terça-feira, 11 de setembro de 2012

Ingredientes Para Um Cultivo Saudável da Comunhão Cristã.

Ingredientes são:

a) Amor, Querer bem ao próximo, tratando-o com carinho. O amor é um atributo divino, oferecido e compartilhado ao homem, para esse relacionar-se qualitativamente com outras pessoas, tendo oportunidade de demonstrar afetuosidade e apreço.

“Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm. 12.10).

“A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.” (Rm. 13.8).

“O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.” (Rm. 13.10).

“Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.” (Gl. 5.14).

“Aquele que ama a seu irmão permanece na luz, e nele não há tropeço.” (1 Jo. 2.10).

b) Respeito, Qualquer indivíduo merece ser tratado com atenção e consideração, independente de sua cor, grau de instrução ou posição social. Entre essas pessoas, o grupo mais desprezado neste quesito são os idosos, num total desrespeito à pessoa humana e também uma grave desobediência à Palavra de Deus.

“A glória dos jovens é a sua força; e a beleza dos velhos são as cãs.” (Pv. 20.29).

“Ora, rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obras. Tende paz entre vós.” (1 Ts. 5.12-13).

“... e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.”(Hb. 10.24).

“Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra.” (Rm. 13.7).

c) Suporte, É uma qualidade que não pode ser confundida com tolerância, pois, como uma das ações essenciais para a saudável comunhão cristã, suportar é a capacidade de oferecimento voluntário e espontâneo que o crente possui para sustentar os mais fracos na fé. Portanto, dá-nos uma clara idéia de um tipo de esteio que suporta uma pesada e frágil parede, impedindo-a de cair e se espatifar ao chão.

“Nós, que somos fortes, devemos s
uportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos.” (Rm. 15.1).

“Como prisioneiro no Senhor, rogo-lhes que vivam de maneira digna da vocação que receberam. Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor.” (Ef. 4.1-2).

“Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.” (Cl. 3.13).

d) HUMILDADE, 
 Qualidade extremamente importante no caráter de qualquer pessoa. A humildade é a virtude que manifesta o sentimento de nossa fraqueza. É a forma simples, modesta e equilibrada como alguém age e define a si mesmo.

“Porquanto qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado.” (Lc. 14.11).

“Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.” (Rm. 12.3).

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.” (Fl. 2.3).

“Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.” (Fl. 4.12).

“Semelhantemente vós jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” (1 Pe. 5.5).

e) Compaixão,  A Wikipédia traz a seguinte definição para o termo:

“Compaixão (do latin compassione) pode ser descrito como uma compreensão do estado emocional de outrem; não deve ser confundida com empatia. A compaixão freqüentemente combina-se a um desejo de aliviar ou minorar o sofrimento de outra pessoa, bem como demonstrar especial gentileza com aqueles que sofrem. A compaixão pode levar alguém a sentir empatia por outra pessoa. A compaixão é freqüentemente caracterizada através de ações, na qual uma pessoa agindo com espírito de compaixão busca ajudar aqueles pelos quais se compadece.”

“A compaixão diferencia-se de outras formas de comportamento prestativo humano no sentido de que seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheios. Atos de caridade que busquem principalmente conceder benefícios em vez de aliviar a dor e o sofrimento existentes são mais corretamente classificados como atos de altruísmo, embora, neste sentido, a compaixão possa ser vista como um subconjunto do altruísmo, sendo definida como o tipo de comportamento que busca beneficiar os outros minorando o sofrimento deles.”.

“E, Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e possuído de íntima compaixão para com ela, curou os seus enfermos.” (Mt. 14.14).

“Então Jesus, movido de íntima compaixão, tocou-lhes nos olhos, e logo viram; e eles o seguiram.” (Mt. 20.34).

“Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo, e não têm que comer.” (Mc. 8.2).


Shalom Adonai

QUAL O LUGAR DA MUSICA NO CULTO SOLENE


Esta pergunta precisa ser esclarecida a Igreja do SENHOR em nossos dias. O grande problema que os crentes de hoje enfrentam com relação ao lugar da música no culto solene é porque a Palavra de Deus não ocupa o seu devido lugar de importância e prioridade tanto na vida como na adoração solene. Mais ainda, muitos músicos nas igrejas não sabem como também preferem ignorar a necessidade de conhecer à luz das escrituras qual é o seu devido lugar quando servem a Deus por meio da música. Arrisco-me até dizer que está escasso ou praticamente instinto músicos e cantores que amam e priorizam a Palavra de Deus.

Observe a história do povo de Deus nas escrituras. Se atentarmos bem, o centro de toda solenidade cúltica era o sacrifício do cordeiro no altar com o também a intercessão do sumo sacerdote em favor do povo para expiação de seus pecados. Deve-se ressaltar que o centro do culto era a pessoa e obra de Cristo. Neste momento, não havia música, apenas o SILENCIO, a Reverência e o profundo TEMOR. Contudo, a música era indispensável para as solenidades e os festejos do povo seja quando tudo era preparado ou quando espontaneamente tocavam e cantavam suas canções de Vitórias ou de Lamentos.

Nos dias da monarquia em Israel, foi Davi quem estabeleceu institucionalmente o uso da música como elemento preparatório para o culto solene do povo de Israel. Os salmos era o hinário do povo de Israel. Estes eram recitados em procissões rumo a Jerusalém e cantados na principais solenidades e festividades nacionais. Prática esta que se manteve especialmente nos dias do exílio e nos dias do Senhor Jesus Cristo como mencionado em Mt 26: 30 e Mc 14: 26. No Novo Testamento encontramos menções e determinações de que se use a música no culto solene como preparação para o ato central da adoração publica ao SENHOR; a pregação da Palavra (At 2: 47; Ef 5: 19; Cl 3: 16; Ap 15: 3).

Deste modo, a que conclusão podemos chegar  senão que a música ocupa o menor lugar no culto solene? Não afirmo necessariamente em relação a quantidade de músicas que se deva cantar no culto , mas principalmente, a MOTIVAÇÃO e expectativa que o crente deve ter quando está solenemente na presença do SENHOR. Sua maior preocupação e ansiedade é ouvir a pregação da Palavra. Mas e a música? A música, como disse Lutero, é serva da teologia.

Todos os atos e elementos do culto devem ser usados proporcionalmente cada um a seu tempo, e devido lugar, com fervor e simplicidade de maneira que não chame atenção de si mesmo mais do que a Palavra de Deus que deve ser em cada momento, Orada, Lida, Cantada e principalmente Pregada. Desta forma, veja que o destaque em todos os momentos e atividades no culto é o ensino da Palavra de Deus como também a glória de Cristo assim como era no AT. Assim, a aplicação é muito simples. A música deve estar no seu devido lugar no culto a Deus. Ela deve ser considerada a mais modesta parte da adoração pública em todos os aspectos. Me arrisco a dizer que ela deve ser colocada como figurante da Pregação da Palavra. Por isso, Cante apenas a Palavra!

Shalom Adonai

10 razões pelas quais os cristãos devem se concentrar no Evangelho e Não na política!


10 razões pelas quais os cristãos devem se concentrar no evangelho e não na política. Não estou dando 10 motivos para o cristão se tornar um alienado...muito pelo contrário, e sim razões para motivá-lo a ser um guerreiro manejando bem a espada que é a Palavra e assim fazer a diferença...


1. política MUDA. o evangelho, Não (Mateus 24:35);

2.só o evangelho poderá transformar nossa política, e Não ao contrário (Romanos 12:1,2);

3.é o que Jesus nos chama para fazer (Atos 1:6-8);

4.somos cidadãos de um reino diferente (Filipenses 3:20);

5.é no que a igreja primitiva se focou (Atos 4:23-31);

6.ele ataca a raiz do mal, e Não apenas o fruto dele 
(Romanos 1:6);

7.a política pode dividir o corpo de Cristo, enquanto o Evangelho vai nos unir (Filipenses 1:27);

8.o Evangelho nos chama a orar pelos políticos dos quais discordamos, e Não odiá-los (I Timóteo 2:1-4);

9. o Evangelho traz ação política cheia de Amor e humildade, Não orgulho e arrogância (Romanos 13:1-8);

10.A política é um reflexo da bússola mora de uma sociedade. O Evangelho dá a sociedade uma nova bússola que é acurada. (Tito 3:1-5)

Observação: Vale conferir a luz da palavra.

Shalom Adonai

segunda-feira, 11 de junho de 2012

10 de Junho de 2012

SER PASTOR

 
Ser pastor é atender o chamado divino
Para o redil dos céus as almas conduzir
É ser do cristianismo arauto e paladino,
Ao mundo proclamando a glória do porvir.
É ser como um farol na rota do destino,
ao mostrar o perigo e o mal a prevenir.
É viver de renúncia, é tornar-se menino
para a bondade e a fé no coração fruir.
É trazer com cuidado o amor e o peito aberto
mais à ovelha que se acha errante no deserto
do que as noventa e nove em bom lugar.
Ser pastor é por fim levar a carga alheia,
nutrindo a esperança ideal de quem semeia
para a bênção de ter a aventura de dar.
Deus abençoe o pastor!

terça-feira, 22 de maio de 2012

A divina relação do inferno [resenha]

I - Introdução

Uma caudalosa enxurrada de testemunhos de pessoas que supostamente estiveram no céu ou no inferno tem proliferado no meio dos cristãos evangélicos. São relatos surpreendentes, porém extremamente sensacionalistas e repletos de aberrações teológicas. Revelam ser, na verdade, produto de uma mente brilhante, capaz de produzir filmes como Guerra nas Estrelas, E.T. e tantos outros, arrancando até mesmo aplausos do gênio da ficção científica hollywoodiana, Steven Spielberg.

A Divina Revelação do Inferno foi publicada originalmente em inglês com o título: A Divine Revelation of Hell, em 1993, nos Estados Unidos. A autora, Mary Baxter, é ministra da Igreja Nacional de Deus, em Washington, EUA. Nasceu em Chattanooga, Tennessee, EUA. Segundo relata, começou a ter "visões" de Deus na década de 60, em Michigan; mas foi em 1976, que Jesus teria aparecido para ela, na forma humana, em sonhos, visões e revelações, durante quarenta noites, e mandou-a transmitir as profundezas, degradações e tormentos das almas perdidas no inferno (pp. 183, 184).
II - Recomendações
Entre as pessoas citadas, que indicam o referido livro, encontra-se a Sra. Marilyn Hickey, que num de seus livros ensina ter Noé, sob o efeito da embriaguez, praticado atos homossexuais com seu neto Canaã, além de dizer que o homem possui a natureza de Deus, tornando-se participante de “todos os seus atributos” [i] . Percebe-se, pois, que a insensatez acompanha não apenas a obra indicada, mas também quem a indicou.
Outro nome de peso é o de David (Paul) Yonggi Cho, que declarou [ii]: "Eu li este livro, tremendo no meu coração. Eu realmente creio que Rev. Baxter teve um verdadeiro encontro com a realidade do inferno na sua experiência da revelação de Jesus Cristo nosso Senhor" (quarta capa). Apesar de ser notável no meio evangélico, o Sr. Cho pode cometer erros (ele não é infalível!); aliás, não seria a primeira vez que ele ensina algo inconsistente (teologicamente falando). Em uma de suas obras, Cho diz que pediu a Deus três coisas: uma escrivaninha, uma cadeira e uma bicicleta; contudo, Deus disse que não poderia atendê-lo pela seguinte razão: Cho não especificou o que queria. Deus lhe teria dito: "Será que você não sabe que há dezenas de tipos de escrivaninhas, cadeiras e bicicletas? Mas você simplesmente pediu-me uma escrivaninha, uma cadeira e uma bicicleta. Não pediu uma escrivaninha específica, nem uma cadeira nem uma bicicleta específicas". [iii] Sem perceber, o Sr. Cho atentou contra a onisciência de Deus que, segundo o próprio Jesus, sabe de tudo que necessitamos, antes mesmo de pedir (Mateus 6:25-32).
Assim, devemos analisar as declarações da sra. Baxter à luz da Bíblia, e não nos fiarmos em declarações de pessoas que, assim como nós, estão propensas a análises errôneas, não importa quão afamada seja tal pessoa no círculo cristão (Atos 17:10, 11).
III - Contradições
O caráter contraditório de algumas declarações desqualificam a "revelação" da sra. Baxter. Por exemplo: na p. 16 encontramos a suposta declaração de Jesus para ela: “Minha filha, levarei você até o inferno (...). Quero que escreva um livro e conte todas as coisas que vou revelar a você” (grifo acrescentado). Desobedecendo à ordem de Jesus, porém, ela comenta na p. 20: “Algumas coisas, por serem horríveis demais, não consegui passar para o papel” (grifo acrescentado). Ora, por mais que a mensagem a ser transmitida fosse dura, os profetas de Deus declaravam o que ele ordenava, independentemente do que sentiam a esse respeito; tal foi o caso de Jonas, Jeremias, Oséias e outros. A Sra. Baxter revela não possuir características próprias de um profeta de Deus. Para terminar o festival de contradições, diz: "Como obreira de Deus, submeti-me ao comando de Nosso Senhor Jesus Cristo e registrei fervorosamente as coisas que me foram mostradas e reveladas por Ele" (p. 181) — grifo acrescentado.
IV - O Inferno
A Sra. Baxter relata sua "visita" ao inferno nos seguintes termos: "Jesus veio a mim em 1976 (...). Jesus levou-me ao inferno por um período de 40 dias [iv] . (...) No mesmo momento, minha alma foi retirada do meu corpo. Saí com Jesus do meu quarto em direção ao céu. (...) Meu corpo permanecia na cama, enquanto o meu espírito ia com Jesus através do telhado da casa. (...) Depois, começamos a subir cada vez mais e eu já podia ver a Terra embaixo. Saindo dela, de vários pontos, haviam tubos girando em direção a um ponto central, indo e vindo. Eles se moviam como gigantes, continuamente e envolviam a Terra toda. (...) "São os portões do inferno" (pp. 11, 16-18).
A imaginação da sra. Baxter é fertilíssima. Ela retrata o inferno como se fora um corpo humano. O livro tem alguns capítulos interessantes, como, por exemplo: A perna esquerda do inferno (02), A perna direita do inferno (03), O ventre do inferno (07), O coração do inferno (10), O braço direito do inferno (13), O braço esquerdo do inferno (14), As mandíbulas do inferno (19) etc. Relata a Sra. Baxter (aparentemente citando as palavras de Jesus): "O inferno tem a forma de um corpo (semelhante à forma humana) deitado no centro da Terra. Ele tem a forma de um corpo humano - grande e com muitos compartimentos cheios de tormentos (...). O corpo está deitado de costas, com os braços e as pernas estendidas para fora" (pp. 31, 32, 52, 53). Nada há na Escrituras (nem mesmo na literatura apócrifa) que apóie essa versão da Sra. Baxter.
V - Curiosidades Infernais
O inferno da sra. Baxter é 'sui generis'. Nada há igual. Numa realidade totalmente espiritual, a sra. Baxter usa e abusa de seu profuso talento artístico. Veja o que ela "viu" no inferno:
· Ratos e serpentes (p. 53). Como foram parar ali?
· Uma alma — com coração e sangue — dentro de um caixão (p. 57). De que era feito esse caixão, só a sra. Baxter sabe.
· Uma mulher presa numa cela, cujas paredes eram de "barro" e a porta de "um metal escuro com barras e uma fechadura", e sentada numa "cadeira de balanço, balançando e chorando copiosamente" (p. 70). Pelo que parece, o inferno anda contratando pedreiro, ferreiro e carpinteiro.
· Há uma cena curiosa: Satanás está despachando com um grupo de mulheres, instruindo-as para enganar a muitas pessoas. De repente, "uma estante alta foi trazida para perto de Satanás e lá havia muitos papéis. Ele pegou alguns e começou a ler para as mulheres" (p. 63). De que eram feitos aqueles papéis que não queimavam nas profundezas ardentes do inferno da Sra. Baxter?
VI - Aberrações doutrinárias
Doutrinariamente, Baxter se revela herege ao ensinar um conceito errôneo sobre a Trindade. Ela afirma ouvir de Deus, o Pai, o seguinte: "O Pai, o Filho e o Espírito Santo são uma única pessoa" (p. 158) - grifo acrescentado. Essa heresia, que não faz distinção entre as "pessoas" da Trindade, chama-se patripassionismo (ou modalismo, também conhecida como sabelianismo). Para os patripassianos, foi o próprio Pai que assumiu a natureza humana, sofreu, morreu e ressuscitou. Diziam que a expressão "Filho" refere-se à carne de Jesus (= natureza humana), e que "Pai" é o elemento divino unido à carne (= Deus) [v] . Hoje, muitas seitas ensinam tal heresia, como por exemplo o Tabernáculo da Fé, Igreja Pentecostal Unida do Brasil, Igreja Voz da Verdade, Testemunhas de Ierrochua etc.
No inferno da sra. Baxter, Satanás jamais sofre; ao contrário, ele conta com um "Centro de Divertimento" (p. 80), onde ele e seus demônios deleitam-se com a desgraça alheia (p. 82). O apóstolo João, porém, diz que Satanás, ao invés de ter um "centro de divertimento", será atormentado pelos séculos dos séculos (Apocalipse 20:10).
VII - Torturada no Inferno
Ao visitar o "coração" do inferno (capítulo 10), juntamente com Jesus, ele a abandonou, entregando-a aos demônios. [...]Ela conta que sofreu tormentos, foi aprisionada, ajoelhou-se diante de Satã. Diz Baxter: "espíritos na forma de morcegos me mordiam por toda parte" (p. 90). Ao indagar de Jesus a razão desse incidente, a resposta foi: "Minha filha, o inferno é real. Mas você jamais poderia ter certeza até que experimentasse por si mesma. Agora você sabe da verdade e o que é estar perdido para sempre lá. Você poderá relatar para os outros a sua experiência, sem sentir nenhuma dúvida" (p. 92). O "Jesus" que conduziu a sra. Baxter ao inferno não era o Jesus da Bíblia (II Coríntios 11: 4). O que a sra. Baxter conheceu não se deu por satisfeito e, após essa experiência traumática, enviou-a mais uma vez para os tormentos infernais, desta vez às mandíbulas do inferno (capítulo 20). Depois de entrar em colapso, ela declarou que queria "estar bem longe – longe de Jesus, da minha família e de qualquer pessoa" (p. 92). Certamente que o Jesus dos Evangelhos não submeteria nenhum de seus "irmãos" a horrendas atrocidades, como se ele fosse um carrasco nazista.
VIII - Sábios conselhos
Não há muito que aproveitar d' A divina revelação do inferno. A sra. Baxter deveria levar a sério o que seu "Jesus" lhe disse: "Mantenham-se afastados dos falsos profetas que falam em Meu nome e espalham doutrinas falsas. Despertem! Despertem!" (p. 114). Para concluir, o "Jesus" da sra. Baxter revelou medíocre conhecimento sobre o inferno, mas, em contrapartida, estava certo quando disse: "Minha filha, algumas pessoas ao lerem o livro que você vai escrever, acharão que tudo isso é uma obra de ficção" (p. 129). Dito e feito!


[i] HICKEY, Marilyn. Quebre a cadeia da maldição hereditária. Rio de Janeiro: ADHONEP, 1988, pp. 30-32, 98.
[ii] O comentário de Mary Schultze (pesquisadora de religiões, membro do Centro de Pesquisas Religiosas, RJ, e da International Academy of Letters of England) é oportuno: "A tradução é de péssima qualidade, com erros de concordância e outros, que tirariam o prazer da leitura, se o livro fosse de leitura agradável". Ao citarmos o livro, mantivemos o conteúdo original, mesmo com erros de Português.
[iii] CHO, Paul Yonggi. A quarta dimensão. 17ª impressão. Miami: Vida, 1989, pp. 17-20.
[iv] É curioso o fato de que em alguns relatos de visitas ao mundo espiritual, o número de dias seja sempre 40. No livro Paraíso - a cidade santa e a glória do trono, de Elwood Scott (São Paulo: Palavra da Fé Produções, 1992), ele relata que a experiência de um homem que morreu (Sêneca Sodi) e de como Deus o ressuscitou após a estada de quarenta dias no Céu; tendo visitado, por incrível que pareça, o local onde fora sepultado o corpo de Moisés. Esses relatos fantasiosos são repletos de revelações extra-bíblicas. Os sensatos espanhóis diriam: "tonterias!"
[v] FRANGIOTTI, Roque. História das heresias (séculos I-VII). São Paulo: Paulus, 1995, pp. 45-51 e BARDY, D.G. & TRICOT, D.A. Chistus - Enciclopedia popular de la doctrina cristológica. Madrid: Afrodisio Aguado S.A., 1951.

sábado, 5 de maio de 2012

Se quiseres mesmo saber o que sou, sou iconoclasta, estou em busca de desmascarar e destruir os “ícones”, os “ídolos”,as “imagens”. E faço isso começando comigo mesmo, me expondo e abrindo o meu ser para que saibas que não sou o que pensas, nem mesmo o que penso eu, pois na verdade sou pó e podridão, poeira e solidão. Sim, não fosse a Graça que sustenta os caídos, sequer me levantaria da cama, amargaria existir de mim para mim mesmo.
Shalom Adonai

quarta-feira, 25 de abril de 2012

PARECIDOS COM JESUS (OU QUE QUEIRAM SÊ-LO)

 
O mesmo sotaque que identifica,
Que nos dignifica, e nos torna mais e mais
Parecidos com Jesus
O mesmo olhar, terno amoroso;pleno de paixão,
Que enxerga profundo, o perdido coração.
Que ao passar pela experiência da cruz,
Nos torna mais e mais:
Parecidos com Jesus
O mesmo sentimento de piedade
De humilde, do "bom samaritano",
Sensível a dor, ao sofrimento,
Que o faz PARAR, por pura compaixão,
Parecido com Jesus
O MUNDO ESTÁ CHEIO DE PERDIDDOS, FERIDOS,
PERSEGUIDOS
Moribundos sangrando no caminho,
Esperando, por alguém.
Por você ou por mim.
E eles ali ficarão sofrendo sozinhos,
Até que passe alguém, e terá que ser Alguém.
Parecidos com Jesus
Que se sinta regiamente pago, com duas moedas apenas.
O resto disse ELE: EU TE PAGAREI QUANDO VOLTAR
 
por pastor Siegfried Zilz
Missão "A fim de proclamar"
 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

HOMENS MENINOS




Homens são assim, crianças grandes que mudaram seus brinquedos, e lembrei do que Paulo disse:



"Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino." I Co 13.11 - O interessante é que esse versículo está no capítulo sobre a definição de amor.



Infelizmente a maioria dos homens, apenas evoluíram em seus brinquedos.

Antes eles brincavam de carrinho do tipo Hot Wheels, agora eles compram carros velozes, disputam corrida no trânsito e vão a corrida de fórmula 1. Antes eles jogavam bola na rua, agora compram uniformes e alugam quadras, onde passam o sábado, ou o domingo jogando bola - alguns vão a todos os jogos de seu time no estádio. Quando crianças, brincavam de luta, mas agora que cresceram, freqüentam academias de lutas marciais. Antes, quando sentiam-se ameaçados, escondiam-se embaixo da cama; eram viciados em balas e guloseimas. Hoje alguns saem de casa por um tempo e são viciados na bebida. Na infância, eles não aprenderam a lidar com as meninas, e agora eles não sabem conviver com elas no casamento. Eles não mudaram muito, apenas avançaram em suas dificuldades e brinquedos.



Diferentemente da maioria das meninas, que trocaram seus brinquedos, porém estes são muito mais saudáveis. Antes elas brincavam de boneca e de casinha, hoje elas cuidam de filhos da casa.



O grande problema dos homens (e conseqüentemente das esposas), é que eles pulam I Co 13.11 de suas vidas, e as esposas têm que conviver com isso.

As brincadeiras dos meninos são infinitamente piores e às vezes bem mais prejudiciais do que as das meninas, que geralmente são saudáveis.



Pelo fato de alguns homens serem meninos é que acontecem os grandes problemas do casamento.

As esposas não querem meninos ao seu lado, mas homens, e então passam a exigir o crescimento de seus maridos, daí decorrem as brigas.



Muitas esposas agem como mães que cobram a responsabilidade de suas crianças. As mães cobram de seus filhos irem visitar os avós, fazerem a tarefa de casa, chegar cedo em casa, e outras coisas... Com algumas esposas não mudou muito, pois precisam cobrar o compromisso familiar, de fazerem os maridos chegarem cedo em casa para ficarem com elas e de fazerem suas tarefas da casa.

O problema é que você é esposa e não mãe dele. Não cabe a você a disciplina e correção de seu marido. Porém como ajudadora, Deus confia a ti a tarefa de ajudar seu marido a evoluir.



Mas como ajudar o seu menino a tornar-se no homem da sua vida?

Deverá deixá-lo ser o sacerdote, chefe e responsável do lar.

Primeiramente você tem que aceitar a pagar o preço dessa transformação, pois muitos homens continuam meninos por que ainda tem mães.

Algumas mulheres são meninas que cresceram e continuam brincando de casinha tendo o marido como filho, sendo assim mudam a ordem do lar assumindo papel errado.



Para mudar, é preciso ter sabedoria, amor e sacrifício.

Muitas vezes será preciso deixar os problemas acontecerem, senão os maridos serão como crianças, que sempre terão suas mães para direcioná-los e limpar as suas sujeiras. Eles precisam assumir responsabilidades.



Quando minha esposa ganhava mais do que eu e tomava conta da casa, eu era um menino impedido de crescer por causa de seu domínio. Ela gostava de decidir as coisas, comprar, pagar, etc., e eu não me incomodava com isso, pois era bem mais fácil para mim, pois tudo estava sob controle. Mas como esse não é o plano de Deus para o homem e para a mulher, chegou um tempo em que as coisas ficaram pesadas demais para ela. Cansada dessa situação, orou e pediu para que eu fosse o homem da casa. Deus tirou o seu emprego, e eu tive que assumir mais responsabilidades financeiras. Ela teve a atitude e pagou o preço de me deixar tomar as decisões me empurrando a tomar a responsabilidade da casa. Então eu cresci e passei a pensar como homem, e acabei com as coisas de menino.



"Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino." - I Co 13.11.



Enquanto você for mãe de seu marido, terá um filho. Mães lidam com filhos (crianças) e esposas com maridos (homens).



Sabemos que não será fácil, pois isso requer que você como esposa seja submissa.

É muito difícil ser submissa a uma pessoa que você não acha ser capaz de assumir responsabilidades, mas é extremamente necessário. A insubmissão produz filhos e não maridos.

Ajude seu marido a ter papel de homem. Deixe as contas para ele pagar. Deixe os filhos terem momentos com ele. Oriente seus filhos a tirarem dúvidas da lição da escola com ele - avise-o que vai fazer isso, senão ele mandará seu filho perguntar para você.



Deixe ele prover as coisas em casa - mesmo que por um tempo ele falhe e falte coisas em casa. Deixe seu marido fazer as coisas do jeito dele - não existe jeito errado de se fazer as coisas, mas o jeito de cada um em fazer.



Não queira ensinar seu marido a dirigir e nem diga que seu caminho é melhor do que o dele - nenhum homem gosta de ser comandado.



Enquanto ele não se achar responsável pela casa, não assumirá o papel de sacerdote e cabeça do lar, continuando a ser como é.



"A mulher sábia constrói o seu lar, mas a que não tem juízo o destrói com as próprias mãos." - Pv 14.1 -



Talvez seu marido precise de um "empurrãzinho" com sabedoria e amor.

Eu tive o meu e deu certo! 
Quando seu marido crescer, mudará seus hábitos e deixará seus "brinquedos" e "brincadeiras". Seus gostos e desejos mudarão. Ele sentirá a importância de estar mais presente em casa, pois saberá que o bom funcionamento dela casa depende dele. Tratará você como amante e não com mãe.




Acho que as mães geram meninos, mas quem os tornam homens são as esposas (mulheres de Deus)!

Shalom Adonai