessem, ou não, que, um dia, os nomes de seus maridos seriam mundialmente reconhecidos, de geração a geração, mas que seus nomes comumente sequer seriam mencionados. Mas elas estavam lá. Ninguém falou das dores que elas sentiam ao ver seus maridos, ou seus filhos, sendo perseguidos, maltratados, injustiçados e assassinados por defender o Evangelho. Ninguém falou da batalha que elas precisavam lutar todos os dias para criar seus filhos, para apoiar seus maridos em suas lutas, para ser o conforto, o refúgio no meio da guerra. Ninguém falou dos momentos de solidão que elas viveram,porque viveram e do quanto elas sentiram falta da presença ou do afeto de seus esposos, do quanto elas ficaram só. Mas...Elas estavam lá. E essas eram apenas algumas de suas lutas. Seus maridos e filhos estavam lá fora, lutando. E elas estavam silenciosamente lutando.


Li, hoje, pela primeira vez, um texto de Noel Piper, a esposa de John Piper, um dos maiores pregadores cristãos de nosso século. Que grande e admirável homem! Mas quantos dos cristãos que conhecem tão bem os textos de John Piper nunca conheceram a vida de Noel? ... Penso na vida de Liza Fromholz, a esposa do Jeff Fromholz, um grande e admirável homem de Deus no Brasil... quão pouco Liza aparece! Não ouvimos falar sobre ela, não a ouvimos pregar ou escrever grandes reflexões, não vemos suas fotos ou comentários sobre qualquer coisa... E como eu admiro essas mulheres!


E eu fico pensando em quanta sabedoria eu mesma preciso receber de Deus para aprender a ser assim. Quantas vezes, ao ler todas essas histórias, eu sinto um desejo tão grande de ser como esses HOMENS – quero ir a frente da batalha, empunhar a espada e lutar ardentemente! Eu quero fazer parte desses “heróis” cujos nomes todo mundo conhece, cujas ações todos estarão vendo e sobre os quais todos se lembrarão! Mas...E se Deus me chamar para ser uma dessas mulheres ANÔNIMAS? Seria um grande privilégio! Será mesmo que eu tenho capacidade para tal missão? Será que, se o chamado de Deus para mim for este, eu aceito de coração nunca ser reconhecida por ninguém, nunca ter o meu nome lembrado e ser, aos olhos do mundo, apenas uma “sombra do meu esposo”?


Eu particularmente acho romântico. Porém muitas pensaram não é tão lindo e nem maravilhoso, a maioria deseja ver seus sonhos femininos de esposas no apogeu, desejam ser valorizadas. E vistas em todos os aspectos. Mas é real. Houve, na Bíblia, UMA Sara, UMA Raquel, UMA Rebeca, UMA Ester, UMA Rute, UMA Débora. Mas quantas centenas e milhares de grandes mulheres cujas histórias nós jamais conheceremos? Sem dúvida, foram GRANDES mulheres! Mulheres que suportaram toda a dor de ver seus maridos morrendo por amor ao Evangelho de Cristo. As “Mulheres dos Heróis”. Mas elas estavam lá. E não é diferente hoje? Será?


Portanto, eu pergunto a mim mesma, e pergunto a cada uma das Mulheres Virtuosas que o Senhor tem levantado nessa geração: estamos dispostas a sermos as Mulheres ANÔNIMAS da História da Igreja?


Eu quero muito, em Cristo e Sua soberana Graça, aprender com estas mulheres que nunca conheci...Aprender a regozijar-me no silêncio, na sombra, no anonimato, onde ninguém me vê...Mas aonde posso ser lida...silenciosamente cumprir meu papel como ajudadora.Aprender a deixar a honra ao herói que o Senhor escolheu para que eu apóie e ajude, assim como a Igreja deve deixar toda a honra para Cristo. Mas sei que isso não é fácil. Não, nem um pouco! Eu vejo do jeito romântico como eu costumo imaginar... Mas é, sim, sem dúvida, lindo, como foi linda a atitude de Jesus em lavar os pés de seus discípulos e, assim, nos ensinar a servir e não a sermos servidos. Cuidado mulheres com a vaidade! Se este foi o lugar que Deus nos delegou...façamos dele o melhor lugar. Tudo de Deus para nós será bom perfeito e agradavel...Sempre!


Buscando aprender...






A_poeta_do_Rei