sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A VERDADE SOBRE O NATAL


     Existem muitas especulações acerca desse assunto e são diversos os artigos e opiniões  tornando-o mais e mais polêmico. O objetivo é apenas esclarecer as dúvidas existentes, eliminando toda atmosfera misteriosa acerca dessa temática.

O QUE É O NATAL?

      A palavra NATAL vem do latim “natale”, relativo ao nascimento. O mundo ocidental cristão define o natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorrem, todos os anos, no dia 25 de dezembro. Nessa mesma data é celebrado em vários lugares do mundo o que poderíamos chamar de a maior festa da cristandade, o nascimento de Jesus.

QUANDO JESUS NASCEU?

 

        A bíblia não relata o dia e o ano em que Cristo nasceu, também não existem fontes históricas que revelam tal data, mas sabemos que não foi em Dezembro, pois nesta época do ano, em Israel, o inverno é rigoroso e a bíblia no relato do nascimento de Cristo diz que havia pastores no campo cuidando das ovelhas na madrugada (Lc 2:8-20).
 Não foi em Dezembro, pois as ovelhas ficavam alojadas nessa época.



       





Por não saber exatamente a data do nascimento, algumas teorias foram levantadas, especulando que o nascimento de Jesus foi em Abril, Outubro ou Setembro. Uns tentam justificar tais datas por meio da astronomia, explicando a aparição da estrela que ocorreu no nascimento de Cristo, outros por sua vez, vão a história Romana em busca da data do decreto de Cezar Augusto acerca da ordem de recenseamento, motivo pelo qual Maria e José deixaram Nazaré da Galiléia para ir à Belém da Judéia onde Cristo nasceu. Mas tais teorias não passam de meras especulações.

        O que sabemos de fato é que existe uma grande falha em nosso calendário Romano, historiadores ao comparar os registros bíblicos do evangelho e os registros extra-bíblicos, descobriram que Jesus nasceu 4 a 7 anos antes do ano “zero” do calendário Romano, pois os registros bíblicos dos evangelhos menciona a morte de Herodes, o grande, depois do nascimento de Cristo (MT 2:19), mas nos registros extra-bíblico encontramos o relato da morte de Herodes antes do ano “zero” do calendário Romano, a bíblia de fato está correta acerca da morte de Herodes depois do nascimento de Cristo.

       Porém foi cometido um sério erro de cálculo na formação do calendário Romano por volta do VI século, onde começaram a contar o ano “zero”, 4 a 7 anos depois do verdadeiro ano do nascimento de Cristo. Isso nos leva a entender que Jesus realmente nasceu aproximadamente 4 a 7 anos antes do ano “zero”, ano este, que para o calendário Romano foi o ano do nascimento de Cristo, e que hoje estamos 4 a 7 anos a frente do nosso tempo, ou seja quando chegarmos em 2010 será 2014 a 2017 aproximadamente.

        Outra verdade é que também não encontramos em nenhuma fonte histórica, interesses nos cristãos primitivos de celebrar a festividade do nascimento de Cristo, tal começou a ser comemorada no século IV, mas sempre foi do conhecimento de todos que 25 de dezembro era apenas uma data simbólica.

POR QUE 25 DE DEZEMBRO?



        A comemoração do Natal “nascimento de Jesus” surgiu de um decreto. O Papa Júlio I decretou em 350 que o nascimento de Cristo deveria ser comemorado no dia 25 de Dezembro, substituindo a veneração aos deuses pagãos e suas festividades profanas realizadas nessa mesma data.

      Alguns líderes da igreja se opuseram a idéia e a data em que era celebrado o Natal. Resistiram a idéia, porque somente Faraós, Herodes e deuses pagãos comemoravam aniversário e a data, porque era uma data de muitas festividades pagãs entre os Celta, Germânicos, Romanos, Gregos e etc. Apesar de muitos misticismos pagãos relacionados a essa data, o que sabemos de fato é que Cristo nasceu. Evidentemente não sabemos o dia e o ano, mas isso realmente não importa, pois independente de data, lugar e forma, Ele nasceu para reinar e como disse o sábio Angelus Silesius: "Ainda que Cristo nascesse mil vezes em Belém, senão nascer dentro de ti, sua alma segue perdida".

        Quanto ao fato do Natal ser no dia 25 de dezembro, mesma data de festividades pagãs, qual é o problema? Poderia ser qualquer dia, pois todos os dias são do Senhor, Oxalá que o período de carnaval fosse substituído por um grande encontro de pessoas que se reunisse para comemorar seja o que for, Seu nascimento, Sua morte, Sua ressurreição ou a Sua volta, desde que Seu nome em qualquer comemoração seja exaltado, não vejo mal algum.

COMO SURGIU O PAPAI NOEL?



        Estudiosos afirmam que a figura de papai Noel, foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem caridoso que distribuiu suas riquezas aos pobres e viveu para ajudar os carentes e necessitados, usava vestes vermelhas, cores dos mantos tradicionais dos bispos naquela época e costumava jogar saquinhos com moedas nas chaminés das casas. Após sua morte se tornou um santo e em sua homenagem fundaram a associação São Nicolau, que surgiu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

COMO SURGIU A ÁRVORE DE NATAL?



        A árvore de Natal é um pinheiro, enfeitado e iluminado, especialmente nas casas na noite de Natal. A tradição da árvore pinheiro tem raízes muito mais longínquas do que o próprio Natal. Eram utilizadas em cultos pagãos, em celebrações e enfeites, vejamos:

        Os romanos enfeitavam árvores em honra a Saturno, deus da agricultura, mais ou menos na mesma época em que hoje se prepara a árvore de Natal. Os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano (que é em Dezembro), como símbolo de triunfo da vida sobre a morte. Nas culturas célticas, os druidas tinham o costume de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para festividades também celebradas na mesma época do ano.
Segundo a tradição, S. Bonifácio, no século VII, pregava na Turíngia (uma região da Alemanha) e usava o perfil triangular do pinheiro com símbolo da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Assim, o carvalho, até então considerado como símbolo divino, foi substituído pelo triangular pinheiro.
Na Europa Central, no século XII, penduravam-se árvores com o ápice para baixo em resultado da mesma simbologia triangular da Santíssima Trindade.
Árvores de Natal como hoje se conhece


A primeira referência a uma “Árvore de Natal” surgiu no século XVI e foi nesta altura que ela se vulgarizou na Europa Central. Há notícias de árvores de Natal na Lituânia em 1510.
Diz-se que foi Lutero (1483-1546), autor da reforma protestante, que após um passeio pela floresta no Inverno, numa noite de céu limpo e de estrelas brilhantes, trouxe essa imagem à família sob a forma de Árvore de Natal, com uma estrela brilhante no topo e decorada com velas, isto porque para ele o céu devia ter estado assim no dia do nascimento de Jesus, e a utilizou como ilustração em diversos sermões pregados em vários lugares, pois o pinheiro é a árvore símbolo da vida, pois mesmo no inverno que é Natal no hemisfério norte e apesar das densas neves, o pinheiro não perde suas folhas, portanto é uma grande representação da vida do cristão. Tal costume começou a enraizar-se na Alemanha, as famílias ricas e pobres decoravam as suas árvores com frutos, doces e flores de papel (as flores vermelhas representavam o conhecimento e as brancas representavam à inocência). Isto permitiu que surgisse uma indústria de decorações de Natal, em que a Turíngia se especializou.



        No início do século XVII, a Grã-Bretanha começou a importar da Alemanha a tradição da Árvore de Natal pelas mãos dos monarcas de Hannover. Contudo a tradição só se consolidou nas Ilhas Britânicas após a publicação pela “Illustrated London News”, de uma imagem da Rainha Vitória e Alberto com os seus filhos, junto à Árvore de Natal no castelo de Windsor, no Natal de 1846.

        Esta tradição espalhou-se por toda a Europa e chegou aos EUA, mas não se consolidou uniformemente dada à divergência de povos e culturas. Contudo, em 1856, a Casa Branca foi enfeitada com uma árvore de Natal e a tradição mantém-se desde 1923, não somente nos EUA, mas em toda a América.



É PECADO COMEMORAR O NATAL?



        Sabemos que não existe fundamento bíblico para que seja comemorado o Natal - “nascimento de Cristo”, mas também não há nenhuma proibição de comemorá-lo, exceto a de “apartai-vos dos ídolos” (Ez 14.6; I Jo 5.21),ou seja, tal comemoração pode se tornar uma idolatria e isso é abominação ao Senhor Deus, contudo fica evidente que comemorar não é pecado mas, como se comemora pode se tornar um grande pecado. Alguns substitui Cristo por Papai Noel, outros aproveitam a situação para a glutonaria, bebedices, depravação, promiscuidade, idolatram a data, Papai Noel e os rituais natalísticos, e etc. ISSO É PECADO!
         Portanto a grande questão não é comemorar, mas como se comemora.
    Acredito que essa fase do ano é mais específica e oportuna para anunciarmos a verdade. Se o Natal é o nascimento de Cristo, isso comemoro todos os dias, e não simplesmente no dia 25 de Dezembro, mas vale salientar que, particularmente não comemoro os “rituais natalísticos”, mas comemoro o momento entre amigos e familiares, comemoro a sensibilidade humana e solidária dessa época e a oportunidade de anunciar que Cristo vive e voltará.

O CRISTÃO PODE DECORAR A CASA COM ENFEITES NATALINOS?





       




Acerca desse assunto não trago uma palavra de proibição, mas de recomendação, é preciso tomar cuidado para que em meio a tantos preparativos, decorações e enfeites natalinos, não venhamos pecar ao colocar símbolos pagãos dentro do nosso lar. A bíblia diz “não meterás coisa abominável em tua casa, para que não seja amaldiçoado...” (Dt 7.26), enfeitar a casa ou não, é uma opção de cada um, a depender de sua fé e de sua maturidade. A bíblia diz que “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova. Mas aquele que tem dúvidas,... está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado”. (Rm 14: 22,23).

        Existem alguns argumentos que alegam que os enfeites e árvores são e possuem simbologias satânicas. Sinceramente desconheço a veracidade destas informações. Porém vale salientar que o mundo está cheio de simbologias e que os símbolos só possuem valor quando nos apegamos ao que ele representa. Portanto o pecado não está relacionado a enfeitar ou não a sua casa, mas as motivações que o leva a enfeitar.[...] Se suas intenções forem idolatrar as ornamentações, rituais e simbologias natalinas, ofuscando a presença de Cristo, evidentemente estarás pecando, tendo em vista que a bíblia recomenda “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (I Co10:14), todavia se suas motivações estiverem relacionadas ao simples fato de criar um ambiente e um cenário de confraternização familiar, louvando e agradecendo a Deus pela sua infinita bondade, sinceramente não vejo mal algum, mas para aqueles que julgam tais atitudes recomendo o conselho do Apóstolo Paulo "Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados," (Cl 2 :16).
PENSA:

        Celebrar o Natal é anunciar a verdade a todos e a todo tempo que Cristo vive e reina. É ensinar as nossas crianças que papai Noel não existe, mas papai do céu é vivo e real. É aceitar seu plano de salvação para nossas vidas e viver conforme a sua vontade.

        Desejo a todos, um Feliz Natal todos os dias e que ele não seja celebrado somente naqueles dias em que os enfeites natalinos dominam as ruas da cidade, em que as canções são entoadas na esperança de uma vida melhor, e os corações tornam-se mais sensíveis e solidários_emocionais, mas que o Natal seja algo presente em nossas vidas como o menino Emanuel “Deus conosco”, pois dessa forma, poderemos celebrar a cada instante, não somente o Seu nascimento mas principalmente o Seu reinado eterno em nossas vidas.

Shalom Adonai

O arcabouço teólogico dos praticante​s de Batalha Espiritual




Uma  análise acerca de alguns dos principais equívocos dos teólogos do chamado  movimento de batalha espiritual à luz do livro de Jó.

O movimento recente de 'batalha espiritual' tem  conceitos controvertidos e aqui analisaremos alguns deles a partir das  escrituras, especialmente no Livro de Jó, buscando responder, ainda que de forma  sucinta, questões inquietantes da alma humana, tais como: Por que o justo sofre?  Por que Deus permite tal sofrimento? E por que devemos crer em Deus mesmo sem  haver qualquer benefício visível?


Augustus Nicodemus Lopes define o arcabouço  teológico dos praticantes de Batalha Espiritual como ekbalístico, termo derivado  do verbo grego que significa expulsar, atacar, expelir.


Aqueles que se identificam com esse movimento,  tais como Peter Wagner, Neuza Itioka, Valnice Milhomens, dentre outros, eles não  se definem desta maneira, mas pode-se notar que partem da premissa de que o mal  e a adversidade tem origem no diabo, o qual encontra “brechas” na vida do ser  humano abertas pelo pecado.


Neste meio entende-se 'pecado' como toda ação ou  omissão contrária a Palavra de Deus, mas não é levado em consideração a  pluralidade hermenêutica dos textos bíblicos, portanto na prática, “pecado” passa ser tudo aquilo que o líder, geralmente alguém denominado ‘Apóstolo’, considera, entende e interpreta como sendo contrário a Palavra de Deus, sendo  então essa ação ou omissão a responsável pela “brecha” aberta para atuação  demoníaca e o consequente sofrimento humano.


Naturalmente, tal movimento tem aqui um sério  problema doutrinário-conceitual, pois é fácil demonstrar pelas escrituras que em  última instância Deus é o responsável pelo sofrimento humano.


Porém, antes que alguns leitores queiram me  atirar pedras por tal “blasfêmia”, quero convida-los a um breve estudo do livro  de Jó.


À primeira vista, o Livro de Jó parece apenas  relatar a história de um homem reto que suporta sofrimento intenso. Mas, na  verdade o ponto central  é a sabedoria e soberania de Deus.


Jó identificou Deus como Aquele responsável  por todo o seu sofrimento. Em momento algum Jó culpa Satanás, nem sequer tenta  expulsar, atacar ou expelir aquele que havia lhe desferido duros golpes (Jó  2:10).


O Livro de Jó responde a uma questão  inquietante quando apresenta a realidade de que os justos e íntegros também  sofrem, sendo que a Soberania de Deus contrasta com as respostas fáceis,  superficiais e nada consoladoras dos amigos de Jó (Jó 42:7-8).


A teologia do recente movimento de 'batalha  espiritual' (especialmente no Brasil) é a teologia dos amigos de Jó, posto que se  baseaiam na lógica de causa-efeito e entendem que o sofrimento humano é sempre  produto do pecado. E este ganha espaço no vida do crente pela ação de demônios,  que senão podem possuir o crente, podem demoniza-lo ou oprimi-lo para que se  mantenha em pecado; E foi partindo dessa premissa que tais ministérios de  libertação desenvolveram “técnicas de libertação” fundamentadas num legalismo  cheio de regrinhas de conduta pseudo-santificadoras do tipo “não toque”, “não  veja”, “não faça” “não coma” etc...


Sem dúvida, a santidade é um tema importante  para a fé cristã e que não deve ser negligenciado pelo Cristão, posto que sem  ela ninguém verá a Deus (Hb. 12:14). Contudo, a santidade não pode ser tratada  sob o ponto de vista utilitarista, tal como se santidade fosse um mecanismo para  evitar o sofrimento mantendo satanás afastado de nossas vidas.


[...]É claro que devemos ser santos, porque Ele é  Santo! Mas devemos ser santos tão somente em sinal de gratidão Àquele que pela  Graça, e sem nenhum motivo nos redimiu, anulando a sentença condenatória que já  estava transitada em julgado contra nós.


É por essa razão também que devemos crer nEle,  mesmo que não haja nenhum motivo visível, uma vez que de Deus somos filhos, e não  animais amestrados, os quais somente obedecem ao dono mediante paga ou promessa de  recompensa.


[...]Santidade tem que ser vivida com o propósito  de adorar a Deus, não para manter satanás afastado, evitando assim sofrimentos.


Aquele que vive a santidade com propósito de  adorar a Deus está colocando seus olhos em Deus, e sua motivação está tão somente  no Senhor, ao contrário daquele que se santifica por causa do diabo, buscando se “santificar” para ficar cada vez mais “poderoso” espiritualmente para derrotar o  diabo em batalhas e escaramuças.


Outro conceito controvertido do recente  movimento  de Batalha Espiritual é sua  cosmovisão  dualista/maniqueísta.


Segundo a "Apóstola" Neuza Itioka, e também nos livros de  Rebecca Brown e Eduardo Mastral, a presença, e força do diabo no mundo é  retratada de tal modo que os cristãos se tornam psicológicamente reféns das  forças diabólicas, vendo-se compelidos a praticarem rituais diários, tal como “se revestir da armadura de Deus”, a fim de se proteger dos “ataques  espirituais”; [...]Nota-se que tal prática não é muito diferente dos pagãos  esotéricos que penduram no pescoço pedras energizadas, tomam banho de ervas e/ou  confeccionam patuás para se protegerem do mal.




A armadura descrita por Paulo em Efésios não é  uma vestimenta-mística-espiritual, mas sim uma série de valores que o Cristão  deve internalizar moldando seu caráter. Verdade, justiça, fé, dentre outros  valores foram usados por Paulo alegóricamente a uma armadura romana, afim de  transmitir a mensagem de que o cristão deve viver por estes valores e que são  eles que preservam o cristão no dia mau.


Além disso, Deus e o diabo não estão em  guerra, posto que Jesus já despojou todos os principados e potestades e com Ele  triunfamos na cruz (Cl 2:14,15). O diabo está subordinado a Deus e sua atuação  está limitada pela vontade soberana de Deus, como em Jó cap. 1.  
Portanto, em  última instância, Deus é o responsável pelo sofrimento, sendo o diabo mero  executor da vontade de Deus. Em Isaías 45:7, Deus diz: "Eu formo a luz e crio as  trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas."


Mas antes que agora tentem colocar Deus no  banco dos réus, primeiro respondam as questões que Ele mesmo propós para Jó (Jó  38:1 - 40:2; Jó 40:6 – 41:34). Assim perceberão que a sabedoria e soberania do  Senhor, ainda que nos sobrevenham tempos difíceis e dias maus, ela silencia o  homem e faz que ele coloque a mão na boca (Jó 40:4).


Não se pode negar a atuação de satanás, mas Jó  discerniu a verdadeira causa de seu sofrimento e não perdeu tempo buscando  identificar o pecado que abriu a “brecha” em sua vida para satanás, tal como  seus amigos persistentemente propunham.

No livro de Jó há sabedoria e soberania  absolutas de Deus, inclusive diante do sofrimento humano causado por Ele, elas  desconstruiram completamente os discursos pseudo-espirituais de Elifaz, Bildade  e Zofar (Jó 42:7-8), os quais infelizmente ainda hoje são reproduzidos sob  pretexto de revelação e libertação espiritual.






por Mariel  M. Marra é teólogo, membro da Igreja Presbiteriana do Brasil

Shalom Adonai

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

35 Razões para não Pecar

1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus líderes espirituais.

6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 - Porque o meu pecado entristece os santos.

11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 - Porque o arrepender-me do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.




18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.


30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.


31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.














Renuncie seus direitos

Rejeite o pecado

Renove sua mente

Confie em Deus


por Pr. Jim Elliff é o fundador e presidente da organização Christian Comunicators Worldwide (CCW). Obteve seu mestrado pelo Southwestern Baptist Theological Seminary. É membro da diretoria da FIRE (Fellowship of Independent Reformed Evangelicals) e é fundador do ministério Christ Fellowship, uma igreja constituída de congregações nos lares; é autor de vários livros, alguns deles publicados em português pela Editora Fiel. Jim é casado com Pam e o casal tem três filhos.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ide e pregaí o Evangelho...

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine. [I Cor. 13:1]

Creio que um pregador não é tanto um construtor de sermões quanto um construtor de vidas... Para pessoas da maneira como Deus deseja que elas sejam, ele o pregador primeiramente deve amá-las. Não é suficiente amar o ato de pregar. Nós devemos amar a vida daqueles a quem pregamos. Sem amor, pregar é um mero barulho...

O que estamos fazendo quando falamos de Cristo, a nossos amigos, parentes e conhecidos e as pessoas que se relacionam conosco no ambiente de trabalho? Estamos dizendo à eles que o amamos, e que nos precocupamos com suas vidas e com a sua felicidade. E que desejamos para eles que encontrem a Cristo o unico caminho que leva à Deus. Ou, simplesmente emitimos visões pessoais, vãs filosofias que ecoam barulhentas...

Pregar o Evangelho não consiste em decorar versículos bíblicos do quais alguns aplicam como chavões que não edifica. Está escrito: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará! Essa verdade a que ter conhecimento, discernimento para que produza efeito na vida daquele que ouve. É preciso haver  uma motivação, um desejo ardente no coração de ensinar Cristo é o nosso Salvador. Ele nos dá vida e alegria. Ele transforma a nossa mente, e nos faz novas criaturas. Com Ele estamos cheios de regozijo. Arde em nossos corações o desejo para que todos tenham a mesma bênção. Até a presença de Cristo em nossas vidas é que produz esse amor. Nada temos de bom se Cristo não estiver conosco.
O amor semeado pelo Senhor em nossos corações produz uma grande vontade de levar a palavra de salvação aos que não a têm. Por ísso pregamos! Esta escrito: Ide e pregaí o evangelho a toda a criatura! Por isso saímos a semear o amor que flui de nosso interior como rios de água viva.

Muitas vezes saímos a proclamar o evangelho apenas porque vemos outros fazê-lo ou, porque a igreja que congremos nos convocou para uma tarde de evangelização. Se é assim que acontece o que fazemos não passa de uma atividade mecânica, sem vida, sem sal, sem luz. O brilho  do Senhor não é percebido em nosso rosto, o nosso coração não palpita pelos aflitos, pelos incrédulos, pelos desesperançados.  Caminhamos completamente vazios do amor que deveria ser o combustível de nossa pregação. Não me refiro a pastores, mestres e tantos outros entitulaveis. Porque Jesus Cristo diz não nominalmente... Esta no imperativo: Ide e pregaí... Não foi especifico.

Pensa: Seu testemunho de vida é como um metal que soa, um mero barulho, ou uma sinfornia de amor à serviço do Senhor nosso Deus?  Porque atitudes impressionam os homens. Se é apenas o que desejas impressionar, então já recebeu o galardão que buscavas. No entanto se queres chamar a atenção de Deus... Faça tudo com o coração verdadeiro as mãos limpas e isso em verdade e em espirito; não para que sejas visto,  tão pouco reconhecido, apenas faça porque isso agrada a Deus que venhamos a cumprir: Ama teu próximo como a ti mesmo!

Luiza Valle FFaria

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Simplicidade do Culto...



Hoje quero escrever sobre a simplicidade do culto ao Senhor nosso Deus. Se olharmos a vida de Jesus e dos seus discípulos, vamos descobrir ‘o principio da simplicidade’ na vida da igreja primitiva.

Da mesma maneira que a sociedade moderna vive freneticamente um ativismo sem fronteiras esse comportamento tem sido instalado na vida da igreja(latim ecclesia, -ae, do grego ekklesia, -as, assembleia, reunião.   Permitimos a ansiedade sentar-se no gargarejo, e isso tem tirado a simplicidade do culto a Deus. Onde quer que se vá é possível sentir a sensação de que  há  sempre uma grande estrutura para dar culto à Deus. Hoje a adoração esta voltada ao entretenimento, e os líderes estão mais preocupados em agradar as pessoas atraindo-as com um grande desempenho do que agradar Deus. E mais, não estão preocupados em ensina-las como agrada-lo. Neste século temos perdido como igreja a capacidade de compreender que o culto racional à Deus é simples. E foi exercido por Jesus e os apóstolos de uma forma profunda. Bem simples, sem instrumentos de última geração, e equipamentos como data show, aparelhagem de som potente. Observe, não que não se possa fazer uso da tecnologia, se houver condições sim, entretanto caso não haja  condição, não  seja insignificante O procedimento da adoração ao Senhor, por falta do apoio tecnológico. A tecnologia é apenas um coadjuvante, não é o principal, e tão pouco deve ser o imprescindivel.

 Todo Ser que Respira Louve ao Senhor! Salmo 150

[...]Observe os aspectos do louvor citado:
1 Onde? No santuário, e no firmamento...
2 Por quê? Por suas obras, e por sua grandeza...
3-5 Como? Com todo tipo de instrumento musical
6 Quem? Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!”
 

Quando a igreja do Senhor se reúne [igreja somos 'Nós'] E, nos reunimos fisicamente num prédio que acomoda pessoas; devemos ter o foco correto do culto racional à Deus.

[...]Rogo-vos pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. Romanos 12:1
Primeiramente devemos levar em conta que o culto à Deus é individual, tendenciosamente logo é transformado em algo corporativo, mas é INDIVIDUAL. Não gosto da expressão “este culto não foi bom” ou “este culto não fluiu”, isso demonstra que ‘meu’ culto à Deus foi assim... Afinal, nos deslocamos para estar juntos naquele local...
'Está escrito que é na comunhão dos santos que o Senhor ordena a bênção'.
Há os fazem essa alegação pensando ser mais espirituais que outros... O culto à Deus é algo que brota no seu coração na sua igreja que somos Nós...
Se o culto for ruim, porque seu coração deu culto racional ruim... Mesmo  em renovação constante precisamos reverenciar as expressões do culto à Deus!
E questionar nosso coração: Quando nos reunimos, que fazemos para dar culto racional? Parece muito mais fácil nos acostumar às tradições do culto do que permitir a ação do Espirito Santo em nós. Culto este que sempre se inicia cantando, é assim, porque na última reunião foi assim, será sempre assim, rendido a um ritual... Deus quer restaurar o culto na igreja com entendimento. Por isso não há nenhuma fórmula apostólica de como deve ser a reunião na igreja. Graças a Deus! Imagine se houvesse uma ordem de culto na Bíblia, mas graças à Deus não foi deixado uma ordem de culto por escrito. Deus quer trocar nosso culto, nossas reuniões, começando pelo culto INDIVIDUAL de cada um de Nós. Porque quando a igreja está cheia do Espirito Santo, não necessitamos ter temor que algum instrumento não funcione que algumas das parafernálias modernas falhem, porque cada um tem salmos, hinos e cânticos espirituais. Isto é a dinâmica simplificada na vida da igreja, e que nós devemos buscar aprender com Cristo. É uma dinâmica que não depende de uma pessoa e que tem o cargo de ministro de louvor ou, a que é responsável por fazer funcionar o show, senão a dinâmica pura e simples da total dependência do Espirito Santo sai de cena e entra a logística humana.
É tudo tão simples que o pensamento ardeu em meu coração é mais simples ainda, porém complexo:
Primeiramente temos que entender quem se reúne quando nos reunimos?! Quem?
Está escrito: [...]Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles. Mateus 18:20
Os que ministram tem que ter este entendimento, não necessitamos de grandes multidões para aprender a valorizar uma reunião. Temos que aprender que o valor da igreja do Senhor é o mesmo, independente do número de pessoas 5 ou superior a 300. É preciso desmistificar isso do meio da igreja.

Se hoje você esta em uma congregação com 20 pessoas, saiba que está é a igreja do Senhor. Ele preparou para que estivessem ali.  Se você foi chamado para ministrar esse grupo aos olhos humanos, pequeno, saiba que aos olhos do Senhor é um grupo seleto. Aprenda a valorizar o corpo de Cristo, e não a números ou as estatísticas.

Porque a igreja se reúne?
É preciso ter em mente as diretrizes para estarmos reunidos, é a ADORAÇÃO ao Senhor. E há muitas formas de adoração. É preciso desenvolver como igreja a adoração, os cânticos, palavras de adoração salmos e hinos espirituais. Estas são as bases da vida de oração da igreja as que sempre temos que voltar. Porque a sofisticação nos afasta da simplicidade da vida de oração. Adorar significa prostra-se na presença dEle, estar diante dEle com nossas vidas rendidas, entregues completamente. Reunimo-nos para expressar a múltipla sabedoria de Deus através do corpo, para fluir nos dons do Espirito.

Devemos tirar de nossas vidas toda a comodidade; e dizer: “Eis-me aqui, estou disponível para ser usado por ti, em toda plenitude de teu Espirito” Cada um compartilhando o que tem. É muito mais fácil vir, e dar culto ao Senhor, e ouvir a alguém, mas é mais difícil ouvir a nós mesmos, e a Deus. Por isso é muito comum, observarmos pessoas na reunião, caladas, pessoas que não compartilham: porque não ouvem a Deus. Muitas vezes a culpa é nossa, de pastores, da liderança, porque não é dada uma direção ensinando a igreja buscar  mais ouvir a Deus. E para compartilhar temos que ouvir ao Senhor. Reunimo-nos para proclamar a palavra de Deus, e ter comunhão uns com os outros, mas sempre como corpo de Cristo.
Como deve reunir-se a igreja?
Precisamos nos reunir com reverencia ao Senhor... Reverencia não é medo, não é silêncio, reverencia é uma atitude de temor com base no amor ao Senhor. É saber que Ele é Deus em nossos corações, pelo que nosso culto não deve parar nunca.

[...] “falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais”  Efésio 5:19.
Pensa: Quando estamos juntos, há salmos? Há cânticos? Ou somente música. Cuidado com o chavão: Deus habita em meio aos louvores! Eu pergunto: Temos entregue louvor? Senhores cantores, ministros de louvor e corais; Deus não escuta como ouvimos a voz de alguém, afinado ou desafinado... Deus ouve os  corações. [...]Aprenda a levantar a voz em adoração ao Senhor, deixando o Espirito Santo tirar as amarras do coração, e da vossa boca para entregar-se em verdade e espirito, e assim louvar e ver o céu abrir.    


Luiza Valle FFaria

sábado, 5 de novembro de 2011

O ÓLEO DA UNÇÃO, FATO OU ILUSÃO?






O que é fato e o que é ilusão? Pretendemos por meio desse estudo  esclarecer as duvidas existentente acerca do 'óleo da unção', assunto pelo qual tem gerado algumas duvidas acerca dos credos e das praticas cristãs reveladas na 'Palavra'.

SIGNIFICADO DO ÓLEO:
O óleo e representado na bíblia como símbolo do Espírito Santo assim como os elementos: fogo, água, vento, pomba, selo e a luz. A unção com óleo é bíblica, é uma metáfora que simboliza o derramamento do Espírito Santo sobre alguém. Isto é um fato!

ALGUMAS PASSAGENS DO V.T. RELATIVAS À UNÇÃO COM ÓLEO: OS FATOS!
  
OBJETOS: EX 30:26-29 ;40:9-11)
SACERDOTES: (EX 30:30 - 29:7 - LV 8:12).
REIS: (1 SM 10:1 - 1 SM 16:13 - 2 SM 2:4 - 11:7 - 1 RS 1:39 – 2).
PROFETAS: (1 RS 19:16).
B. ALGUMAS PASSAGENS DO N.T. RELATIVAS À UNÇÃO COM ÓLEO:
DISCÍPULOS (MC 6:13).
PRESBÍTEROS / ENFERMOS (TG 5:14).
SEPULTURA (MC 14:8 - LC 23:56).
HÓSPEDES (LC 7:38 - LC 7:46).


O PERIGO DO MISITICISMO: AS ILUSÕES!
Lamentavelmente existe uma atmosfera de misticismo que atualmente tem invadido a igreja de Cristo, e assim atribuído um poder sobrenatural ao óleo, em alguns casos anulam até o sacrifício de Cristo, e na sua maioria contrariam todo o ensinamento bíblico acerca do óleo, utilizando como uma espécie de antídoto mágico, formula milagrosa, liquido terapêutico, e repelente de demônios.
Sinceramente é de estarrecer algumas coisas ainda praticadas, e utilizadas pelas igrejas “néo-pentecostais”, as quais podemos chamá-las de: “indulgências da pós modernidade”, me refiro a comercialização dos óleos supostamente ungidos, e as promessas que lhe são atribuídas, vejamos algumas delas? “O óleo abrirá portas de empregos, o óleo curará todas as enfermidades, o óleo expulsará os demônios, o óleo derramará benção sobre suas vidas, compre o óleo do rio tal..., adquiram o óleo diretamente de Israel”. É deveras cômico mas torna-se trágico por que manipulam o sagrado, distorcem a verdade e vendem ilusões! O mais triste que as pessoas preferem a ilusão! Ilusão, não cura. Ilusão, afaga o ego! Incrivel de ilusão também se vive! E isso é muito mais compremetedor do que parece. Ilusão para eternidade.

PERGUNTAS ACERCA DO OLÉO!
“Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração de fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” (Tiago 5:14-15)

A IGREJA PODE USAR O OLÉO EM NOSSO DIAS?Sim, desde que não ultrapasse o que está escrito, e o utilize ciente de que o óleo é um simbolismo, que representa
 “o derramamento do Espírito Santo”.


O OLÉO TEM PODER PARA CURAR ENFERMOS?Não. A bíblia diz que devemos ungir os enfermos, em o nome de Jesus e é a oração de fé que salvará o enfermo (Tg 5:14-15).
O OLÉO TEM PODER PARA EXPULSAR DEMONIOS?
Não, o diabo não tem medo de água benta nem de óleo ungido, o que biblicamente expulsa demônio é o nome de Jesus “em meu nome, expulsarão demônios”. (Mc 16.17b) e muito jejum e oração ( Mc 9.29).

QUEM PODE UNGIR?
A bíblia é clara por uma questão de 'ordem', devemos chamar os presbíteros da igreja, ou seja, as autoridades eclesiásticas pastores e diáconos (Tg 5:14-15).

O OLÉO É UMA ORDENANÇA?
Não, somente o batismo e a ceia são ordenanças que não podem deixar de serem praticadas pela igreja, enquanto ao óleo não é uma ordenança, todavia é uma recomendação necessária para ser utilizada em casos específicos.

DEVEMOS UNGIR ENFERMIDADES?
A bíblia diz: ungir o enfermo, e não a enfermidade, muitos cometeram erros terríveis ao ponto de ungir partes intimas das pessoas, causando assim escândalo na comunidade, tudo isso por não observarem bem a recomendação bíblica.

DEVEMOS UNGIR OBJETOS?
Hoje as pessoas estão ungindo casas, automóveis, moveis, roupas e até fotos, apesar de existirem indícios bíblico no A.T acerca de ungir objetos, não encontramos nenhuma referência bíblica no NT, se entendemos que o ato de ungir representa o derramamento do Espírito Santo, não há sentido algum de ungir objetos, pois o ES não descerá sobre objetos, mas sim, sobre pessoas, portanto se deve ungir pessoas, e não meros objetos, se a pessoa for consagrada, e abençoada ou seja estiver em comunhão com o pai, tudo que ela tocar prosperará.

EXISTEM ÓLEOS MAIS IMPORTANTES QUE OUTROS?
Primeiramente vale salientar que não existe distinção de efeito ou poder espiritual sobre o óleo, basta dizer que todo o óleo que é separado para questões espirituais tem o mesmo sentido espiritual, ou seja, os óleos de Israel não são mais importantes e eficazes do que os fabricados no Brasil, e que as diferenças podem estár relacionadas ao aroma, lugar de fabrificação, quantidade e valores econômicos, mais quanto aos valores espirituais?  Todos tem o mesmo sentido e importância.



Pensa:
[...]Que o óleo seja utilizado conforme o recomendado, pois o que passar disso será ritual, mistico e superstição, e que não haja comercialização, e manipulação do sagrado, pois tais são indulgências modernas por meio de águas, óleos, pedras, madeiras, terras ou qualquer outra asneira inventada. Sejamos no minimo Bereanos, confira na palavra. Não se alimente de comida pronta busque entender e discernir. Se o alimento que te oferecem não tras paz. Busque conhecer a verdade. Só a verdade nos liberta de todo cativeiro. Em Cristo somos livres. Livres para pensar e discernir coisas espirituais. Nada deve ser colocado como meio de obtenção de graça, NADA, e nem ninguém pois o nosso único meio de graça é o Senhor Jesus Cristo.
Luiza Valle FFaria

Caráter

 

 

 

 

Qual é a importância do 'caráter' de uma pessoa? É fácil conviver com uma pessoa de 'caráter' duvidoso? Até no ambiente profissional já estão percebendo que o 'caráter' é mais importante que a competência, inteligência ou aptidão para realizar uma tarefa. Em geral, é mais fácil lidar com um erro ou limitação técnica de uma pessoa do que com um lapso de 'caráter'.

Só que, ao invés de se lidar com o 'caráter' das pessoas, investe-se quase que exclusivamente em esquemas de segurança, e em sistemas de controle, e auditoria. Esses sistemas estão cada vez mais aperfeiçoados, mas, mesmo assim, não conseguem monitorar adequadamente as pessoas [sem]  'caráter', que dia e noite estão procurando as falhas do sistema, e, se encontram uma, não perdem a oportunidade de agir conforme o seu [mau] caráter.


[...]Pessoas de [bom] 'caráter' não precisam de sistemas de controle e auditoria para monitorá-las. Pessoas de [bom] ''caráter' agem de acordo com a sensatez e fazem o que é certo independentemente de monitoração. Para esses, os controles são úteis apenas como ferramentas de organização, administração e de geração de informações para tomada de decisões gerenciais.


Como é muito mais complicado lidar com o 'caráter' das pessoas, especialmente em uma sociedade onde cada vez menos se dá importância aos valores absolutos no que se refere a 'caráter', é natural que os investimentos continuem em sistemas de segurança, controle e auditoria. Na minha opinião, essas duas questões deveriam ser tratadas de forma equilibrada.


A seguir, algumas frases sobre caráter, extraídas do livro "O Impacto da Liderança com Integridade", Fred Smith.

Leia, pense e medite:

"O caráter é muito importante porque não pode ser totalmente avaliado; se for deficiente, porém, falhará no momento em que mais precisarmos dele. É quase impossível ajudar um caráter mal formado" ;



"Poucas [pessoas] mudam de caráter após tornarem-se adultas";

"O caráter puro é transparente" ;

"A obediência constrói o caráter" ;

"A confissão clareia e limpa nosso caráter" ;

"As grandes qualidades na vida estão envolvidas no caráter de uma pessoa, tais como sabedoria, integridade, honestidade, lealdade, fé, perdão e amor" ;


"O caráter determina como uma pessoa usa a sua inteligência";

Lembrem-se sempre:
[...] o "caráter" é mais importante do que a competência.

Você, pessoalmente, tem se esforçado para aprimorar o seu 'caráter'? Existe um manual de vida que pode moldar e forja-lo [...] Escritura Sagrada. Leia!

Luiza Valle FFaria

"Confie no Senhor de todo o seu coração, e não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos e ele endireitará as suas veredas". Pv 3.5-6

Esse é um dos meus versículos bíblicos preferidos. O que significa realmente confiar no Senhor? Já parou para pensar?

Nós temos a tendência de achar que sabemos como agir e que temos o domínio de todas as situações em que estamos envolvidos. Não é fácil ter humildade e desconfiar da nossa própria inteligência e se submeter a Deus.
Para perceber o quanto me falta entendimento e sabedoria, eu comecei a me comparar comigo mesma em épocas diferentes da minha vida. Por exemplo, há treze anos eu era muito mais ingênua, mais insensata, e muito impetuosa não menos responsável mas cria unicamente na força do meu braço. Se eu me comparar comigo mesma daqui a cinco anos, serei menos ingênua, pois estabeleci ser tão simples como uma pomba, e tão astuta tanto quanto é a serpente, busco todos os dias mais e mais  entendimento, discernimento e conhecimento da verdade. Porque reconheço que nada sou, e peço humildemente a sabedoria vinda do Senhor...




É um exercício diário o aprendizado:   "confiar em Deus e me colocar sob sua total dependência", peço por sabedoria diariamente e a Sua direção para a minha vida...

Maravilhoso é perceber que, através da leitura, e da prática da Palavra de Deus, e através da motivação de amigos_em_Cristo e que também tem este mesmo objetivo, eu tenho crescido um pouquinho a cada dia [...]Pela misericórdia e graça de Deus. Muito bom é perceber que, realmente, O Senhor "endireita as minhas veredas".

Também é gratificante perceber que quando,  aparentemente, as coisas parecem estar dando errado, e o olhar humano prova na sua razão que sim; na verdade elas estão dando certo [...]Observe a parte da história de José em Gênesis 37-41, lembrando que José

manteve-se "reconhecendo o Senhor em todos os seus caminhos" - pois muitas vezes as coisas vão de mal a pior em nossa vida por simples conseqüência de nossa desobediência e por falta de arrependimento do pecado (Pv 19:3).





Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor. Como poderia alguém discernir o seu próprio caminho? Pv 20.24

Quem é o homem que teme o Senhor? Ele o instruirá no caminho que deve seguir. Sl 25.12


Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Sl 32.8

Não há sabedoria alguma, nem discernimento algum, nem plano algum que possa opor-se ao Senhor. Pv 21.30

Shalom Adonai